Foram encontradas 25 questões.
1302823
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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A febre amarela é conhecida no Brasil desde o século XVII. Assinale a alternativa correta, em qual ano ocorreu a primeira epidemia de febre amarela no Brasil, sendo essa em Recife?
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1296100
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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É uma doença febril aguda caracterizada, em sua forma clássica, por dores musculares e articulares intensas. Trata-se, caracteristicamente, de enfermidade de áreas tropicais e subtropicais, onde as condições do ambiente favorecem o desenvolvimento dos vetores. O texto acima se refere a:
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816468
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Em se tratando das fases do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, analise as afirmações abaixo:
I - Os ovos são depositados pela fêmea, nas paredes internas dos depósitos que servem como criadouros, próximos à superfície da água.
II - As larvas passam a maior parte do tempo alimentando-se principalmente de material orgânico acumulado nas paredes e fundo dos depósitos.
III - A fase reprodutiva do mosquito, é na fase da larva.
IV - As pupas não se alimentam, é nesta fase que ocorre a metamorfose do estágio larval para o adulto.
V - A larva do Aedes aegypti é composta de cabeça e abdômen.
Está(ão) correta(s):
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813139
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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A transmissão da febre amarela urbana se faz através da picada de mosquitos. Assinale a alternativa correta, qual mosquito transmite o vírus da febre amarela:
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Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
Todas as palavras exercem são adjetivos em:
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Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
De acordo com o texto:
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804354
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Importante obra arquitetônica do Paraná, localizado em Curitiba e conhecido como museu do olho, oficialmente tem o nome:
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797753
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Doença febril aguda, de curta duração, de natureza viral, com gravidade variável. A sua forma grave caracteriza-se clinicamente por manifestações de insuficiência hepática e renal, que podem levar o paciente à morte. É causada por um arbovírus. O texto refere-se a:
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Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
Há dígrafos em:
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Uma mercadoria sofreu descontos sucessivos de 10% ; 5% e 10% novamente. Se ela custava R$ 180,00. Por qual valor esta sendo comercializada agora?
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