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O Ato Institucional n° 5 (AI-5) foi o instrumento de uma
revolução dentro da revolução ou, se quiserem, de
uma contrarrevolução dentro da contrarrevolução. Ao
contrário dos atos anteriores, não tinha prazo de vigência e não era, pois, uma medida excepcional transitória.
Ele durou até o início de 1979.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 480. Adaptado)
O AI-5, de dezembro de 1968, tinha como parte de suas medidas:
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 480. Adaptado)
O AI-5, de dezembro de 1968, tinha como parte de suas medidas:
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No início da década de 2000, ocorreu a consolidação de
espaços de representação do movimento indígena – por
meio das suas organizações – nas esferas públicas, com
a internalização e a gestão de recursos governamentais
e de várias lideranças de organizações indígenas, que
passaram a ocupar funções públicas e políticas na esfera
da Administração Pública, trazendo novas conquistas,
mas também novos desafios.
(Gersem S. Luciano. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, p. 79. Adaptado)
Partindo da obra mencionada, fazem parte do contexto em referência
(Gersem S. Luciano. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, p. 79. Adaptado)
Partindo da obra mencionada, fazem parte do contexto em referência
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A “causa paulista” foi abraçada com um fervor cívico que
ainda não se conhecia no estado, e o entusiasmo feminino superou as expectativas: milhares de mulheres,
ricas e pobres, doaram suas joias atendendo ao chamado
da campanha Ouro pelo Bem de São Paulo, lançada
sob o pretexto de conseguir lastro para pagar os custos
de guerra.
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 614)
Identifique a alternativa que corresponde ao contexto histórico delimitado pelo fragmento.
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 614)
Identifique a alternativa que corresponde ao contexto histórico delimitado pelo fragmento.
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Na obra História do Brasil (p. 221), Boris Fausto considera que poucos temas da história brasileira têm sido
tão discutidos e investigados como a escravidão. A existência de uma “brecha camponesa” é uma dessas discussões sustentada por alguns historiadores, com Ciro
Cardoso à frente, destacando a importância do tema para
a economia brasileira colonial e do século XIX.
A referida tese parte da constatação de que
A referida tese parte da constatação de que
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Segundo José Murilo de Carvalho, deve-se acrescentar
o fato de que uma parte significativa da elite política era
constituída de magistrados. Desse modo, a profissão
contribuiu para aumentar os índices de homogeneidade
da elite política, em termos de visão do mundo, interesses e objetivos a serem alcançados. A elite que assumiu
o poder e foi, ao mesmo tempo, se construindo no Brasil
pós-independência possuía características básicas de
unidade ideológica e de treinamento que não estavam
presentes nas elites de outros países. Apesar de não
ser nada representativa do conjunto da população, teve
condições de realizar uma política de construção de um
Estado centralizado e conservador.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 184. Adaptado)
No fragmento, Boris Fausto apresenta uma análise sobre
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 184. Adaptado)
No fragmento, Boris Fausto apresenta uma análise sobre
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Em 1684, a tempestade caiu sobre o Maranhão. Os
irmãos Manuel e Tomás Beckman, o primeiro, proprietário
de engenho, o segundo, poeta e advogado, apoiados por
cerca de oitenta homens armados, entre eles senhores de
engenho e comerciantes locais, comandaram o movimento.
Aos gritos de “Mata, mata os padres da Companhia”,
os rebeldes saíram pelas ruas, batendo de porta em porta
e convocando a população a tomar o Colégio Nossa
Senhora da Luz, onde se instalava a Companhia de Jesus.
(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
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Observe a pintura de Victor Meirelles e leia o texto que segue.

Meirelles atingiu a convergência rara de formas, intenções e significados que fazem com que um quadro entre poderosamente dentro de uma cultura. Esta imagem do descobrimento dificilmente poderá vir a ser apagada, ou substituída. Ela é a primeira missa do Brasil. São os poderes da arte fabricando a História.
Na análise do historiador Jorge Coli, a pintura em referência
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Para o grupo que marcou o nascimento da História acadêmica e consagrou a divisão quadripartite da História da
Civilização, quanto mais próxima do presente a pesquisa
histórica se pautasse, tanto mais sujeita a erros e distorções por parte do historiador, cujo ofício deveria, idealmente, ser apartado de todo engajamento nas questões
político-ideológicas do seu tempo. Para esse grupo de
historiadores, as maiores dificuldades em escrever uma
História Contemporânea eram a falta ou a exiguidade de
arquivos e o caráter aberto do período contemporâneo,
ainda influente nos acontecimentos do presente de cada
historiador.
(Marcos Napolitano. Pensando a estranha história sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p. 164/5. Adaptado)
Marcos Napolitano se refere ao grupo de historiadores
(Marcos Napolitano. Pensando a estranha história sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p. 164/5. Adaptado)
Marcos Napolitano se refere ao grupo de historiadores
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Pretendendo fazer uma história de gênero, temos a obra
A história das mulheres no Ocidente, surgida em fins de
1991, sob a direção de Georges Duby e Michelle Perrot,
que busca incorporar muitas das inovações apresentadas. A obra cobre o período que vai desde a Antiguidade
até nossos dias, assumindo os autores a periodização
habitual da história ocidental. Os autores, após afirmarem
ser esta prática a única possível, questionaram, porém, a
sua pertinência conceitual.
(Rachel Soihet. História das mulheres. Em: Ciro F. Cardoso; R. Vainfas (org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, p. 406. Adaptado)
Segundo Rachel Soihet, em resposta ao questionamento feito pelos autores mencionados, houve
(Rachel Soihet. História das mulheres. Em: Ciro F. Cardoso; R. Vainfas (org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, p. 406. Adaptado)
Segundo Rachel Soihet, em resposta ao questionamento feito pelos autores mencionados, houve
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Georges Duby exemplifica esse risco que o historiador
deve evitar com um estudo de Christian Pfister (1885)
sobre Roberto, o Piedoso, que, segundo o analista, tomado
de amor, esposa uma comadre e parente, tudo fazendo
para casar-se com ela, desprezando todas as regras
religiosas e cometendo incesto; contudo, a ideia de amor
e de incesto aí expressas são do século XIX e não do rei
do ano mil, de um contexto de uniões organizadas pelos
pais, sem consentimentos etc.
(Pedro Paulo Funari e Glaudson J. Silva. Teoria da História, p. 73. Adaptado)
O excerto exemplifica o risco de
(Pedro Paulo Funari e Glaudson J. Silva. Teoria da História, p. 73. Adaptado)
O excerto exemplifica o risco de
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