Foram encontradas 60 questões.
Diante de um crescimento urbano desordenado, do aumento da segregação espacial e de diversos problemas de mobilidade urbana, dado município deseja reformular sua política de desenvolvimento urbano, garantindo o atendimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, em conformidade com o Estatuto da Cidade. Considerando-se o exposto, uma das estratégias previstas por tal estatuto para o enfrentamento das referidas questões urbanas seria a:
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A fim de cumprir os preceitos da Política Urbana Nacional – estabelecidos pelos Artigos 182º e 183º da Constituição Federal de 1988 –, um município pretende regularizar favelas e áreas de ocupação irregular, alinhando suas ações de modo a garantir o direito à moradia e a função social da propriedade. Para isso, segundo as disposições constitucionais, o referido município deverá
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Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, ao compor um documento em padrão ofício, seguindo as orientações protocolares, ele deverá ser impresso em papel tamanho:
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- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto AdnominalAdjunto Adnominal vs. Complemento Nominal
Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
No excerto “Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste”, os termos “dessa lenda” e “da feijoada” desempenham função sintática, respectivamente, de:
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Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
O trecho destacado na sentença “Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.” caracteriza-se como uma
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Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
O número de adjetivos constantes no excerto “As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.” é de:
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Texto para a questão.
A gastronomia construída sobre fake news
Você provavelmente já escutou que a feijoada brasileira foi criada por trabalhadores escravizados, com os restos de carne que a casa-grande lhes destinava: orelha, rabo e pé de porco.
Balela. Papo furado. Invenção sem pé (de porco?) nem cabeça. Os ricos daqueles tempos só comiam lombinho fresco no dia do abate do animal. As carnes restantes eram salgadas e defumadas para consumo futuro, e aí se incluíam as partes que hoje consideram-se inferiores.
Não sobrava carne alguma para os escravos, essa é a verdade.
Há décadas que ouço e leio a refutação dessa lenda da feijoada, mas ela subsiste. Volta e meia aparece um chef de cozinha ou comunicador propagando fake news sobre nosso prato nacional.
(...)
Tirar informação da própria orelha – o orifício permitido nesta leitura familiar – rende histórias fabulosas, bem mais empolgantes do que a realidade.
Esta, por sua vez, tem nuances que dificultam a construção de uma historinha palatável. Também é cheia de lacunas que impedem a montagem completa do quadro. Faltam muitas peças do quebra-cabeça.
Se reconstituir a sequência de fatos de uma guerra fartamente documentada já é dificílimo, imagine descobrir o que se passava nas cozinhas habitadas por gente analfabeta.
NOGUEIRA, Marcos. A gastronomia construída sobre fake news. Folha de São Paulo, 2024.
Considerando-se as informações apresentadas no texto, pode-se inferir que
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Com o surgimento dos novos meios de fabricação e produção proporcionados pela primeira revolução industrial, na Inglaterra, houve uma desvalorização dos trabalhos manuais, produzidos por artesãos. Anos mais tarde, surge no país um movimento estético e social com o objetivo de trazer de volta a valorização do artesanato, assim como a harmonia entre o trabalho de arquitetos, designers e artesãos. Para desenvolver objetos de arte que poderiam ser utilizados no dia-a-dia por todos, esse movimento tinha dentre os seus princípios
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A crescente preocupação com as mudanças climáticas e a degradação ambiental nas áreas urbanas tem impulsionado a busca por soluções inovadoras e sustentáveis para a gestão da cidade, dentre as quais figuram as Soluções Baseadas na Natureza (SBN). Diante disso, considerando-se uma cidade que enfrenta grandes desafios relacionados a inundações e ilhas de calor – devido ao concreto excessivo –, a implementação de SBN para enfrentar ambos os problemas incluiria como estratégia o(a):
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Inspirando-se nas diretrizes da Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, uma cidade planeja implementar políticas públicas para desenvolver uma infraestrutura mais inteligente e sustentável, priorizando ações de melhoria da qualidade de vida urbana através da integração de tecnologias digitais, dados e serviços públicos. Nesse contexto, uma iniciativa que se alinha às diretrizes da referida carta é o(a):
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