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Foram encontradas 230 questões.

769463 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
Série de classes ou carreira, conforme a Lei Municipal 1.429/68 é o conjunto de classes:
 

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769447 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
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As receitas e as despesas são contabilizadas durante o exercício social em contas de resultado.
Está correto afirmar que Resultado Líquido é:
 

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769109 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
O mercado do bairro
Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito. Não sei o porquê. Mas desconfio de alguns dos motivos. É um lugar calmo, em geral, e sombreado, escondido por trás da agitação ensolarada e quente do Largo da Batata. Basta chegar pelo lado da Rua Teodoro Sampaio para entender meu ponto. Você enfrentará ônibus, automóveis e uma movimentação de pedestres sem fim para entrar, de repente, em um lugar tranquilo.
Os artigos são todos expostos da mesma maneira há décadas. Não há surpresas. As frutas e verduras ficam no andar térreo, cercadas por bancas de nozes, farinhas e azeitonas, algumas com linguiças penduradas por cima da cabeça dos fregueses. Para chegar às carnes e aos peixes, é preciso subir uma rampa em caracol tão inusitada que torna divertida a caminhada. Se existissem bibliotecas de frutas e verduras, elas seriam desse jeito. A ordem de exposição dos produtos, basicamente os mesmos desde sempre, obedece a critérios antigos. Há poucas concessões ao marketing moderno. A disposição das cores e alimentos segue padrões clássicos, enfim.
Foi com alegria cautelosa que aceitei o convite da minha amiga Cris para conhecer um restaurante novo dentro do mercado. Apesar do meu carinho pelo lugar, fazia um par de anos que não entrava lá. Explica ela que o nosso destino é uma espécie de bar latino, meio andino, meio hipster, como se diz. Serve, no balcão, ceviche, peixe cozido no limão, que adoro. Cris é referência minha para questões de gosto e beleza. É ela quem me indica os lugares novos e badalados da nossa cidade. Não erra nunca.
Havia lido fazia pouco tempo também um texto bonito sobre o mercado no livro Ela Me Dá Capim e Eu Zurro, de Fabrício Corsaletti. Deu saudade. Está aí, aliás, uma boa dica de presente de Natal para quem gosta de crônica e de São Paulo. Conheço faz anos o Fabrício, mas nunca havia visto direito nada dele que não fosse poesia. Comecei a leitura e não consegui mais parar. Não demorou duas noites e estava no fim (é curtinho). Senti com o escritor um laço forte. Nós dois viemos morar na cidade pela primeira vez no tempo da faculdade (com vinte anos de diferença). Ele é de uma cidade pequena no interior do estado; eu, de outra, no sul da Califórnia. Estudamos letras. Andamos muito de ônibus na Teodoro Sampaio. Acho que compartilho de algumas das suas reações emocionais diante da capital. É linda a obra.
E o restaurante latino não decepciona. A comida é uma delícia. Meu medo era que destoasse das bancas tradicionais do mercado. Mas não. Cabe bem ali do lado do boxe dos peixes. Chama-se Comedoria Gonzales. Traz também personagens novos e interessantes para o lugar, com um número muito maior de tatuagens. Dá ao nosso tradicional ponto do bairro um toque mais cosmopolita e atual.
Matthew Shirts
Transpondo para a voz passiva a frase “... o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração..." obtém-se a forma verbal:
 

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769066 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
O processo de escolher o melhor candidato para o cargo de uma empresa é denominado como:
 

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767256 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
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Hotéis meio caídos
Houve uma época em que eu gostava de hotéis meio caídos. Coincide com os tempos em que eu tinha menos dinheiro, mas o detalhe relevante era serem meio caídos, e para isso era necessário que tivessem alguma história de um tempo em que não eram caídos. Nem precisava ser uma história escrita, bastava o prédio ter abrigado uma celebridade em tal década, ou se localizar na área da queda de alguma Bastilha ou algum bastião.
Já era meio caído o Grande Hotel de Belo Horizonte quando o conheci. Fui lá beber cerveja preta e barata no bar de estilo neoclássico porque, três décadas antes, os escritores paulistas Mário e Oswald de Andrade haviam-se encontrado ali com Carlos Drummond de Andrade e outros escritores mineiros e tomaram cerveja preta e barata. Nos tempos em que fez jus ao nome, o hotel hospedou Santos Dumont, Rui Barbosa, Getúlio Vargas. Foi inaugurado junto com a cidade, em 1897, pegou fogo, foi reconstruído em 1908 e demolido em 1956, pouco depois que o conheci. Meio caído, mas cheio de histórias.
Na minha primeira vinda a São Paulo, fiquei no Hotel Governador, na Praça da Sé. Bem caído, tomou tiro na Revolução de 32. Já foi demolido. Em Paris me hospedei num hotelzinho perto da Sorbonne, onde os estudantes de Maio de 68 haviam erguido barricadas. É caminho para a Bastilha, quem sabe por ali passaram turbas, 160 anos antes? Em Atenas, fiquei num pequeno hotel todo branco na subida para a Acrópole, e imaginava que Péricles havia caminhado por aquela colina, bem ali em frente, nu, como gostava que andássemos, homens livres, ou Sócrates, o filósofo, não o doutor.
Na Cidade do México, no bar do caído hotel com vista para a Praça Tlatelolco, o garçom me mostrou o buraco de bala no teto, feito por um tiro de Pancho Villa.
O melhor dos meus hotéis caídos, melhor pelas histórias, não pela qualidade, foi o Earle, no coração do Village, em Nova York. Fui bater lá em 1983, quando estive nos Estados Unidos para palestras nas universidades de Yale, Maryland e Nova York, sobre um livro meu lançado lá, The Celebration (A Festa). Alguém me havia dito que o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss tinha se hospedado ali. Entrei com uma “poeta”, depois de darmos umas voltas pela Washington Square, cenário do romancista Henry James no limiar do século XX. Gostei, e pela manhã resolvi estender a estada. Puxei conversa com o recepcionista, mais bem conservado que o hotel:
— Me disseram que se hospedou aqui o Lévi-Strauss.
— Levi? Strauss? O dos livros ou o das calças?
A graça da resposta é que o criador das calças jeans se chamava Levi Strauss. Quando dissemos que éramos um jornalista escritor e uma “poeta”, o homem revelou a maior glória do hotel:
— Bob Dylan morou aqui.
— Estava tentando a vida no Village quando veio de Minneapolis. Joan Baez também morava aqui na mesma época.
Ele trabalhava ali havia mais de trinta anos. Contou que outro Dylan famoso morou lá, o poeta Dylan Thomas, quando foi expulso por bebedeira e quebradeira no hotel vizinho. Lembrou-se de outros: Barbra Streisand, a escritora Patricia Highsmith. Acrescentou:
— Não é do meu tempo, mas está registrado que Ernest Hemingway ficou aqui em 1914, antes de partir para a Europa, para a Grande Guerra.
Eu me senti em casa, enturmado.
Ivan Angelo
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/
Indique a alternativa em que há erro de concordância nominal.
 

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767170 Ano: 2015
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
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Com base na Instrução Nº 02/2008 – Área Municipal preencha as lacunas abaixo com alternativa correta.
Para fins de fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, quanto à , legitimidade e economicidade, exercida por meio do controle e emissão de parecer prévio sobre as contas anuais das prefeituras, bem como apreciação dos atos praticados por seus ordenadores de despesa, administradores, gestores e demais responsáveis por bens e valores públicos, deverá ser encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, até o dia 31 de , a documentação relacionada no artigo 1º da Instrução Normativa N° 02/2008, relativa ao exercício anterior.
 

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767152 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
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Com base na Lei 4.320/64, o recolhimento de todas as receitas far-se-á em estrita observância ao princípio de:
 

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767056 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
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Hotéis meio caídos
Houve uma época em que eu gostava de hotéis meio caídos. Coincide com os tempos em que eu tinha menos dinheiro, mas o detalhe relevante era serem meio caídos, e para isso era necessário que tivessem alguma história de um tempo em que não eram caídos. Nem precisava ser uma história escrita, bastava o prédio ter abrigado uma celebridade em tal década, ou se localizar na área da queda de alguma Bastilha ou algum bastião.
Já era meio caído o Grande Hotel de Belo Horizonte quando o conheci. Fui lá beber cerveja preta e barata no bar de estilo neoclássico porque, três décadas antes, os escritores paulistas Mário e Oswald de Andrade haviam-se encontrado ali com Carlos Drummond de Andrade e outros escritores mineiros e tomaram cerveja preta e barata. Nos tempos em que fez jus ao nome, o hotel hospedou Santos Dumont, Rui Barbosa, Getúlio Vargas. Foi inaugurado junto com a cidade, em 1897, pegou fogo, foi reconstruído em 1908 e demolido em 1956, pouco depois que o conheci. Meio caído, mas cheio de histórias.
Na minha primeira vinda a São Paulo, fiquei no Hotel Governador, na Praça da Sé. Bem caído, tomou tiro na Revolução de 32. Já foi demolido. Em Paris me hospedei num hotelzinho perto da Sorbonne, onde os estudantes de Maio de 68 haviam erguido barricadas. É caminho para a Bastilha, quem sabe por ali passaram turbas, 160 anos antes? Em Atenas, fiquei num pequeno hotel todo branco na subida para a Acrópole, e imaginava que Péricles havia caminhado por aquela colina, bem ali em frente, nu, como gostava que andássemos, homens livres, ou Sócrates, o filósofo, não o doutor.
Na Cidade do México, no bar do caído hotel com vista para a Praça Tlatelolco, o garçom me mostrou o buraco de bala no teto, feito por um tiro de Pancho Villa.
O melhor dos meus hotéis caídos, melhor pelas histórias, não pela qualidade, foi o Earle, no coração do Village, em Nova York. Fui bater lá em 1983, quando estive nos Estados Unidos para palestras nas universidades de Yale, Maryland e Nova York, sobre um livro meu lançado lá, The Celebration (A Festa). Alguém me havia dito que o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss tinha se hospedado ali. Entrei com uma “poeta”, depois de darmos umas voltas pela Washington Square, cenário do romancista Henry James no limiar do século XX. Gostei, e pela manhã resolvi estender a estada. Puxei conversa com o recepcionista, mais bem conservado que o hotel:
— Me disseram que se hospedou aqui o Lévi-Strauss.
— Levi? Strauss? O dos livros ou o das calças?
A graça da resposta é que o criador das calças jeans se chamava Levi Strauss. Quando dissemos que éramos um jornalista escritor e uma “poeta”, o homem revelou a maior glória do hotel:
— Bob Dylan morou aqui.
— Estava tentando a vida no Village quando veio de Minneapolis. Joan Baez também morava aqui na mesma época.
Ele trabalhava ali havia mais de trinta anos. Contou que outro Dylan famoso morou lá, o poeta Dylan Thomas, quando foi expulso por bebedeira e quebradeira no hotel vizinho. Lembrou-se de outros: Barbra Streisand, a escritora Patricia Highsmith. Acrescentou:
— Não é do meu tempo, mas está registrado que Ernest Hemingway ficou aqui em 1914, antes de partir para a Europa, para a Grande Guerra.
Eu me senti em casa, enturmado.
Ivan Angelo
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/
Assinale a alternativa em que há erro no emprego do pronome.
 

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767050 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
O mercado do bairro
Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito. Não sei o porquê. Mas desconfio de alguns dos motivos. É um lugar calmo, em geral, e sombreado, escondido por trás da agitação ensolarada e quente do Largo da Batata. Basta chegar pelo lado da Rua Teodoro Sampaio para entender meu ponto. Você enfrentará ônibus, automóveis e uma movimentação de pedestres sem fim para entrar, de repente, em um lugar tranquilo.
Os artigos são todos expostos da mesma maneira há décadas. Não há surpresas. As frutas e verduras ficam no andar térreo, cercadas por bancas de nozes, farinhas e azeitonas, algumas com linguiças penduradas por cima da cabeça dos fregueses. Para chegar às carnes e aos peixes, é preciso subir uma rampa em caracol tão inusitada que torna divertida a caminhada. Se existissem bibliotecas de frutas e verduras, elas seriam desse jeito. A ordem de exposição dos produtos, basicamente os mesmos desde sempre, obedece a critérios antigos. Há poucas concessões ao marketing moderno. A disposição das cores e alimentos segue padrões clássicos, enfim.
Foi com alegria cautelosa que aceitei o convite da minha amiga Cris para conhecer um restaurante novo dentro do mercado. Apesar do meu carinho pelo lugar, fazia um par de anos que não entrava lá. Explica ela que o nosso destino é uma espécie de bar latino, meio andino, meio hipster, como se diz. Serve, no balcão, ceviche, peixe cozido no limão, que adoro. Cris é referência minha para questões de gosto e beleza. É ela quem me indica os lugares novos e badalados da nossa cidade. Não erra nunca.
Havia lido fazia pouco tempo também um texto bonito sobre o mercado no livro Ela Me Dá Capim e Eu Zurro, de Fabrício Corsaletti. Deu saudade. Está aí, aliás, uma boa dica de presente de Natal para quem gosta de crônica e de São Paulo. Conheço faz anos o Fabrício, mas nunca havia visto direito nada dele que não fosse poesia. Comecei a leitura e não consegui mais parar. Não demorou duas noites e estava no fim (é curtinho). Senti com o escritor um laço forte. Nós dois viemos morar na cidade pela primeira vez no tempo da faculdade (com vinte anos de diferença). Ele é de uma cidade pequena no interior do estado; eu, de outra, no sul da Califórnia. Estudamos letras. Andamos muito de ônibus na Teodoro Sampaio. Acho que compartilho de algumas das suas reações emocionais diante da capital. É linda a obra.
E o restaurante latino não decepciona. A comida é uma delícia. Meu medo era que destoasse das bancas tradicionais do mercado. Mas não. Cabe bem ali do lado do boxe dos peixes. Chama-se Comedoria Gonzales. Traz também personagens novos e interessantes para o lugar, com um número muito maior de tatuagens. Dá ao nosso tradicional ponto do bairro um toque mais cosmopolita e atual.
Matthew Shirts
No segundo parágrafo o narrador personagem comenta sobre as mercadorias do Mercado Municipal de Pinheiros.
• Compara o mercado com uma biblioteca por causa da disposição das frutas e verduras.
• O critério da disposição das mercadorias basicamente permanece os mesmos, são antigos.
• A ordenação das mercadorias é feita somente pelo marketing moderno.
• Ainda notam-se os padrões clássicos na disposição das cores e alimentos.
Estão corretas:
 

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765699 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
Complete as lacunas abaixo com a alternativa correta.
De acordo com o Decreto Federal 7.404/10, os consumidores , sempre que estabelecido sistema de coleta seletiva ou quando instituídos sistemas de logística reversa, conforme disposto neste decreto, a acondicionar e de forma os resíduos sólidos gerados e a disponibilizar adequadamente os resíduos sólidos reutilizáveis e recicláveis para coleta ou devolução.
 

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