Foram encontradas 139 questões.
1509122
Ano: 2018
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
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Assinale a alternativa CORRETA sobre postura e ética profissional do servidor público:
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Um fato que teve muita repercussão na mídia foi o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, por significar grande perda para a história do país. Usando de criatividade e bom humor, o chargista toma esse episódio para fazer sua crítica
Analise as proposições de I a III, inferidas da leitura da charge, e responda ao que se pede.

Disponível em: http://www.contraovento.com.br/wp-content/uploads/2018/09/nani2.jpg.
I- A equivalência feita entre “dinossauros e múmias” e “Sarney e MDB” confere tom irônico ao texto, por se fazer alusão não apenas
à permanência desses últimos na esfera política brasileira, mas também à inércia de sua atuação.
à permanência desses últimos na esfera política brasileira, mas também à inércia de sua atuação.
II- A responsabilidade pela tragédia ocorrida no Rio de Janeiro é atribuída, por um dos personagens, a Sarney e ao partido que ele representa, o MDB, como tantas outras tragédias decorrentes do descaso dos governantes.
III- O uso da expressão “lá se vão” em referência a Sarney e ao MDB é uma forma de atenuar o fim do poder desse político e do seu partido, o que é possível porque o verbo IR também significa ACABAR/MORRER.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Três irmãos, Marcelo, Pedro e Marta, resolveram se juntar para comprar uma televisão para dar de presente à mãe. Após uma pesquisa de preço, decidiram por uma loja em que a televisão custa R$1850,00 e tem um desconto de 10% caso a compra seja à vista. Eles optaram pela compra à vista, e como Marcelo tem um emprego melhor, ele contribuiu com 50% do valor da televisão. Sabendo-se que Pedro contribuiu com mais 30% do valor da televisão e que o restante será pago por Marta. Nestas condições, o valor a ser pago por Marta é
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1221657
Ano: 2018
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
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Leia com atenção a situação hipotética abaixo e em seguida responda o que se pede.
“Michael Jackson é professor concursado há 20 anos no Município de Campina Grande. Ao ser eleito vereador, e antes de tomar posse, é aconselhado pelo seu advogado a pedir licença sem remuneração do cargo de professor, já que, segundo o causídico, não haveria qualquer possibilidade jurídica, de acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal deste Município, de Michael continuar lecionando, fato que muito o entristeceu, uma vez que ele amava dar aulas.”
Nesta situação, o entendimento do advogado está
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Leia o texto que segue para responder à questão.
A VOZ DO OUTRO
Quarenta e três anos separam a publicação de “O outro”, de Rubem Fonseca, e “Espiral”, de Geovani Martins. A seiva de raiva e rancor que irriga e alimenta as fronteiras entre ricos e pobres no Brasil continua, no entanto, a correr acelerada entre os dois contos ambientados no Rio de Janeiro.
Os protagonistas de “O outro” e “Espiral” não têm nome. São definidos por seu lugar na cidade: o primeiro, um executivo estressado que vive para o trabalho e, entre casa, carro e escritório, pouco anda na rua; o segundo, um adolescente que circula a pé e de ônibus entre a Gávea, bairro de classe média alta onde estuda numa escola pública, e a Rocinha, sobressaltada comunidade onde vive.
O executivo de Rubem Fonseca tem medo, o menino de Giovani Martins, também. O executivo tem medo de gente como o menino. O menino tem medo de quem, como o executivo, olha para ele com medo. O medo é pai da raiva; a raiva, mãe da covardia, como lembra Chico Buarque em “As caravanas”. É nesse fogo, nada brando, que o Rio ferve há pelo menos quatro décadas.
No conto de Rubem Fonseca – publicado em Feliz ano novo em 1975 e censurado pela ditadura um ano depois – um homem pobre sai da invisibilidade ao interpelar o executivo: “Doutor, doutor, será que o senhor podia me ajudar?”. Coração na boca, sentindo-se ameaçado, ele responde estendendo “uns trocados”. Dali para a frente, sucessivos pedidos de ajuda lhe parecem emboscadas.”Súplice e ameaçador”, o pedinte é, a seus olhos, um inimigo. Adversário que, um dia, flagra na porta de casa. É ali no limiar de seu território, de sua propriedade, que decide dar fim de uma vez por todas ao “outro” que tanto o atormenta.
O personagem de Geovani Martins se “assustava com o susto” de quem o via como “a ameaça”. Prendia o choro, humilhado, até perceber que o jogo nem sempre estava jogado. Passaria ele mesmo a ameacar, com sua ostensiva presença, os meninos do colégio particular caríssimo ou senhora que poderia ser sua avó, e, ao percebê-lo, agarrava-se à bolsa. Com o tempo, concentra-se num único homem, Mário, a quem assombra com zelo de especialista. [...]
Rubem Fonseca tem 92 anos, Geovani Martins, 26. Os dois estrearam com notáveis livros de contos – Os prisioneiros é de 1963 e O sol na cabeça, em que figura “Espiral”, foi lançado no início deste ano. Um e outro representam, em seus respectivos momentos, rupturas.[...]
[...] Ler Geovani Martins no espelho de Rubem Fonseca é encarar de frente “o outro”, que de exterminado nos anos 1970 vira hoje protagonisa e narrador. E o faz de igual para igual, olhando no olho. Pelo menos na literatura.
(Época, 30/04/2018).
Avalie como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as afirmações abaixo, que dizem respeito aos recursos de coesão presentes no texto.
( ) O conector “no entanto” (L.2) evidencia oposição de idéias, indicando que o passar do tempo não eliminou as causas determinantes das fronteiras entre pobres e ricos.
( ) Os numerais “primeiro” (L.4) e “segundo” (L.5) são formas referenciais que retomam “O outro” e “Espiral”, respectivamente.
( ) No fragmento: “O menino tem medo de quem, como o executivo, olha para ele com medo”, o referente do pronome pessoal “ele” é “o executivo”.
( ) A expressão “o pedinte” (L.15) se refere não ao “homem pobre que interpelou o executivo”, mas a outro indivíduo, referido, logo em seguida pelo termo “adversário”.
( ) O referente da expressão “deste ano” não é expresso dentro do texto, pois é contextual – o ano de 2018, data da edição do periódico em que consta o texto do jornalista.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os parênteses está na alternativa:
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1211639
Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
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De acordo com o que prevê o art. 29, IV, alíneas “a” a “x” (Redação dada pela Emenda Constitucional 58/2009) da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa que explicita CORRETAMENTE a relação entre a quantidade de vereadores do Município de Campina Grande (PB) e a respectiva população deste Município:
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Com base na leitura do texto a seguir, que faz uma reflexão sobre a formação dos profissionais de medicina, responda à questão:
O DRAMA NACIONAL DO ENSINO MÉDICO
A formação dos profissionais de medicina no país vem sendo posta em xeque em razão da abertura indiscriminada de faculdades
[...] O fato é que o médico, para exercer sua missão com competência e sabedoria, necessita acumular conhecimentos, desenvolver habilidades técnicas, ser ético, ter o comportamento moldado pelo humanismo e, mais ainda, saber comunicar-se com o doente e seua familiares.
[...] Infelizmente, o que está acontecendo(I) com o ensino médico no Brasil vai na contramão do melhor caminho para formar bons profissionais de medicina nos últimos quatro anos, algo alarmante e inédito no mundo. Nesse curto período de tempo, foram autorizadas a funcional mais de 100 faculdades, quando já tínhamos cerca de 200[...].
Ato II – As novas faculdades, e mesmo algumas antigas, estão aptas a formar adequadamente os médicos? A resposta imediata é “não!”. A primeira restrição diz respeito ao corpo docente, já que a boa formação depende de professores capacitados para o mister de ensinar. Embora os cursos médicos devam comprovar um número mínimo de mestres e doutores para o seu funcionamento, não existe fiscalização dessa exigência, tanto que a prática de algumas das novas escolas tem sido demitir doutores após a autorização oficial do funcionamento, uma vez que são docentes mais caros e diminuem o lucro de investidores mais interessados nos resultados financeiros do que no projeto educacional. De maneira complementar, com essa nova pletora de faculdades, seguramente, faltarão docentes qualificados(II) [...] E tudo isso porque estamos falando, nesse ponto, apenas do ensino, ficando quase implícito que em tal modelo a pesquisa não fará parte da rotina dessas faculdades. [...].
A segunda restrição é o acesso a hospitais-escolas. Eles não são apenas instituições assistenciais, pois dependem de médicos que, acumulando as funções dessa natureza e também as docentes, supervisionam as atividades dos estudantes e dos residetes. Querer formar médicos sem um apropriado hospital-escola, próprio ou conveniado, é querer formar músicos sem dar a eles instrumentos para tocar! [...].
Finalmente, se pretendemos mesmo oferecer atendimento de qualidade a nossa população, temos de entender que médicos devidamente qualificados são peças-chave(III). Entretanto, é preciso deixar muito claro que essas não são as únicas peças de um complexo sistema de saúde, que precisa ser constantemente aprimorado para melhor atender a população.
(Veja, 1º de agosto, 2018).
A respeito do emprego dos advérbios no texto, pode-se afirmar que:
I- Em “Infelizmente, o que está acontecendo…” (L. 06), “infelizmente” está em relação com o período no qual se desenvolve o tópico temático – a abertura indiscriminada de faculdades –, servindo para imprimir subjetividade ao texto, ao revelar a postura de insatisfação do autor.
II- Em “Seguramente faltarão docentes qualificados...” ( L. 15) e “um complexo sistema de saúde, que precisa ser constantemente aprimorado” (L. 23), “seguramente” e “constantemente “são advérbios classificados tradicionalmente como de “modo”, mas trazem nuances, respectivamente, de avaliação e tempo/frequência.
III- Em “temos de entender que médicos devidamente qualificados são peças-chave”, “devidamente” é um advérbio de modo que se relaciona com o adjetivo “qualificados”.
É CORRETO o que se afirma em:
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1147350
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
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No Brasil, as sucessivas crises econômicas, as acentuadas diferenças de classe e a falta de investimento em mobilidade emprego de qualidade, saúde, educação e previdência estão entre os fatores que resultam nos elevados índices de violência nas cidades.
Analise as proposições a seguir, levando-se em conta tal informação.
I- No Brasil, dois acontecimentos são marcantes sobre o quanto ainda é preciso lutar contra a violência. Um deles foi a aprovação da Lei Maria da Penha (Lei Nº 11.340 de 7 de agosto de 2006) e a criação de um novo tipo criminal, o feminicídio, para designar as mortes violentas de mulheres no âmbito do ambiente doméstico.
II- Um tipo de violência urbana que é bastante frequente é a doméstica, na qual os atos de agressão ocorrem no âmbito da instituição familiar.
III- A consequência da violência urbana, muitas vezes não é física, mas pode ser psíquica. Uma vítima de violência leva para sempre a lembrança do ocorrido, tenha acontecido na infância, na adolescência, na fase adulta ou já na terceira idade.
Está CORRETO o que se afirmar em
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Quando você consegue ajudar alguém a se localizar, você cumpriu a função mais simples da linguagem: a informativa. No entanto, além dessa, há outras funções que ela desempenha.
Associe a função à sua respectiva característica e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
I- Função referencial.
II- Função fática.
III- Função metalinguística.
IV- Função apelativa.
II- Função fática.
III- Função metalinguística.
IV- Função apelativa.
( ) Visa ao estabelecimento e à manutenção de um canal de contato entre as pessoas. Seu objetivo é assegurar que a comunicação inicie e se mantenha pelo tempo necessário.
( ) Utilizada quando se espera uma atitude ou uma decisão de alguém. Ela é bastante utilizada nas mensagens publicitárias.
( ) Se dá quando a linguagem está focada no assunto. Nesse caso, a linguagem se caracteriza pelo simples fato de alguém informar algo a outro alguém.
( ) Essa função tenta explicar o que não ficou evidente na comunicação. É como se a linguagem estimulasse a reflexão sobre a própria linguagem.
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Atente à charge abaixo para responder a questão

Disponível em: > https://www.google.com.br/search?q=
charges+sobre+politica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=S4GJoxFQoW5zHM%253A%252C-<. Data da consulta: 05/09/2018.
O sujeito sintático de “E nós, corruptos, mensaleiros, sanguessugas, trambiqueiros e etc, agradecemos pelo seu dinheiro”, se classifica como
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