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Foram encontradas 222 questões.

520508 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Acerca do RJU-ES, assinale a opção correta.
 

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520506 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Federal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Assinale a opção correta acerca de técnica legislativa.
 

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520505 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Na terminologia orçamentária, projeto é definido como um
 

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520504 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Considerando que a elaboração, discussão e aprovação de um orçamento público são aspectos fundamentais para a gestão financeira e econômica do Estado moderno, assinale a opção correta.
 

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520503 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
As receitas correntes são
 

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520502 Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Assinale a opção que apresenta, na respectiva ordem, a classificação das receitas com relação à natureza, categoria econômica, afetação patrimonial e coercitividade.
 

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520501 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Uma empresa tem 5.000 caixas para estocar em pallets. Cada pallet comporta 50 caixas e eles serão empilhados em número de 3 pallets. Nessa situação, a quantidade de pilhas de pallets será igual a
 

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520500 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

O nascimento da ética do político

Em milênios de filosofia, só dois filósofos quebraram

as fronteiras da academia para que seus nomes gerassem

adjetivos conhecidos de todos, até de quem não sabe quem eles

foram: Platão e Maquiavel. Todos ouvimos falar em amor

platônico ou em pessoas maquiavélicas. Não interessa que

os especialistas se irritem porque Maquiavel não foi

maquiavélico; o fato é que ele, como Platão, deixou uma marca

no imaginário social.

O Príncipe, que, em breve, completará 500 anos, tem

características notáveis. Primeira: é livro facílimo de ler.

Segunda: apesar disso, não há acordo sobre o que quer dizer.

Nós o lemos com facilidade e não temos certeza do que ele

pretende. Talvez porque, terceira característica, pareça

contradizer o resto da vida e obra do autor.

Maquiavel foi um dos chefes da república de Florença,

passou anos escrevendo uma grande obra republicana —

Discursos —, mas somente se tornou um dos maiores

pensadores da história devido a um livro curto que redigiu em

poucas semanas, quando estava banido da cidade, com o fim de

agradar aos novos senhores de uma Florença monárquica. Por

isso nos perguntamos o que é O Príncipe: é um livro de

apologia à monarquia ou uma sátira cáustica? Sustenta que os

fins justificam os meios ou mostra a essência da política?

Contradiz o político e pensador republicano ou nutre, com ele,

uma secreta harmonia?

Renato Janine Ribeiro. In: O Estado de S.Paulo, 7/8/2010. Internet: www.estadao.com.br (com adaptações).

Considerando que cada uma das opções abaixo apresenta uma proposta de reescrita de trecho do texto — indicado entre aspas —, assinale a opção em que a reescrita, além de manter o sentido da informação originalmente apresentada, também preserva a correção gramatical.
 

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Texto para as questões de 1 a 4

O governo do estado de São Paulo lançou um

programa que fechará o cerco ao consumo de álcool por

crianças e adolescentes. A medida inclui uma lei mais

severa, que punirá com multas pesadas e fechamento os

estabelecimentos comerciais que reincidirem na venda de

bebidas a individuos com menos de dezoito anos de idade,

sejam bares, supermercados, restaurantes, boates ou lojas de

conveniência. Além de apresentarem certa precocidade na

aquisição do hábito de ingerir álcool, os adolescentes

paulistas bebem frequentemente, exageram nas doses e, em

muitos casos, agem assim com anuência familiar.

Encaminhado à Assembleia Legislativa na primeira

semana de agosto, o projeto de lei está previsto para entrar em

vigor ainda em 2011. A primeira norma do gênero é federal, de

1941, e prevê prisão de dois meses a um ano a quem servir

bebida a individuo que tenha menos de dezoito anos de idade.

A outra é o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê

punições mais longas, de dois a quatro anos. Em 2007, o

governo paulista determinou que os estabelecimentos infratores

deveriam fechar as portas. A lei de agora reafirma a punição

em vigor há mais de quatro anos e inova ao estabelecer multas

com valores altos, que variam de acordo com o tamanho do

negócio e vão de R$ 1.745,00 a R$ 43.625,00. Os valores serão

dobrados nocaso de reincidência, ultrapassando R.000,00.

Os efeitos do álcool no organismo de jovens são

devastadores. Um estudo do governo norte-americano,

publicado em 2009, mostrou que a probabilidade de se tornar

alcoólatra na idade adulta é de 5% para quem começa a beber

depois dos 21 anos de idade e de 25% quando a iniciação

ocorre sete anos antes. Além disso, como o processo de

amadurecimento do cérebro só se completa duas décadas

depois do nascimento, o consumo precoce de álcool pode

comprometer seriamente o desenvolvimento desse órgão vital,

ao aumentar a probabilidade de aparecimento de problemas

cognitivos, como falta de concentração, e de alterações de

humor, como depressão e ansiedade. O abuso de bebidas

alcoólicas pode, ainda, servir de porta de entrada para outras

drogas e comportamentos de risco, como fazer sexo sem

proteção.

Giuliana Bergamo. Fim da farra. In: Veja, 10/8/2011, p. 72-3 (com adaptações).

Assinale a opção correta com relação à estrutura morfossintática do texto.

 

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520498 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Para dar o salto que se impõe no limiar do novo

milênio, não podemos mais conviver com o analfabetismo e o

semianalfabetismo em massa. É uma pobre ilusão achar que o

mero consumo de quinquilharias vai nos fazer modernos, se

nossas crianças continuarem passando pela escola sem absorver

o mínimo indispensável de conhecimento para viver no ritmo

da modernidade.

Fernando Henrique Cardoso, In: João Bosco Bezerra Bonfim, Op. cit., p. 412 (com adaptações).

No texto, o emprego de primeira pessoa do plural em “podemos” (ℓ.2), “nos” (ℓ.4) e “nossas” (ℓ.5)
 

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