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1282482 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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TEXTO II
O que fazer com a ansiedade que empurra a comer alimentos calóricos
Há muito tempo, no nosso entorno o ato de comer deixou de ter a sobrevivência como objetivo principal. Tornou-se um hábito nutricional cotidiano, um ato de celebração ou um recurso lúdico. Muitas pessoas rotinas alimentares bem estabelecidas, mas outras não comem apenas sob o estímulo da fome. São pessoas que dificuldade em discernir onde acaba o apetite e começa a ansiedade, particularmente em situações de estresse, decepção, apatia ou em momentos de grande incerteza. Nesse sentido, a hiperfagia ansiosa (HA) implica uma alteração da forma de comer e é considerada um transtorno do comportamento alimentar (TCA) de gravidade muito variável.
Há outros TCA como a bulimia nervosa (BN), nos quais o paciente ingere grandes quantidades de alimentos de preferência em situações de ansiedade, mas não são exatamente o mesmo que a HA. Nesses casos, o ato de comer, embora compulsivo, é geralmente mais consciente. A pessoa tenta resistir, mas a partir de um ponto o impulso a supera, ela perde o controle e a compulsão acontece. Na HA o paciente como em excesso somente quando ansiedade; ela costuma abusar das beliscadas constantemente e sem perceber. No entanto, quem tem HA também está mais propenso à compulsão do que as pessoas com hábitos alimentares saudáveis e rotinas bem estabelecidas.
Resolver esse problema na solidão é difícil. Um nutricionista, um psicólogo ou um médico irão oferecer(II) algumas estratégias comportamentais se o problema for leve. Por exemplo, não ter alimentos hipercalóricos ao alcance, mastigar lentamente, beber água, comer sempre sentado à mesa e colocar tudo que será ingerido em um prato, ou consumir de preferência alimentos muito saborosos, mas hipocalóricos, como anchovas ou pepinos em vinagre. Existem muitos truques(II).
Quando os sintomas forem mais graves, o ideal é consultar um psicoterapeuta, para buscar o problema subjacente e resolvê-lo, pois é frequente que, sabendo o que acontece, seja(III) muito mais fácil nos controlarmos. Logo, tomar consciência de que estamos pagando com a comida um estado de ansiedade pode ser o começo da solução.
Disponível em <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/23/eps/1548259734_907745.html>. (adaptado). Acesso em 20 nov. 2019.
Leia as afirmações a respeito de formas verbais empregadas no texto.
I - A locução verbal irão oferecer poderia ser substituída pela forma simples do verbo principal no futuro de presente do indicativo.
II - Na frase Existem muitos truques o verbo existir poderia ser substituído pelo verbo haver, devidamente conjugado.
III - A forma verbal seja está no presente do subjuntivo.
Das afirmações acima, qual(is) está(ão) correta(s)?
 

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1282457 Ano: 2019
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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A respeito do Mandado de Segurança (Lei nº 12.016/2009), analise as afirmações abaixo:
I - Ao despachar a inicial o juiz ordenará a realização da citação do coator a fim de que no prazo de 15(quinze) dias conteste a ação.
II - Para efeitos da lei equiparam-se à autoridade os representantes ou órgãos de partidos políticos.
III - Quando o direito ameaçado ou violado couber a várias pessoas qualquer delas poderá requerer o mandado de segurança.
IV - Não se concederá mandado de segurança quando se tratar de ato do qual caiba recurso administrativo com efeito suspensivo, independentemente de caução.
V - Das decisões em mandado de segurança proferidas em única instância pelos tribunais cabe recurso de apelação nos casos legalmente previstos, e agravo, quando a ordem for denegada.
VI - Qualquer partido político tem legitimidade para impetrar mandado de segurança coletivo.
Das afirmações acima quais estão corretas?
 

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1282346 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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TEXTO I
Depressão na contemporaneidade
O sofrimento psíquico manifesta-se sob forma de depressão, tristeza e apatia que atingem o corpo e a alma. Ele é decorrente de qualquer estado que desorganize o pensamento, inclusive a perda, segundo Bowlby (1993).
Porém, não somente as experiências internas são responsáveis pelo sofrimento e pela dor do depressivo. Outros fatores agregam sofrimento psíquico alterando a afetividade e a percepção da realidade traduzida pela depressão ou euforia ocasionando os chamados Transtornos de Humor. Várias justificativas foram levantadas para explicar a ocorrência dos mesmos, tais como fatores relacionados à magia, através da qual as alterações de humor são atribuídas à ação maléfica de espíritos; à religiosidade, em que Deus, independente da forma de manifestação ou instituição religiosa, seria o responsável pelo que acontece com o sujeito; a explicações orgânicas, que consideram a tendência para buscar soluções através do médico e da medicação; e ao tédio, ou seja, ao que poderíamos hoje denominar como falta de sentido, angústia, vazio, insegurança e uma série de outras manifestações que revelam a sensação de insuficiência vividas, às quais o sujeito sucumbe.
Os psicanalistas tendem a entender o fenômeno depressivo chamando-o de psicose maníaco-depressiva, trazendo à tona a chamada melancolia, nomenclatura usada por Freud em seu artigo sobre depressão intitulado “Luto e Melancolia” de 1917. Nesse artigo, ele descreve que os traços mentais relacionados à melancolia são um desânimo profundamente penoso, a cessação de interesse pelo mundo externo, a perda da capacidade de amar, a inibição de toda e qualquer atividade, e uma diminuição dos sentimentos de autoestima a ponto de encontrar expressão em autoenvilecimento, culminando numa expectativa delirante de punição. (Freud, 1917, p. 276) Tais traços alternam-se em alguns casos com a mania, cuja caracterização do quadro é a fuga desse sofrimento. M. Klein (1940), em “O luto e suas relações com os estados maníaco-depressivos”, propõe que as defesas maníacas vêm controlar ou manter em animação suspensa os objetos causadores de sofrimento.
Atualmente a classificação do DSM-IV e o CID-10 apoiam o estabelecimento de um diagnóstico a partir de critérios que levam em consideração as manifestações sintomáticas dos quadros. Contudo, a proposta desses Manuais Diagnósticos impõe ao profissional duas dificuldades. Primeiro: a psicologia e a psicanálise não restringem o diagnóstico à classificação das manifestações sintomáticas. Da utilização da proposta dos manuais decorrem lacunas para se fechar diagnósticos. Segundo: não há como avaliar o sujeito sem se levar em conta a subjetividade. Kristeva (1996) apud Maciel (2002) alerta para a impossibilidade de se estabelecer um diagnóstico totalizante sobre depressão quando se levam em consideração os processos de subjetivação.
Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-03942006000300012>. (adaptado). Acesso em 20 nov.
2019.
São acentuadas de acordo com as mesmas regras as palavras
 

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1265499 Ano: 2019
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Analise as afirmações abaixo sobre os Juizados Especiais da Fazenda Pública (Lei nº 12.153/2009)
I - Incluem-se na competência do Juizado Especial da Fazenda Pública as demandas sobre direitos ou interesses difusos e coletivos cujo valor da causa não ultrapasse 60 (sessenta) salários mínimos.
II - As ações de mandados de segurança não se incluem na competência do Juizado Especial da Fazenda Pública.
III - Os Estados o Distrito Federal, os Territórios e os Municípios podem ser partes como autores, no Juizado Especial da Fazenda Pública.
IV - Não haverá reexame necessário nas causas sujeitas ao Juizado Especial da Fazenda Pública.
V - Nas ações sujeitas ao Juizado Especial da Fazenda Pública, o juiz não poderá deferir medidas cautelares ou antecipatórias ainda que seja para evitar dano de difícil ou de incerta reparação.
Das afirmações acima quais estão corretas?
 

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1265325 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Em relação à Execução Fiscal prevista ma Lei nº 6.830/1980, é INCORRETO afirmar que:
 

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1264612 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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TEXTO II
O que fazer com a ansiedade que empurra a comer alimentos calóricos
Há muito tempo, no nosso entorno o ato de comer deixou de ter a sobrevivência como objetivo principal. Tornou-se um hábito nutricional cotidiano, um ato de celebração ou um recurso lúdico. Muitas pessoas rotinas alimentares bem estabelecidas, mas outras não comem apenas sob o estímulo da fome. São pessoas que dificuldade em discernir onde acaba o apetite e começa a ansiedade, particularmente em situações de estresse, decepção, apatia ou em momentos de grande incerteza. Nesse sentido, a hiperfagia ansiosa (HA) implica uma alteração da forma de comer e é considerada um transtorno do comportamento alimentar (TCA) de gravidade muito variável.
Há outros TCA como a bulimia nervosa (BN), nos quais o paciente ingere grandes quantidades de alimentos de preferência em situações de ansiedade, mas não são exatamente o mesmo que a HA. Nesses casos, o ato de comer, embora compulsivo, é geralmente mais consciente. A pessoa tenta resistir, mas a partir de um ponto o impulso a supera, ela perde o controle e a compulsão acontece. Na HA o paciente como em excesso somente quando ansiedade; ela costuma abusar das beliscadas constantemente e sem perceber. No entanto, quem tem HA também está mais propenso à compulsão do que as pessoas com hábitos alimentares saudáveis e rotinas bem estabelecidas.
Resolver esse problema na solidão é difícil. Um nutricionista, um psicólogo ou um médico irão oferecer algumas estratégias comportamentais se o problema for leve. Por exemplo, não ter alimentos hipercalóricos ao alcance, mastigar lentamente, beber água, comer sempre sentado à mesa e colocar tudo que será ingerido em um prato, ou consumir de preferência alimentos muito saborosos, mas hipocalóricos, como anchovas ou pepinos em vinagre. Existem muitos truques.
Quando os sintomas forem mais graves, o ideal é consultar um psicoterapeuta, para buscar o problema subjacente e resolvê-lo, pois é frequente que, sabendo o que acontece, seja muito mais fácil nos controlarmos. Logo, tomar consciência de que estamos pagando com a comida um estado de ansiedade pode ser o começo da solução.
Disponível em <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/23/eps/1548259734_907745.html>. (adaptado). Acesso em 20 nov. 2019.
De acordo com o texto, muitas vezes não sabemos somos levados a comer compulsivamente. Quando essa atitude se torna um hábito, é importante procurar ajuda profissional podemos estar desenvolvendo um quadro de hiperfagia ansiosa.
O texto estará correto se as lacunas forem preenchidas, respectivamente por:
 

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1257985 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Acerca das penas disciplinares aplicáveis ao servidor do Município de Esteio, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1255175 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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TEXTO II
O que fazer com a ansiedade que empurra a comer alimentos calóricos
Há muito tempo, no nosso entorno o ato de comer deixou de ter a sobrevivência como objetivo principal. Tornou-se um hábito nutricional cotidiano, um ato de celebração ou um recurso lúdico. Muitas pessoas rotinas alimentares bem estabelecidas, mas outras não comem apenas sob o estímulo da fome. São pessoas que dificuldade em discernir onde acaba o apetite e começa a ansiedade, particularmente em situações de estresse, decepção, apatia ou em momentos de grande incerteza. Nesse sentido, a hiperfagia ansiosa (HA) implica uma alteração da forma de comer e é considerada um transtorno do comportamento alimentar (TCA) de gravidade muito variável.
Há outros TCA como a bulimia nervosa (BN), nos quais o paciente ingere grandes quantidades de alimentos de preferência em situações de ansiedade, mas não são exatamente o mesmo que a HA. Nesses casos, o ato de comer, embora compulsivo, é geralmente mais consciente. A pessoa tenta resistir, mas a partir de um ponto o impulso a supera, ela perde o controle e a compulsão acontece. Na HA o paciente como em excesso somente quando ansiedade; ela costuma abusar das beliscadas constantemente e sem perceber. No entanto, quem tem HA também está mais propenso à compulsão do que as pessoas com hábitos alimentares saudáveis e rotinas bem estabelecidas.
Resolver esse problema na solidão é difícil. Um nutricionista, um psicólogo ou um médico irão oferecer algumas estratégias comportamentais se o problema for leve. Por exemplo, não ter alimentos hipercalóricos ao alcance, mastigar lentamente, beber água, comer sempre sentado à mesa e colocar tudo que será ingerido em um prato, ou consumir de preferência alimentos muito saborosos, mas hipocalóricos, como anchovas ou pepinos em vinagre. Existem muitos truques.
Quando os sintomas forem mais graves, o ideal é consultar um psicoterapeuta, para buscar o problema subjacente e resolvê-lo, pois é frequente que, sabendo o que acontece, seja muito mais fácil nos controlarmos. Logo, tomar consciência de que estamos pagando com a comida um estado de ansiedade pode ser o começo da solução.
Disponível em <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/23/eps/1548259734_907745.html>. (adaptado). Acesso em 20 nov. 2019.
Assinale a alternativa corretamente pontuada.
 

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1255106 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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TEXTO I
Depressão na contemporaneidade
O sofrimento psíquico manifesta-se sob forma de depressão, tristeza e apatia que atingem o corpo e a alma. Ele é decorrente de qualquer estado que desorganize o pensamento, inclusive a perda, segundo Bowlby (1993).
Porém, não somente as experiências internas são responsáveis pelo sofrimento e pela dor do depressivo. Outros fatores agregam sofrimento psíquico alterando a afetividade e a percepção da realidade traduzida pela depressão ou euforia ocasionando os chamados Transtornos de Humor. Várias justificativas foram levantadas para explicar a ocorrência dos mesmos, tais como fatores relacionados à magia, através da qual as alterações de humor são atribuídas à ação maléfica de espíritos; à religiosidade, em que Deus, independente da forma de manifestação ou instituição religiosa, seria o responsável pelo que acontece com o sujeito; a explicações orgânicas, que consideram a tendência para buscar soluções através do médico e da medicação; e ao tédio, ou seja, ao que poderíamos hoje denominar como falta de sentido, angústia, vazio, insegurança e uma série de outras manifestações que revelam a sensação de insuficiência vividas, às quais o sujeito sucumbe.
Os psicanalistas tendem entender o fenômeno depressivo chamando-o de psicose maníaco-depressiva, trazendo tona a chamada melancolia, nomenclatura usada por Freud em seu artigo sobre depressão intitulado “Luto e Melancolia” de 1917. Nesse artigo, ele descreve que os traços mentais relacionados melancolia são um desânimo profundamente penoso, a cessação de interesse pelo mundo externo, a perda da capacidade de amar, a inibição de toda e qualquer atividade, e uma diminuição dos sentimentos de autoestima ponto de encontrar expressão em autoenvilecimento, culminando numa expectativa delirante de punição. (Freud, 1917, p. 276) Tais traços alternam-se em alguns casos com a mania, cuja caracterização do quadro é a fuga desse sofrimento. M. Klein (1940), em “O luto e suas relações com os estados maníaco-depressivos”, propõe que as defesas maníacas vêm controlar ou manter em animação suspensa os objetos causadores de sofrimento.
Atualmente a classificação do DSM-IV e o CID-10 apoiam o estabelecimento de um diagnóstico a partir de critérios que levam em consideração as manifestações sintomáticas dos quadros. Contudo, a proposta desses Manuais Diagnósticos impõe ao profissional duas dificuldades. Primeiro: a psicologia e a psicanálise não restringem o diagnóstico à classificação das manifestações sintomáticas. Da utilização da proposta dos manuais decorrem lacunas para se fechar diagnósticos. Segundo: não há como avaliar o sujeito sem se levar em conta a subjetividade. Kristeva (1996) apud Maciel (2002) alerta para a impossibilidade de se estabelecer um diagnóstico totalizante sobre depressão quando se levam em consideração os processos de subjetivação.
Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-03942006000300012>. (adaptado). Acesso em 20 nov.
2019.
As lacunas existentes no texto devem ser respectivamente preenchidas por
 

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1254078 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Esteio-RS
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Considere a progressão aritmética finita (2019,...., 1821), cuja razão é -6. Quantos termos tem essa progressão?
 

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