Foram encontradas 222 questões.
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Provas
Provas
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Provas
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Provas
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Provas
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Provas
Provas
O nascimento da ética do político
Em milênios de filosofia, só dois filósofos quebraram
as fronteiras da academia para que seus nomes gerassem
adjetivos conhecidos de todos, até de quem não sabe quem eles
foram: Platão e Maquiavel. Todos ouvimos falar em amor
platônico ou em pessoas maquiavélicas. Não interessa que
os especialistas se irritem porque Maquiavel não foi
maquiavélico; o fato é que ele, como Platão, deixou uma marca
no imaginário social.
O Príncipe, que, em breve, completará 500 anos, tem
características notáveis. Primeira: é livro facílimo de ler.
Segunda: apesar disso, não há acordo sobre o que quer dizer.
Nós o lemos com facilidade e não temos certeza do que ele
pretende. Talvez porque, terceira característica, pareça
contradizer o resto da vida e obra do autor.
Maquiavel foi um dos chefes da república de Florença,
passou anos escrevendo uma grande obra republicana —
Discursos —, mas somente se tornou um dos maiores
pensadores da história devido a um livro curto que redigiu em
poucas semanas, quando estava banido da cidade, com o fim de
agradar aos novos senhores de uma Florença monárquica. Por
isso nos perguntamos o que é O Príncipe: é um livro de
apologia à monarquia ou uma sátira cáustica? Sustenta que os
fins justificam os meios ou mostra a essência da política?
Contradiz o político e pensador republicano ou nutre, com ele,
uma secreta harmonia?
Renato Janine Ribeiro. In: O Estado de S.Paulo, 7/8/2010. Internet: www.estadao.com.br (com adaptações).
Provas
Texto para as questões de 1 a 4
O governo do estado de São Paulo lançou um
programa que fechará o cerco ao consumo de álcool por
crianças e adolescentes. A medida inclui uma lei mais
severa, que punirá com multas pesadas e fechamento os
estabelecimentos comerciais que reincidirem na venda de
bebidas a individuos com menos de dezoito anos de idade,
sejam bares, supermercados, restaurantes, boates ou lojas de
conveniência. Além de apresentarem certa precocidade na
aquisição do hábito de ingerir álcool, os adolescentes
paulistas bebem frequentemente, exageram nas doses e, em
muitos casos, agem assim com anuência familiar.
Encaminhado à Assembleia Legislativa na primeira
semana de agosto, o projeto de lei está previsto para entrar em
vigor ainda em 2011. A primeira norma do gênero é federal, de
1941, e prevê prisão de dois meses a um ano a quem servir
bebida a individuo que tenha menos de dezoito anos de idade.
A outra é o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê
punições mais longas, de dois a quatro anos. Em 2007, o
governo paulista determinou que os estabelecimentos infratores
deveriam fechar as portas. A lei de agora reafirma a punição
em vigor há mais de quatro anos e inova ao estabelecer multas
com valores altos, que variam de acordo com o tamanho do
negócio e vão de R$ 1.745,00 a R$ 43.625,00. Os valores serão
dobrados nocaso de reincidência, ultrapassando R.000,00.
Os efeitos do álcool no organismo de jovens são
devastadores. Um estudo do governo norte-americano,
publicado em 2009, mostrou que a probabilidade de se tornar
alcoólatra na idade adulta é de 5% para quem começa a beber
depois dos 21 anos de idade e de 25% quando a iniciação
ocorre sete anos antes. Além disso, como o processo de
amadurecimento do cérebro só se completa duas décadas
depois do nascimento, o consumo precoce de álcool pode
comprometer seriamente o desenvolvimento desse órgão vital,
ao aumentar a probabilidade de aparecimento de problemas
cognitivos, como falta de concentração, e de alterações de
humor, como depressão e ansiedade. O abuso de bebidas
alcoólicas pode, ainda, servir de porta de entrada para outras
drogas e comportamentos de risco, como fazer sexo sem
proteção.
Giuliana Bergamo. Fim da farra. In: Veja, 10/8/2011, p. 72-3 (com adaptações).
Assinale a opção correta com relação à estrutura morfossintática do texto.
Provas
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- Interpretação de Textos
Para dar o salto que se impõe no limiar do novo
milênio, não podemos mais conviver com o analfabetismo e o
semianalfabetismo em massa. É uma pobre ilusão achar que o
mero consumo de quinquilharias vai nos fazer modernos, se
nossas crianças continuarem passando pela escola sem absorver
o mínimo indispensável de conhecimento para viver no ritmo
da modernidade.
Fernando Henrique Cardoso, In: João Bosco Bezerra Bonfim, Op. cit., p. 412 (com adaptações).
Provas
Caderno Container