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Foram encontradas 25 questões.

A figura a seguir representa um modelo de interação entre diferentes áreas do conhecimento - a interdisciplinaridade.
  Enunciado 4666059-1
Com base na análise do esquema, assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE uma característica desse processo.
 

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No contexto das práticas pedagogicas contemporâneas, o processo de ensino-aprendizagem e compreendido como dinâmico e mediado por diferentes estrategias didáticas, nas quais o planejamento, os recursos pedagogicos e a atuação docente desempenham papéis interdependentes. Considerando essa perspectiva, analise as assertivas a seguir:

I. A rigidez do planejamento pedagógico assegura maior eficiência do processo educativo, dispensando revisões e adequações ao longo do desenvolvimento das ações.
II. O uso de diferentes recursos didático-pedagogicos pode ampliar as possibilidades de abordagem dos conteúdos, favorecendo múltiplas formas de aprendizagem.
III. A mediação docente exerce influência direta sobre a construção de sentidos e a apropriação dos conhecimentos pelos estudantes.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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No âmbito da gestão democrática da educação, o Projeto Político-Pedagogico (PPP) configura se como instrumento orientador das práticas escolares, devendo expressar a identidade institucional e os compromissos formativos da comunidade escolar. Nessa perspectiva, a construção coletiva do PPP pressupoe:
 

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Conforme Lei Orgânica, compete ao Município, articulado com o Estado, recensear os educandos para o ensino fundamental e fazer-lhe a chamada anualmente. Transcorridos quantos dias do pedido de vaga, incorrerá em responsabilidade administrativa a autoridade municipal competente que não garantir, ao interessado devidamente habilitado, o acesso à escola fundamental?
 

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Analise o texto a seguir, com base no que traz a Lei Orgânica:

O Município prestará assistência social, educacíonal e à saúde dos deficientes físicos, sensoriais e mentais, visando a sua integração social e profissional, atraves de seus próprios órgãos ou de convéníos com o Estado, salvo com Instituiçõ es p rivadas.

Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está
 

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Sabe-se que o Município deve promover programas de interesse social destinados a facilitar o acesso da população à habitação, priorizando o previsto em quantos dos seguintes itens, conforme Lei Orgânica? I. A dotação de infraestrutura básica e de equipamentos sociais; II. A regularização fundiária; III. A implantação de empreendimentos habitacionais; IV. A urbanização de áreas ocupadas por população de baixa renda, inclusive em concentrações demográficas distritais ou subdistritais.
 

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De acordo com a Lei Orgânica, na elaboração do planejamento e na operação de usos, atividades e Íunções de interesse social, o Município visará ao previsto nas alternativas que seguem, com EXCEÇÃO de:
 

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Analise as assertivas que seguem, com base na Lei Orgânica:

I. O Município deve organizar sistema de prevenção e socorro nos casos de calamidade pública em que a população tenha ameaçados os seus recursos, meios de abastecimento ou de sobrevivência.
II. Os investimentos do Município devem atender, em caráter optativo, às necessidades básicas da população e devem estar compatibilizados com o plano de desenvolvimento econômico.
III. O Plano Plurianual do Município e seu orçamento anual devem contemplar expressamente recursos destinados ao desenvolvimento de uma política habitacional de interesse social, compatível com os programas estaduais dessa área.

Está(ão) CORRETA(S)
 

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Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.

A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is-

frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

As informações implícitas e a articulação das ideias permitem uma leitura profundada do relato literário. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo sobre o trecho Eles riram:

I. A reação da plateia revela que os estudantes compreenderam o tom humorístico da fala do palestrante, rechaçando a possibilidade de um diagnóstico literal naquele contexto.
II. A aceitação natural com que antigamente se tratavam os episódios de lapsos de memória evidencia que a velhice era compreendida e respeitada em suas limitações biologicas.
III. No texto, subentende-se que a queixa médica frequente nos dias atuais se deve ao estresse de profissões de elite, como a medicina.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje

Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.

A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.

Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is-

frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

Acerca da concordância na oração mais da metade da plateia levantou a mão, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) O verbo encontra-se na terceira pessoa do singular para concordar com o núcleo de valor paÍtitivo metade, integrante da estrutura que compõe o sujeito da oração.
( ) A supressão total do especificador da plateia no período tornaria a frase gramaticalmente incorreta, impedindo qualquer tipo de flexão verbal.
( ) Caso a estrutura do sujeito partitivo em análise fosse radicalmente alterada para "a maioria dos estudantes de medicina", a concordância do verbo poderia ser efetuada tanto no singular quanto no plural.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
 

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