Magna Concursos

Foram encontradas 285 questões.

4137682 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:

Uma empresa organiza seus funcionários segundo três critérios:

Cores do crachá: Azul, Verde e Amarelo;

Setores: Administrativo e Operacional;

Antiguidade na empresa:

o Nível I: Menos de 5 anos completos.

o Nível II: De 5 anos completos até menos de 15 anos.

o Nível III: 15 anos completos ou mais.

O quadro atual de funcionários está distribuído da seguinte forma:

Cor do crachá Setor Nível I Nível II Nível III
Azul Administrativo 4 3 2
Azul Operacional 5 4 1
Verde Administrativo 3 2 1
Verde Operacional 6 3 1
Amarelo Administrativo 2 2 1
Amarelo Operacional 4 3 3

Para um sorteio especial, a empresa decidiu que a probabilidade de cada funcionário ganhar será diretamente proporcional ao nível de sua antiguidade, obedecendo ao seguinte critério:

o Funcionários do Nível l têm probabilidade proporcional a x.

o Funcionários do Nível II têm probabilidade proporcional a 2x.

o Funcionários do Nível III têm probabilidade proporcional a 3x.

Com base nessas informações, qual é a probabilidade de que o sorteado seja um funcionário do Nível III?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137681 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
Em uma reunião pedagogica, foi organizada uma mesa redonda com 30 cadeiras igualmente espaçadas para um evento institucional. Um grupo de N Professores já se encontra sentado de tal forma que a configuração de ocupação atende às seguintes condições:

Existe pelo menos um Professor sentado em uma cadeira cujas duas cadeiras adjacentes estão vazias.
Não existem três cadeiras vazias consecutivas ao longo da mesa.
Toda cadeira vazia possui pelo menos uma das cadeiras adjacentes ocupada.

Considerando que N representa o menor número possível de Professores que satisfaz simultaneamente essas condiçôes, o valor de N é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137680 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:

Em um município, o volume de água V(t), em milhares de litros, presente em um reservatorio ao longo do tempo t em horas, apos o início de uma recarga, e modelado pela função:

V(t)= ln (t2 - 4t + 5), t ≥ 0

O engenheiro responsável deseja analisar o comportamento da taxa instantânea de variação do volume para identificar o instante em que o volume do reservatório atinge seu valor mínimo, o que ocorre quando a taxa de variação se torna nula. Com base nesse modelo, em que instante a taxa de variação do volume é nula?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137679 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
Um investidor, ao preencher sua Declaração de Imposto de Renda de 2024, informou que possuía 60 cotas de um fundo imobiliário A, adquiridas a um preço médio de R$ 75,00 por cota. No ano seguinte, ao elaborar sua Declaração de 2025, ele verificou que agora possui 80 cotas desse mesmo fundo, e que, analisando o aplicativo da corretora, o preço medio de todas as cotas passou a ser R$ 80,00. Considerando que ele apenas realizou compras (não vendeu cotas) em 2025, o preço médio de aquisição, em real, das cotas compradas exclusivamente em 2025 Íoi de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137678 Ano: 2026
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
Durante o segundo bimestre, em uma turma do 1° ano do Ensino Medio integrado, um Professor percebe que um estudante de 16 anos, regularmente matriculado, apresenta faltas frequentes, queda significativa no rendimento e comportamento apático em sala de aula. Ao conversar com o estudante, descobre que ele passou a trabalhar no período noturno para ajudar financeiramente a família. O Professor comunica o fato à equipe pedagogica, que decide manter o aluno na mesma rotina, argumentando que "as regras são iguais para todos" e que "não cabe flexibilização". Diante dessa situação, o Professor questiona a decisão da equipe, fundamentando-se na Lei nº 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases - LDB). A luz da LDB, assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137677 Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
O Arcadismo brasileiro, também chamado de Neoclassicismo, desenvolveu-se no século XVIII em diálogo com valores estéticos de equilíbrio, simplicidade e retomada de modelos clássicos. Sobre esse movimento literário, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137676 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
A praça e o lixo
    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.
    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.
   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.
     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.
     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.
    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A análise sintática de períodos do texto exige observar a funçâo exercida pelos termos na construção do sentido. Com base em trechos do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Em A praça é o palco da vida pública, o termo o palco da vida pública exerce função de predicativo do sujeito.
II. Em Sócrates parava gente comum, o termo gente comum exerce função de objeto direto.
IIl. Em A praça também é feira, festa, anúncio de milagre, arte, os termos feira, festa, anúncio de milagre, arte exercem Íunção de sujeitos compostos.
IV. Em A dúvida durou poucos segundos, o termo poucos segundos exerce função de adjunto adverbial de tempo.

Estão CORRETAS:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137675 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
A praça e o lixo
    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.
    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.
   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.
     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.
     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.
    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
Quanto à configuração fonetica de vocábulos do texto, é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137674 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
A praça e o lixo
    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.
    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.
   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.
     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.
     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.
    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A passagem final, em que o autor associa o contêiner de lixo à frase de Manuel Bandeira, aprofunda a crítica social do texto porque:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4137673 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
A praça e o lixo
    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.
    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.
   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.
     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.
     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.
    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
No texto, a praça é apresentada como um espaço simbolico que ultrapassa sua dimensão física. A partir da progressão argumentativa construída pelo autor, a principal função dessa imagem é representar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas