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Foram encontradas 115 questões.

4165215 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

Leia o infográfico a seguir.

 

Enunciado 4708902-1

 

Disponível em: https://ipam.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Infogr%C3%A1fico-Enfoque-Alcan%C3%A7ar-%E2%80%93-Beneficiar-%E2%80%93-Empoderar.pdf. Acesso em: 30 out. 2025.

 

Nos gêneros textuais não literários, é possível identificar uma função específica para a escrita do texto. A notícia tem o objetivo de informar, o artigo de opinião tem o objetivo de emitir opinião sobre um determinado assunto, por exemplo. Considerando essas informações, é possível afirmar que a principal função do infográfico seria:

 

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4165214 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

Leia este anúncio.

 

Enunciado 4708901-1

 

Revista Veja, São Paulo, abril, ed. 2120, ano 42, n. 27, 8 jul. 2009. (Adaptado)

 

Para reforçar o bom trabalho desempenhado pelo Conar, o idealizador da campanha publicitária utiliza como uma das principais estratégias:

 

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4165213 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

Leia os dois textos a seguir.

Texto 1

 

“Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço. Falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora. Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão. (...) Na verdade não existem meninos De rua. Existem meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.”

 

COLASSANTI, Marina. In: Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

 

Texto 2

 

Enunciado 4708900-1

 

Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/

noticia/2024/11/11/quantidade-de-criancas-e-adolescentes-em-situacao-de-rua-cresceu-

12-vezes-na-cidade-de-sp-nos-ultimos-10-anos.ghtml Acesso em: 28 out. 2025.

 

Os dois textos tratam de um mesmo problema social que afeta muitos países, inclusive o Brasil: crianças que estão em situação de rua.

 

Sobre essas crianças em situação de rua, os dois textos apresentam informações:

 

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4165212 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

INSTRUÇÃO: Leia este cartaz de propaganda e responda a questão.

 

Enunciado 4708899-1

Disponível em: https://amigodobicho.wordpress.com Acesso em: 1 nov. 2025.

 

Releia este trecho do cartaz.

 

Enunciado 4708899-2

 

Nessa parte do cartaz a expressão “E muito amor!!” destoa dos outros elementos obrigatórios para adoção, embora pareça ser o item mais importante, já que aparece destacada em relação aos demais. Nesse caso, foi utilizada como estratégia argumentativa:

 

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4165211 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

INSTRUÇÃO: Leia este cartaz de propaganda e responda a questão.

 

Enunciado 4708898-1

Disponível em: https://amigodobicho.wordpress.com Acesso em: 1 nov. 2025.

 

O cartaz de divulgação anuncia a 14ª feira de adoção de cães e gatos. Para convencer os leitores a irem à feira e adotarem esses animais, foram utilizadas as seguintes estratégias verbais e não verbais, EXCETO:

 

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4165210 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

INSTRUÇÃO: Leia esta crônica de Luis Fernando Verissimo, publicada no livro Comédias para se ler na escola, e responda a questão.

 

Papos

 

— Me disseram...
— Disseram-me.
— Hein?
— O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
— Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
— O quê?
— Digo-te que você...
— O “te” e o “você” não combinam.
— Lhe digo?
— Também não. O que você ia me dizer?
— Que você está sendo grosseiro, pedante e chato e que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
— Partir-te a cara.
— Pois é. Parti-la-ei, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
— É para o seu bem.
— Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
— O quê?
— O mato.
— Que mato?
— Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem? Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é elitismo.
— Se você prefere falar errado...
— Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
— No caso... não sei.
— Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
— Esquece.
— Não como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
— Depende.
— Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
— Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
— Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
— Por quê?
— Porque, com todo este papo, esqueci-lo.

 

VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

 

Releia este trecho da crônica.

 

— Digo-te que você...
— O “te” e o “você” não combinam.

 

A explicação da gramática normativa para, segundo um dos personagens, o “te” e o “você” não combinarem é:

 

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4165209 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

INSTRUÇÃO: Leia esta crônica de Luis Fernando Verissimo, publicada no livro Comédias para se ler na escola, e responda a questão.

 

Papos

 

— Me disseram...
— Disseram-me.
— Hein?
— O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
— Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?
— O quê?
— Digo-te que você...
— O “te” e o “você” não combinam.
— Lhe digo?
— Também não. O que você ia me dizer?
— Que você está sendo grosseiro, pedante e chato e que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
— Partir-te a cara.
— Pois é. Parti-la-ei, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
— É para o seu bem.
— Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
— O quê?
— O mato.
— Que mato?
— Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem? Pois esqueça-o e para-te. Pronome no lugar certo é elitismo.
— Se você prefere falar errado...
— Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
— No caso... não sei.
— Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
— Esquece.
— Não como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
— Depende.
— Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
— Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
— Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
— Por quê?
— Porque, com todo este papo, esqueci-lo.

 

VERISSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

 

Sobre estratégias usadas por Verissimo para construir o humor da crônica, analise as afirmações a seguir.

 

I. A exploração do desconhecimento do fenômeno da variação linguística por parte dos dois personagens, que, ao invés de conversarem, se perdem em devaneios sobre o que seria a forma “correta”, preconizada pela gramática normativa, sobre o uso dos pronomes.

 

II. A falha de comunicação no trecho “— O quê? / — O mato. / — Que mato?” que enfatiza a confusão entre os interlocutores, que desfocam sobre o assunto que iria ser abordado em uma conversa informal e entabulam uma discussão sobre regras gramaticais prescritas pela gramática normativa.

 

III. A inversão de papéis entre os interlocutores, o que coloca em xeque mate o papel de “paladino da língua portuguesa”, assumido por um deles inicialmente, ridicularizando a “censura normativa” em uma situação cotidiana de uso da língua.

 

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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4165208 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: ALES

INSTRUÇÃO: Leia dois textos jornalísticos que versam sobre a operação policial realizada na cidade do Rio de Janeiro em outubro de 2025.

 

Texto 1

 

Tragédia do Rio mostra erros do governo estadual e a necessidade de cooperação entre os governos

 

Miriam Leitão
29/10/2025

 

Uma operação em que morrem tantos e que no dia seguinte ainda se contam os mortos é desastrosa, um fracasso. E esse fracasso na ação no Complexo do Alemão veio do mau planejamento. Tanto os traficantes, quanto as milícias, precisam ser combatidos, sem dúvida. O Rio é uma cidade sitiada pelo crime; é preciso uma reação. Mas isso tem que ser feito em cooperação com o governo federal. O que se viu ontem foi que o governo estadual, quando percebeu que estava dando errado, decidiu culpar o governo federal.

 

O argumento usado pelo governador foi que ele pediu blindados, soldados e mecânicos. Fui saber do Ministério da Defesa o que aconteceu com esse pedido e li todo o parecer da AGU que foi entregue a eles. A AGU respondeu que pedir blindados não é uma coisa trivial. Constitucionalmente, não é assim que se faz. Não é dessa maneira informal que se faz um pedido.

 

[...]

 

Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/miriam-leitao/post/2025/10/tragedia-do-rio-mostra-erros-do-governo-estadual-e-a-necessidade-de-cooperacao-entre-os-governos.ghtml. Acesso em: 29 out. 2025.

 

Texto 2

 

Operação contra o CV no RJ é sucesso ou tragédia para a segurança pública?
Ação é considerada a maior da história do Estado e mobiliza polícias civil e militar e ocorre em várias comunidades dominadas pela facção

 

Por Jovem Pan
28/10/2025

 

Uma megaoperação policial realizada nesta terça-feira (28) no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho resultou em pelo menos 60 mortes, segundo informações preliminares das forças de segurança. A ação, considerada uma das maiores da história do estado, mobiliza polícias civil e militar e ocorre em várias comunidades dominadas pela facção.

 

O episódio reacendeu o debate sobre o agravamento da violência no Rio e a falta de coordenação entre os governos estadual e federal. O governador [...] afirmou que o estado não recebeu apoio da União na operação, enquanto o Ministério da Justiça divulgou nota dizendo que o governo federal “atua sim” no enfrentamento ao crime organizado na região.

 

[...]

 

Disponível em: https://jovempan.com.br/noticias/brasil/operacao-contra-o-cv-no-rj-e-sucesso-ou-tragedia-para-a-seguranca-publica.html Acesso em: 29 out. 2025.

 

Vocabulário
AGU: Advocacia-Geral da União

 

A partir da leitura dos dois textos, é CORRETO afirmar que:

 

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4165207 Ano: 2025
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IBGP
Orgão: ALES

Com base nas disposições da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, analise as seguintes afirmativas:

 

I. O empenho é o primeiro estágio da despesa orçamentária e tem como finalidade criar para o Estado uma obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição, devendo indicar de forma precisa o seu credor e o valor.

 

II. Os Restos a Pagar processados representam despesas empenhadas, liquidadas e não pagas até 31 de dezembro, para as quais já foi fornecido o bem ou serviço pelo credor, constituindo uma dívida líquida e certa do ente público.

 

III. A Demonstração das Variações Patrimoniais é uma das demonstrações contábeis previstas na Lei Nº4.320/64 e tem por objetivo evidenciar as alterações no patrimônio líquido, que decorram ou não de operações orçamentárias.

 

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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4165206 Ano: 2025
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IBGP
Orgão: ALES

A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF - Lei Complementar nº 101/2000) consolida um regime jurídico para as finanças públicas, impondo condutas e limites à gestão fiscal. Com base em suas disposições, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma a seguir.

 

( ) A legislação fiscal responsável veda a realização de operações de crédito por antecipação de receita no primeiro ano e nos últimos oito meses do mandato do Governador ou Prefeito.

 

( ) A Lei de Responsabilidade Fiscal ampliou o conteúdo mínimo da Lei de Diretrizes Orçamentárias, determinando que esta deve estabelecer normas para o equilíbrio orçamentário e definir os critérios para a contingência de dotações, aplicável quando houver risco de descumprimento da meta fiscal.

 

( ) A LRF estabelece limites de despesa para as unidades da Federação, sendo expressamente previsto um teto global para as despesas com a contratação de serviços de terceiros, calculado com base na Receita Corrente Líquida do ente.

 

A sequência está CORRETA em:

 

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