Foram encontradas 50 questões.
Esse colapso pode assinalar o fim do Breve Século XX,
como a Primeira Guerra Mundial pode assinalar o seu
início. Nesse ponto minha história chega ao fim.
Chega ao fim – como todo livro concluído no início
da década de 1990 – com um olhar para a escuridão.
O colapso de uma parte do mundo revelou o mal-estar
do resto. À medida que a década de 1980 passava para
a de 1990, foi ficando evidente que a crise mundial não
era geral apenas no sentido econômico, mas também
no político.
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914–1991, p. 19-20)
O autor se refere ao colapso
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914–1991, p. 19-20)
O autor se refere ao colapso
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- História GeralTrinta anos de ouro: mundo capitalista (1945- 1975)
- História do BrasilRegime Militar (1964:1984)
A televisão jamais se tornou tão prontamente portátil
quanto o rádio, mas domesticou a imagem em movimento. Além disso, embora um aparelho de TV continuasse sendo muito mais caro e fisicamente desajeitado
que um rádio, logo se tornou quase universal e constantemente acessível mesmo para os pobres de alguns
países. Na década de 1980, cerca de 80% de um país
como o Brasil tinha acesso à televisão. Isso é mais surpreendente que o fato de nos EUA o novo veículo ter
substituído tanto o rádio quanto o cinema como a forma padrão de diversão popular na década de 1950. Sua
demanda de massa era esmagadora.
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914–1991, p. 484)
O historiador Eric Hobsbawm utiliza a situação descrita no fragmento para analisar formas pelas quais
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914–1991, p. 484)
O historiador Eric Hobsbawm utiliza a situação descrita no fragmento para analisar formas pelas quais
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- História GeralDescolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
- História GeralConflitos/Revoluções/Guerras 2Guerra Fria e seus desdobramentos
O que diferencia os movimentos independentistas da
África portuguesa de todos os outros, e também da
Indochina, é a dupla internacionalização de seu combate.
Angola se tornou o microcosmo onde se enfrentavam
os três campos que disputavam a hegemonia mundial,
enquanto a ONU, por ocasião de seu 25o
aniversário, em
1970, criticava Portugal, a África do Sul e a Rodésia.
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, p. 339-340)
Segundo Marc Ferro, em Angola, delineou-se o seguinte panorama:
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, p. 339-340)
Segundo Marc Ferro, em Angola, delineou-se o seguinte panorama:
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- Teoria em HistóriaConstrução do Estado Liberal: Independência das Treze Colônias (EUA)
- Teoria em HistóriaA estruturação do Estado norte-americano : território, cidadania e política
- História Geral
Dois fatos estritamente relacionados ocorreram em 1783:
a proclamação da independência dos EUA e o exacerbamento da questão racial. O autor da Declaração da
Independência, Thomas Jefferson, em suas Notes on the
States of Virginia (1787), tratando a questão dos escravos como questão política, registrou o grande desconforto daquele momento, isto é, o que fazer com os negros.
(Leila L. Hernandez. A África na sala de aula, p. 322. Adaptado)
Segundo Leila Hernandez, uma das medidas adotadas para a questão exposta no excerto foi
(Leila L. Hernandez. A África na sala de aula, p. 322. Adaptado)
Segundo Leila Hernandez, uma das medidas adotadas para a questão exposta no excerto foi
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Na obra A Era das Revoluções: 1789–1848, o historiador Eric Hobsbawm afirma que “a revolução americana pôde proclamar-se a causa direta da Revolução
Francesa” (p. 66).
Essa afirmação tem como fundamento
Essa afirmação tem como fundamento
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- Teoria em HistóriaMedievalidade Europeia
- Teoria em HistóriaRenascimento Científico, Artístico e Cultural
- História Geral
A transição do espírito característico do declínio da Idade
Média para o humanismo foi muito mais simples do que à
primeira vista somos levados a supor. Habituados a opor
o humanismo à Idade Média, supomos muitas vezes que
a adesão ao nosso sistema implicou o repúdio do outro.
É-nos difícil imaginar que o espírito pudesse cultivar as
antigas formas de pensamento e de expressão medievais e aspirar ao mesmo tempo à visão antiga da razão
e da beleza. Mas é assim mesmo que temos de conceber o que se passou. O classicismo não apareceu por
súbita revelação; cresceu entre a vegetação luxuriante
do pensamento medieval. Antes de ser uma inspiração,
o humanismo foi uma forma. E, por outro lado, os modos
característicos do pensamento da Idade Média persistem
durante muito tempo durante o Renascimento.
(J. Huizinga. O declínio da Idade Média [...]. Apud: Paulo Miceli. História Moderna, p. 9)
O historiador Paulo Miceli utiliza a citação para ilustrar entendimento de que
(J. Huizinga. O declínio da Idade Média [...]. Apud: Paulo Miceli. História Moderna, p. 9)
O historiador Paulo Miceli utiliza a citação para ilustrar entendimento de que
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- Teoria em HistóriaMedievalidade Europeia
- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- História Geral
De fato, o cotidiano é, por assim dizer, o agir mais mecânico e mais automático do ser humano. E a repetição
multissecular de gestos, atividades, comportamentos.
De certa forma, o cotidiano coloca seus protagonistas
fora do tempo e do espaço: nascer, comer, trabalhar, vestir, habitar, festejar, morrer foram – no essencial – invariantes, talvez desde os primeiros momentos da História
até o século XVII ou XVIII. Isso, é claro, no quadro étnico-
-cultural que nos interessa, o da Europa ocidental.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, p. 168. Adaptado)
No fragmento, o autor observa
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, p. 168. Adaptado)
No fragmento, o autor observa
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As realizações extraordinárias da civilização greco-romana haviam sido propriedade de um pequeno estrato
governante, inteiramente divorciado da produção. O trabalho manual era identificado com a servidão e era, por
isso mesmo, degradante.
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, p. 127. Adaptado)
Segundo Perry Anderson, um dos desdobramentos do contexto abordado pelo fragmento foi
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, p. 127. Adaptado)
Segundo Perry Anderson, um dos desdobramentos do contexto abordado pelo fragmento foi
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Com os processos de democratização em curso nos
anos 1980 e 1990, marcados, entretanto, por uma transição considerada por muitos “conservadora”, diferentes
cientistas políticos passaram a refletir sobre as dimensões de uma cultura política autoritária que ultrapassava o domínio das Forças Armadas e do Estado. Ou
seja, procuraram ampliar o viés investigativo, lançando
luz sobre a disseminação de posturas autoritárias por
extensos setores que apoiaram os golpes.
(Maria Ligia Prado e Gabriela Pellegrino. História da América Latina, p. 168. Adaptado)
O fenômeno abordado pelo excerto pode ser exemplificado pelo caso
(Maria Ligia Prado e Gabriela Pellegrino. História da América Latina, p. 168. Adaptado)
O fenômeno abordado pelo excerto pode ser exemplificado pelo caso
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- História da América LatinaIndependências das regiões hispano-americanas: México, América Central e América do Sul
Na América Espanhola, depois da independência política, arma-se um grande confronto entre os advogados da
manutenção da universidade colonial e os propugnadores da implantação de uma nova instituição moderna,
alicerçada em outros princípios, que entendiam os antigos
estabelecimentos superiores como símbolo do atraso, da
opressão.
(Maria Lígia C. Prado. América Latina no século XIX: tramas, telas e textos, p. 94. Adaptado)
O contexto histórico abordado refere-se
(Maria Lígia C. Prado. América Latina no século XIX: tramas, telas e textos, p. 94. Adaptado)
O contexto histórico abordado refere-se
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