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Foram encontradas 161 questões.

519930 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
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Segundo a Lei Complementar nº 45/ 2003, as disposições normativas serão redigidas com clareza, precisão e ordem lógica. Para esse propósito, serão observadas normas específicas. Para a obtenção de clareza, segundo a Lei em questão, deve-se, exceto:
 

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519892 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
ONG da Grã-Bretanha diz que Unaí e mais três municípios
do Brasil são exemplos para o mundo na gestão pública da
água
Fonte: BBC Brasil
O gerenciamento de água e esgoto feito pelo setor público em quatro municípios do Brasil é citado como exemplo e inspiração por uma ONG da Grã-Bretanha [ ... ].
Segundo o documento, lançado por ocasião do Dia Mundial da Água, iniciativas públicas nas cidades de Alagoinhas (BA), Guarulhos (SP), Porto Alegre (RS) e Unaí (MG) "mostram uma visão de universalidade, justiça e igualdade".
A ONG World Development Movement, responsável pelo relatório, diz que os fornecedores de água nas quatro cidades "oferecem inspiração para aqueles interessados em combater a crise global de água".
"Está claro que esses fornecedores municipais no Brasil podem nos ensinar muito sobre como ter redes de distribuição de água democráticas e eficientes", disse o diretor da ONG, Benedict Southworth.
"Eles oferecem uma visão de água e saneamento básico que coloca o usuário no coração de tudo e dá inspiração a outros fornecedores que têm grandes dificuldades com o desafio de levar água aos mais pobres."
Mobilização - Todos os casos brasileiros analisados pela ONG no relatório intitulado Going Public: Southern Solutions to the Global Water Crisis têm em comum a ação da própria comunidade em conjunto com o poder público para melhorar o serviço de água e esgoto.
Em Guarulhos, por exemplo, o relatório diz que a mobilização popular levou à instalação de novos reservatórios e a uma melhor distribuição.
No caso de Porto Alegre, outro projeto teve como destaque a participação das mulheres, e a comunidade assumiu parte da responsabilidade pela qualidade do serviço.
Em uma nota comunicando a divulgação do relatório, a World Development Movement também cita o anúncio feito pelo governo britânico de que vai apoiar parcerias com empresas públicas de água e esgoto de outros países e diz que espera que os britânicos aproveitem os bons exemplos do Brasil.
"O conhecimento adquirido por empresas públicas de água em países do sul, como o Brasil, é uma imensa fonte não aproveitada que pode nos ajudar a combater a crise global de água", disse Southworth.
(http ://www.prefeituraunai.mg.gov.br/ pmu/ index.php/ 2012-12-21-16-56- 25/ destaque-mundial.html)
A palavra " municípios" aparece corretamente acentuada no texto. Assinale a alternativa que contenha outra palavra, também do texto, que receba acento pela mesma razão de "municípios".
 

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519877 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
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A lei orgânica é responsável por dar diretrizes gerais à Câmara municipal, ao Prefeito e a todos os órgãos públicos e servidores públicos de um município, de acordo com o interesse local. Assim sendo, e conhecendo a lei orgânica de Unaí, assinale a alternativa que está em desacordo com ela.

 

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519873 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
Aspectos Históricos
A história(III) de Unaí encontra-se fortemente vinculada à ocupação do Centro-Oeste brasileiro, bem como ao desenvolvimento de Paracatu.
A área teve seu povoamento efetivo a partir do século XVIII, ainda que o território hoje ocupado por Paracatu já tivesse sido identificado pelos portugueses desde os primórdios da ocupação de sua colônia na América.
Ainda no século XVI, aí aportaram as expedições chefiadas por Domingos Luís Grou (1586-7), Antônio Macedo (1590), Domingos Rodrigues (1596) e Domingos Fernandes (1599). No século seguinte, registra-se a passagem das bandeiras de conquista e apresamento de indígenas de Nicolau Barreto (1602-4) e de Lourenço Castanho Taques, o Velho (1670), que atingiu terras do atual município de Unaí. Em homenagem a ele, as montanhas situadas ao norte da localidade analisada recebem a denominação de Serra do Castanho.
Quatro diferentes caminhos que conduziam aos sertões de Goiás se encontravam no atual território paracatuense e daí seguiam como uma só estrada [ ... ].
O bandeirante Felisberto Caldeira Brant e seus irmãos teriam dado a notícia do achado das riquezas auríferas dos sertões do Paracatu ao então governador das Minas Gerais, Gomes Freire de Andrada, em 24 de junho de 1744. Em seguida, foram distribuídas diversas sesmarias na área, para povoamento e, segundo se dizia à época, para defesa daquelas terras contra o gentio bravo. Assim, surgiram fazendas de criação de gado, cuja atividade abastecia as partes do território onde se explorava o ouro.
O arraial de Paracatu foi elevado a Vila de Paracatu do Príncipe em 20 de outubro de 1798, dependente da Comarca do Rio das Velhas. Sua própria comarca foi criada em 1815, passando a localidade à categoria de cidade em 1840.
[ ... ]
A região Noroeste de Minas permaneceu praticamente com as mesmas características que herdara do Período Colonial até os anos 1950. Como fatores que contribuíram para que o referido cenário fosse modificado destacam-se a construção da barragem de Três Marias e a transferência da Capital Federal do Rio de Janeiro para o Planalto Central do País, com o objetivo de promover a interiorização do desenvolvimento, então concentrado no litoral.
Até o final daquela década, a vasta área que constitui o citado Planalto era um grande vazio demográfico e econômico, tendo toda a Região Centro-Oeste (incluindo Rondônia) apenas cerca de 3 100 000 habitantes, segundo o Censo de 1960, do IBGE. Como atividade econômica, destacava-se a pecuana extensiva (Ministério do Planejamento e Orçamento, 1998:2).
Após a inauguração de Brasília (1960), acelerou-se o processo de ocupação da área, com expansão da fronteira agrícola. Como resultado, passaram a ser melhor aproveitados os terrenos planos do cerrado, devido aos recursos de solo que apresentavam, desde que devidamente corrigidos. Neles foi sendo introduzida uma agricultura de tipo empresarial, intensiva em mecanização e insumos, voltada em especial para a produção de grãos (hoje com destaque para soja, arroz, milho, feijão e café). A incorporação dessas novas terras agrícolas foi apoiada e facilitada pela implantação de rodovias (como a BR-040), que interligavam Brasília com o restante do País.
Para alavancar tal processo de ocupação produtiva, implantaram-se projetos de aproveitamento e colonização do cerrado, realçando o Programa Especial da Região Geoeconômica de Brasília - PERGEB, o Programa de Desenvolvimento do Cerrado - PRODECER, o PLANOROESTE - I e lI e o POLOCENTRO. Um programa que priorizou os municípios de Paracatu e Unaí, a partir de 1981, foi o da Companhia de Promoção Agrícola - CAMPO, por meio de acordo entre o Brasil e o Japão.
Em decorrência deles, verificou-se forte fluxo migratório em direção à área, entre 1970 e 1980, formado majoritariamente por pessoas vindas do sul do País. Apesar disso, no período 1980/91, o Noroeste de Minas mostrou crescimento demográfico mais baixo que o da média estadual (0,8% ao ano, contra 1,6% para o Estado). Segundo o Censo de 1991, do IBGE, a população da região correspondia somente a 1,9% dos residentes mineiros, com uma densidade demográfica de 4,8 habitantes por km 2 (enquanto a média do Estado era de 27,0 hab./km2).
Nos dias atuais, por um lado, do ponto de vista da geopolítica mineira, a área carece de maior vinculação com o Estado, voltando-se para Brasília enquanto polo econômico e cultural.
Por outro, vai definindo cada vez mais seu papel de forte expoente da agropecuária nacional, devido às condições agroclimáticas favoráveis, à qualidade dos solos e ao nível de mecanização e adoção de modernas tecnologias de produção, principalmente nos municípios de Paracatu(II) e Unaí(I).
[ ... l
A partir de 1996, emanciparam-se novos municipios, como Brasilândia, Cabeceira Grande, Chapada Gaúcha, Urucuia e Uruana de Minas.
(http://www.prefeituraunai.mg.gav.br/pmu/index.php/2012-12-21-16-56- 25/aspectas-histaricas.html)
Considerando as regras de acentuação gráfica determinadas para o Português Brasileiro, analise as afirmações e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. As palavras "Unaí" e "até" são acentuadas pela mesma razão.
lI. A palavra "Paracatu" deveria receber acento gráfico, mas a ausência se justifica por se tratar de nome próprio.
IlI. "História" e "época" estão corretamente acentuadas e seguem a mesma regra.
Está correto o que se afirma em:
 

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509613 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
Uma entrevista pode ser entendida como um processo comunicativo de caráter persuasivo que compreende, simultaneamente, informação, construção de realidade e persuasão, que é vista por milhares de telespectadores. Algumas regras conduzem a realização da entrevista, sendo uma delas referente ao espaço temático:
 

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507889 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
Em plena era digital, é inadmissível uma assessoria de imprensa não dispor de um canal de comunicação on fine para divulgar informações ao seu público-alvo. A busca de informações é constante e a resposta precisa ser rápida. No que se refere à divulgação de releases, deve-se:
 

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506334 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG

Assinale a alternativa em desacordo com as disposições da Lei Orgânica Municipal.

 

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505982 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG

Considerando-se as disposições constitucionais sobre os direitos e as garantias fundamentais, analise as afirmativas.

I. No caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano.

lI. Constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.

IlI. Conceder-se-á mandado de segurança sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania.

É correto o que se afirma em:

 

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505735 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
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Tabebuia alba (Ipê-amarelo)
O ipê-amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZl,2000).
A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui "!pê-amarelo" como nome popular. O nome alba provém de albus (branco, em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.
As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.
A Tabebuia alba, natural do semiárido alagoano, está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois, sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.
( http://www.prefeitu ra una i. mg.gov. br /pm u/i ndex. php/ipe-amarei o. html)
Veja o uso do sinal indicativo de crase em "a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção". Sobre ele, assinale a afirmação correta.
 

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505601 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: Câm. Unaí-MG
Aspectos Históricos
A história de Unaí encontra-se fortemente vinculada à ocupação do Centro-Oeste brasileiro, bem como ao desenvolvimento de Paracatu.
A área teve seu povoamento efetivo a partir do século XVIII, ainda que o território hoje ocupado por Paracatu já tivesse sido identificado pelos portugueses desde os primórdios da ocupação de sua colônia na América.
Ainda no século XVI, aí aportaram as expedições chefiadas por Domingos Luís Grou (1586-7), Antônio Macedo (1590), Domingos Rodrigues (1596) e Domingos Fernandes (1599). No século seguinte, registra-se a passagem das bandeiras de conquista e apresamento de indígenas de Nicolau Barreto (1602-4) e de Lourenço Castanho Taques, o Velho (1670), que atingiu terras do atual município de Unaí. Em homenagem a ele, as montanhas situadas ao norte da localidade analisada recebem a denominação de Serra do Castanho.
Quatro diferentes caminhos que conduziam aos sertões de Goiás se encontravam no atual território paracatuense e daí seguiam como uma só estrada [ ... ].
O bandeirante Felisberto Caldeira Brant e seus irmãos teriam dado a notícia do achado das riquezas auríferas dos sertões do Paracatu ao então governador das Minas Gerais, Gomes Freire de Andrada, em 24 de junho de 1744. Em seguida, foram distribuídas diversas sesmarias na área, para povoamento e, segundo se dizia à época, para defesa daquelas terras contra o gentio bravo. Assim, surgiram fazendas de criação de gado, cuja atividade abastecia as partes do território onde se explorava o ouro.
O arraial de Paracatu foi elevado a Vila de Paracatu do Príncipe em 20 de outubro de 1798, dependente da Comarca do Rio das Velhas. Sua própria comarca foi criada em 1815, passando a localidade à categoria de cidade em 1840.
[ ... ]
A região Noroeste de Minas permaneceu praticamente com as mesmas características que herdara do Período Colonial até os anos 1950. Como fatores que contribuíram para que o referido cenário fosse modificado destacam-se a construção da barragem de Três Marias e a transferência da Capital Federal do Rio de Janeiro para o Planalto Central do País, com o objetivo de promover a interiorização do desenvolvimento, então concentrado no litoral.
Até o final daquela década, a vasta área que constitui o citado Planalto era um grande vazio demográfico e econômico, tendo toda a Região Centro-Oeste (incluindo Rondônia) apenas cerca de 3 100 000 habitantes, segundo o Censo de 1960, do IBGE. Como atividade econômica, destacava-se a pecuana extensiva (Ministério do Planejamento e Orçamento, 1998:2).
Após a inauguração de Brasília (1960), acelerou-se o processo de ocupação da área, com expansão da fronteira agrícola. Como resultado, passaram a ser melhor aproveitados os terrenos planos do cerrado, devido aos recursos de solo que apresentavam, desde que devidamente corrigidos. Neles foi sendo introduzida uma agricultura de tipo empresarial, intensiva em mecanização e insumos, voltada em especial para a produção de grãos (hoje com destaque para soja, arroz, milho, feijão e café). A incorporação dessas novas terras agrícolas foi apoiada e facilitada pela implantação de rodovias (como a BR-040), que interligavam Brasília com o restante do País.
Para alavancar tal processo de ocupação produtiva, implantaram-se projetos de aproveitamento e colonização do cerrado, realçando o Programa Especial da Região Geoeconômica de Brasília - PERGEB, o Programa de Desenvolvimento do Cerrado - PRODECER, o PLANOROESTE - I e lI e o POLOCENTRO. Um programa que priorizou os municípios de Paracatu e Unaí, a partir de 1981, foi o da Companhia de Promoção Agrícola - CAMPO, por meio de acordo entre o Brasil e o Japão.
Em decorrência deles, verificou-se forte fluxo migratório em direção à área, entre 1970 e 1980, formado majoritariamente por pessoas vindas do sul do País. Apesar disso, no período 1980/91, o Noroeste de Minas mostrou crescimento demográfico mais baixo que o da média estadual (0,8% ao ano, contra 1,6% para o Estado). Segundo o Censo de 1991, do IBGE, a população da região correspondia somente a 1,9% dos residentes mineiros, com uma densidade demográfica de 4,8 habitantes por km 2 (enquanto a média do Estado era de 27,0 hab./km 2).
Nos dias atuais, por um lado, do ponto de vista da geopolítica mineira, a área carece de maior vinculação com o Estado, voltando-se para Brasília enquanto polo econômico e cultural.
Por outro, vai definindo cada vez mais seu papel de forte expoente da agropecuária nacional, devido às condições agroclimáticas favoráveis, à qualidade dos solos e ao nível de mecanização e adoção de modernas tecnologias de produção, principalmente nos municípios de Paracatu e Unaí.
[ ... l
A partir de 1996, emanciparam-se novos municipios, como Brasilândia, Cabeceira Grande, Chapada Gaúcha, Urucuia e Uruana de Minas.
(http://www.prefeituraunai.mg.gav.br/pmu/index.php/2012-12-21-16-56- 25/aspectas-histaricas.html)
Observe a seguinte passagem do texto:
Segundo o Censo de 1991, do IBGE, a população da região correspondia somente a 1,9% dos residentes mineiros, com uma densidade demográfica de 4,8 habitantes por km2 (enquanto a média do Estado era de 27,0 hab./km2).
O termo em destaque estabelece uma circunstância de:
 

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