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Foram encontradas 25 questões.

819495 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Um instrumento de intervenção fundamental utilizado pelas equipes de saúde como meio de inserção e de conhecimento da realidade de vida da população, favorecendo o estabelecimento de vínculos com a mesma e a compreensão de aspectos importantes da dinâmica das relações familiares é denominado de:
 

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817729 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
As parasitoses intestinais embora amplamente conhecidas e discutidas, pouco têm sido feito com relação ao seu controle. A prevalência ainda é elevada em países em desenvolvimento como o Brasil e apesar de todo avanço tecnológico e científico, as parasitoses intestinais ainda implicam em importante objeto de estudo. Assinale a alternativa que NÃO é forma de prevenção de parasitoses:
 

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805937 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
Todas as palavras exercem são adjetivos em:
 

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804627 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
De acordo com o texto:
 

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804354 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR

Importante obra arquitetônica do Paraná, localizado em Curitiba e conhecido como museu do olho, oficialmente tem o nome:

 

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804214 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Assinale a alternativa incorreta sobre sífilis:
 

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797570 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
Há dígrafos em:
 

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797368 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Uma mercadoria sofreu descontos sucessivos de 10% ; 5% e 10% novamente. Se ela custava R$ 180,00. Por qual valor esta sendo comercializada agora?
 

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790568 Ano: 2015
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Assinale a alternativa correta. Normalmente, o sangue bombeado pelo coração para irrigar os órgãos ou movimentar-se, exerce uma força contra a parede das artérias. Considerando-se a circulação sanguínea como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total. A relação acima descrita é a definição de:
 

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790468 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR

Dentre os municípios abaixo, qual deles NÃO faz divisa com o município de Barra do Jacaré/PR:

 

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