Foram encontradas 25 questões.
1312590
Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Aquele condutor que for flagrado conduzindo com um calçado impróprio que não se firme no pé, comete uma infração de natureza:
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1298942
Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Qual dos seguintes símbolos indica uma passagem obrigatória?
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817429
Ano: 2015
Disciplina: Mecânica de Autos
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Mecânica de Autos
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Faz parte do sistema de arrefecimento de um veículo automotor, exceto:
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Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
Todas as palavras exercem são adjetivos em:
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805554
Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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O Código de Trânsito Brasileiro tem como base a Constituição do Brasil, respeita a Convenção de Viena e:
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Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
De acordo com o texto:
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804527
Ano: 2015
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Em atendimento às vítimas de acidente de trânsito (remoção), devemos levar em consideração como maior gravidade, uma suspeita de:
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804354
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Importante obra arquitetônica do Paraná, localizado em Curitiba e conhecido como museu do olho, oficialmente tem o nome:
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797968
Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Quando o agende de trânsito, através da sinalização sonora assopra um silvo longo, ele ordena que o condutor:
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Hiroshima e Nagasaki: 70 anos depois, mundo ainda vive ameaça nuclear
Por David Shalom - iG São Paulo | 10/08/2015 06:00 -
Uma energia barata, limpa e segura. É o que defensores de usinas nucleares argumentam em seus discursos em prol desse meio, que dizem ser o mais eficiente disponível para se produzir eletricidade em grande quantidade sem afetar tanto o meio ambiente. Mas, 70 anos após os ataques norteamericanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki, que levaram à rendição japonesa na Segunda Guerra Mundial em 2 de setembro de 1945, a tecnologia nuclear segue representando um risco para o mundo.
Oficialmente, ao menos cinco países, os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), possuem armas atômicas: EUA, Reino Unido, Rússia, China e França. Além deles, outras quatro nações, todas com territórios em áreas de conflito, têm os armamentos – Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. O acordo pretendido pelos norte-americanos com o Irã, anunciado no mês passado, esquenta os temores por conflitos nucleares, já que há desconfianças de que os persas, ao contrário do que alegam, pretendem enriquecer urânio para fins militares.
Relatório do Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo (Sipri) divulgado em junho mostra que, apesar de apresentar tendência de queda no planeta, o número de armas do tipo ainda é estimado em 15.850 – sendo 4.300 prontas para uso e outras 1.800 em estado de alerta operacional.
Além da questão militar, as próprias usinas geradoras de energia seguem sendo um motivo de temor, como fica claro a cada novo grande acidente em reatores no planeta – como foi o caso de Fukushima, no Japão, em 2011. E estudos recentes mostram que há motivo para isso.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-08-10/hiroshima-e-nagasaki-70-anosdepois-
mundo-ainda-vive-ameaca-nuclear.html , acesso em 12 de novembro de 2015.
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