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No Município de Alenquer, o conjunto de normas norteadoras da relação jurídica de trabalho entre o Poder Público e seu servidor foi consubstanciado pela Lei Municipal n.º 044/1997, de 1.º de dezembro de 1997. No que concerne ao referido Regime Jurídico Único, é correto asseverar que
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Para ir de Alenquer à Cidade dos Deuses, que fica a 45km da cidade, um veículo demora 54 minutos. Este mesmo veículo, para se deslocar por 30km dessa mesma estrada demora
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Quanto à nomeação em cargo público municipal em Alenquer, considere:
I. é forma originária de provimento.
II. far-se-á em caráter efetivo se se tratar de cargo de assessoramento direto ao Chefe do Poder Executivo Municipal.
III. far-se-á em caráter comissionado para cargos de confiança, de livre exoneração.
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Millôr Fernandes
Quando os eruditos descobriram a língua, ela já estava completamente pronta pelo povo. Os eruditos tiveram apenas que proibir o povo de falar errado.
No princípio era o verbo. Defectivo, naturalmente.
Como não é machista, sempre que a frase tem maioria de mulheres o autor usa o pronome feminino [comentando a frase: "Ivan Pinheiro Machado, com as editoras Fernanda Veríssimo e Jó Saldanha tomaram para elas próprias..."].
Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica.
Por quê? É filosofia. Porque é pretensão.
Está bem, lingüista, se dois é ambos, por que três não é trampos?
As palavras nascem saudáveis e livres, crescem vagabundas e elásticas, vivem informes, informais e dinâmicas. Morrem quando contraem o câncer do significado definitivo e são recolhidas ao CTI dos dicionários.
Devemos ser gratos aos portugueses. Se não fossem eles estaríamos até hoje falando tupi-guarani, uma língua que não entendemos.
É evidente que no princípio foi a interjeição, insopitável pelo espanto diante do fogo, do raio. Depois foi o substantivo para designar a pedra e a chuva. E logo o adjetivo, que fazia tanta falta para ofensas. Mas eles continuam insistindo em que no princípio era o verbo.
Que língua, a nossa!
A palavra oxítona é proparoxítona.
Extraído do livro:
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Quanto às relações de retomada de sentido, é falso afirmar que o pronome
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A Empresa Norte Comercial LTDA inventariou o estoque final em 31/12/2009 e encontrou o valor de R$ 30.000,00. O estoque inicial montava em R$ 60.000,00 e o Custo da Mercadoria Vendida somou R$ 50.000,00. Qual o valor das compras de mercadorias?
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Ao redigir correspondência oficial endereçada a deputados federais, senadores, deputados estaduais, conselheiros dos Tribunais de Contas estaduais, deve-se usar, no endereçamento,
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Millôr Fernandes
Quando os eruditos descobriram a língua, ela já estava completamente pronta pelo povo. Os eruditos tiveram apenas que proibir o povo de falar errado.
No princípio era o verbo. Defectivo, naturalmente.
Como não é machista, sempre que a frase tem maioria de mulheres o autor usa o pronome feminino [comentando a frase: "Ivan Pinheiro Machado, com as editoras Fernanda Veríssimo e Jó Saldanha tomaram para elas próprias..."].
Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica.
Por quê? É filosofia. Porque é pretensão.
Está bem, lingüista, se dois é ambos, por que três não é trampos?
As palavras nascem saudáveis e livres, crescem vagabundas e elásticas, vivem informes, informais e dinâmicas. Morrem quando contraem o câncer do significado definitivo e são recolhidas ao CTI dos dicionários.
Devemos ser gratos aos portugueses. Se não fossem eles estaríamos até hoje falando tupi-guarani, uma língua que não entendemos.
É evidente que no princípio foi a interjeição, insopitável pelo espanto diante do fogo, do raio. Depois foi o substantivo para designar a pedra e a chuva. E logo o adjetivo, que fazia tanta falta para ofensas. Mas eles continuam insistindo em que no princípio era o verbo.
Que língua, a nossa!
A palavra oxítona é proparoxítona.
Extraído do livro:
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Com base no contexto, pode-se concluir que “insopitável” significa
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Millôr Fernandes
Quando os eruditos descobriram a língua, ela já estava completamente pronta pelo povo. Os eruditos tiveram apenas que proibir o povo de falar errado.
No princípio era o verbo. Defectivo, naturalmente.
Como não é machista, sempre que a frase tem maioria de mulheres o autor usa o pronome feminino [comentando a frase: "Ivan Pinheiro Machado, com as editoras Fernanda Veríssimo e Jó Saldanha tomaram para elas próprias..."].
Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica.
Por quê? É filosofia. Porque é pretensão.
Está bem, lingüista, se dois é ambos, por que três não é trampos?
As palavras nascem saudáveis e livres, crescem vagabundas e elásticas, vivem informes, informais e dinâmicas. Morrem quando contraem o câncer do significado definitivo e são recolhidas ao CTI dos dicionários.
Devemos ser gratos aos portugueses. Se não fossem eles estaríamos até hoje falando tupi-guarani, uma língua que não entendemos.
É evidente que no princípio foi a interjeição, insopitável pelo espanto diante do fogo, do raio. Depois foi o substantivo para designar a pedra e a chuva. E logo o adjetivo, que fazia tanta falta para ofensas. Mas eles continuam insistindo em que no princípio era o verbo.
Que língua, a nossa!
A palavra oxítona é proparoxítona.
Extraído do livro:
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Releia o fragmento de texto abaixo:
“Como não é machista, sempre que a frase tem maioria de mulheres o autor usa o pronome feminino.”
Esse trecho foi reescrito, mantendo-se as relações de sentido, em
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2399417
Ano: 2010
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
Provas:
A Resolução n.º 012/1992, de 18 de novembro de 1992, aprovou o Regimento Interno da Câmara Municipal de Alenquer. Acerca do mesmo, é correto asseverar que
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Quanto às formas de provimento previstas no Regime Jurídico Único dos servidores públicos municipais de Alenquer, considere:
I. Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro.
II. O retorno de servidor aposentado por invalidez, quando, por junta médica, for declarado insubsistente o pedido de aposentadoria, denomina-se readaptação.
III. A recondução consiste no retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado decorrente de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo.
IV. Reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial.
Estão corretos os itens
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