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Mulher, 58 anos, com dispneia progressiva há 18 meses, piora recente da tolerância ao esforço e dois episódios de pré-
-síncope ao subir escadas. Nega dor torácica típica. Tem antecedente de tromboembolismo pulmonar há 4 anos, tratado
com anticoagulação por 6 meses. Não tem antecedente de tabagismo.
Ao exame: PA: 112/72 mmHg, FC: 94 bpm, SatO2 : 93% em ar ambiente, turgência jugular discreta, hiperfonese de P2, sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa, hepatomegalia dolorosa e edema maleolar bilateral.
Exames complementares:
BNP: 420 pg/mL;
ECG: desvio do eixo para direita e sinais de sobrecarga ventricular direita;
Ecocardiograma: VD dilatado, função sistólica reduzida, PSAP estimada em 74 mmHg, insuficiência tricúspide moderada, VE com fração de ejeção preservada e sem valvopatia esquerda significativa;
Espirometria: sem distúrbio obstrutivo relevante;
Angiotomografia de tórax: negativa para TEP agudo.
Diante da hipótese clínica principal, o próximo exame mais apropriado para avançar a investigação é:
Ao exame: PA: 112/72 mmHg, FC: 94 bpm, SatO2 : 93% em ar ambiente, turgência jugular discreta, hiperfonese de P2, sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa, hepatomegalia dolorosa e edema maleolar bilateral.
Exames complementares:
BNP: 420 pg/mL;
ECG: desvio do eixo para direita e sinais de sobrecarga ventricular direita;
Ecocardiograma: VD dilatado, função sistólica reduzida, PSAP estimada em 74 mmHg, insuficiência tricúspide moderada, VE com fração de ejeção preservada e sem valvopatia esquerda significativa;
Espirometria: sem distúrbio obstrutivo relevante;
Angiotomografia de tórax: negativa para TEP agudo.
Diante da hipótese clínica principal, o próximo exame mais apropriado para avançar a investigação é:
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Homem de 47 anos, portador de valva aórtica bicúspide,
procura atendimento por febre há 12 dias, calafrios, perda
ponderal e piora recente de dispneia aos esforços. Recebeu
amoxicilina por conta própria por 4 dias, com melhora parcial da febre. Ao exame: PA: 118/54 mmHg, FC: 104 bpm,
temperatura 38,2 ºC, sopro diastólico aspirativo em borda
esternal esquerda e estertores bibasais discretos.
Exames iniciais:
Hemoglobina: 10,8 g/dL;
Leucócitos: 15.600/mm3 ;
PCR elevada;
Creatinina: 1,3 mg/dL;
Urina tipo I: hematúria microscópica;
Hemoculturas colhidas na admissão ainda sem crescimento em 24 horas.
Ecocardiograma transtorácico: imagem móvel aderida à face ventricular da valva aórtica, medindo 12 mm, associada à insuficiência aórtica importante. Há dilatação discreta do ventrículo esquerdo, sem abscesso evidente ao transtorácico.
Após coleta de hemoculturas e início de antibioticoterapia empírica, a próxima conduta mais apropriada é:
Exames iniciais:
Hemoglobina: 10,8 g/dL;
Leucócitos: 15.600/mm3 ;
PCR elevada;
Creatinina: 1,3 mg/dL;
Urina tipo I: hematúria microscópica;
Hemoculturas colhidas na admissão ainda sem crescimento em 24 horas.
Ecocardiograma transtorácico: imagem móvel aderida à face ventricular da valva aórtica, medindo 12 mm, associada à insuficiência aórtica importante. Há dilatação discreta do ventrículo esquerdo, sem abscesso evidente ao transtorácico.
Após coleta de hemoculturas e início de antibioticoterapia empírica, a próxima conduta mais apropriada é:
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Homem de 66 anos, tabagista e hipertenso, foi internado por infarto inferior há 4 dias, tratado inicialmente de
forma conservadora por chegada tardia. Evoluía estável
até apresentar dispneia súbita, sudorese, hipotensão e
hipoxemia. Ao exame: PA: 82/54 mmHg, FC: 118 bpm,
estertores difusos, extremidades frias e novo sopro sistólico apical, pouco audível, com irradiação posterior.
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
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Mulher de 63 anos, hipertensa e diabética, é internada
por dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros
inferiores. Ao exame: PA: 154/86 mmHg, FC: 96 bpm,
turgência jugular, crepitações bibasais e edema periférico. Ecocardiograma: fração de ejeção do VE de 32%,
dilatação ventricular esquerda e insuficiência mitral funcional discreta. Os exames laboratoriais mostram: creatinina: 1,1 mg/dL; potássio: 4,3 mEq/L. Após melhora da
congestão com diurético intravenoso, mantém-se estável, sem hipotensão ou hipercalemia.
A estratégia medicamentosa de base mais adequada antes da alta, além do uso de vasodilatador como um inibidor do receptor da angiotensina associado a inibidor da neprilisina ou um bloqueador do receptor da angiotensina, é:
A estratégia medicamentosa de base mais adequada antes da alta, além do uso de vasodilatador como um inibidor do receptor da angiotensina associado a inibidor da neprilisina ou um bloqueador do receptor da angiotensina, é:
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Homem de 59 anos, hipertenso, chega ao pronto-
-socorro com dor torácica súbita, intensa, em “rasgo”,
irradiada para o dorso. Está ansioso, sudoreico, com
PA de 210/110 mmHg no braço direito e 178/96 mmHg
no braço esquerdo. Ao exame, há assimetria de pulsos
radiais e sopro diastólico em borda esternal direita. ECG
sem supradesnivelamento do ST. Angiotomografia de
aorta mostra flap intimal envolvendo a aorta ascendente
e estendendo-se até a aorta descendente proximal.
A conduta mais adequada é:
A conduta mais adequada é:
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Homem de 64 anos, com hipertensão arterial e antecedente de infarto anterior há 5 anos, procura atendimento por
palpitações iniciadas há cerca de 2 horas, associadas a
tontura e desconforto torácico leve. Está consciente, orientado, com pressão arterial de 118/74 mmHg, frequência
cardíaca de 168 bpm e saturação de O2
de 96% em ar
ambiente.
O ECG mostra taquicardia regular de QRS largo, com duração do QRS de 160 ms, dissociação atrioventricular intermitente e eixo elétrico superior. Não há sinais de instabilidade hemodinâmica grave no momento.
A conduta inicial mais adequada é:
O ECG mostra taquicardia regular de QRS largo, com duração do QRS de 160 ms, dissociação atrioventricular intermitente e eixo elétrico superior. Não há sinais de instabilidade hemodinâmica grave no momento.
A conduta inicial mais adequada é:
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Homem, 78 anos, previamente independente, procura
atendimento por dispneia progressiva aos esforços há 6
meses e dois episódios recentes de pré-síncope ao caminhar. Ao exame físico, apresenta pulso carotídeo parvus
et tardus, ictus sustentado e sopro sistólico ejetivo rude
em foco aórtico, irradiado para carótidas.
O ecocardiograma transtorácico evidencia:
Valva aórtica calcificada, com mobilidade reduzida;
Área valvar aórtica: 0,8 cm2 ;
Gradiente médio transvalvar: 48 mmHg;
Velocidade máxima do jato aórtico: 4,4 m/s;
Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 58%;
Hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.
A conduta mais apropriada é:
O ecocardiograma transtorácico evidencia:
Valva aórtica calcificada, com mobilidade reduzida;
Área valvar aórtica: 0,8 cm2 ;
Gradiente médio transvalvar: 48 mmHg;
Velocidade máxima do jato aórtico: 4,4 m/s;
Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 58%;
Hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.
A conduta mais apropriada é:
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Mulher de 72 anos, hipertensa, diabética e com doença renal crônica estágio 3, procura o pronto-socorro por dor torácica
opressiva iniciada há 3 horas, em repouso, com irradiação para mandíbula e sudorese. Na admissão, está hemodinamicamente estável. Exames laboratoriais: troponina ultrassensível inicial: acima do percentil 99, com elevação em nova
dosagem após 2 horas; creatinina: 1,6 mg/dL; hemoglobina: 12,8 g/dL. A seguir, ECG realizado:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Após tratamento inicial com antiagregação, anticoagulação e medidas anti-isquêmicas, a melhor estratégia de condução é:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Após tratamento inicial com antiagregação, anticoagulação e medidas anti-isquêmicas, a melhor estratégia de condução é:
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Homem, 68 anos, hipertenso e diabético, encontra-se no primeiro pós-operatório de cirurgia de revascularização
miocárdica com circulação extracorpórea. Evolui na UTI com pressão arterial de 85/55 mmHg, frequência cardíaca
regular de 112 bpm, extremidades frias, oligúria e elevação progressiva do lactato. Está em ventilação mecânica,
sedado, com drenos torácicos sem sangramento significativo.
À avaliação hemodinâmica, observam-se:
Pressão venosa central: 18 mmHg;
Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 22 mmHg;
Índice cardíaco: 1,8 L/min/m2 ;
Resistência vascular sistêmica: elevada;
Saturação venosa mista de oxigênio: reduzida;
Ecocardiograma à beira-leito: disfunção sistólica ventricular esquerda global, sem sinais de tamponamento cardíaco ou disfunção valvar aguda relevante.
A conduta inicial mais adequada é:
À avaliação hemodinâmica, observam-se:
Pressão venosa central: 18 mmHg;
Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 22 mmHg;
Índice cardíaco: 1,8 L/min/m2 ;
Resistência vascular sistêmica: elevada;
Saturação venosa mista de oxigênio: reduzida;
Ecocardiograma à beira-leito: disfunção sistólica ventricular esquerda global, sem sinais de tamponamento cardíaco ou disfunção valvar aguda relevante.
A conduta inicial mais adequada é:
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Um paciente é vítima de acidente motociclístico e dá entrada no pronto atendimento com estabilidade hemodinâmica.
Na investigação, foi identificada fratura de alguns arcos costais e, na tomografia computadorizada, há sinais de transecção
da aorta com hematoma mural contido na região de aorta descendente.
Sobre o quadro, assinale a alternativa correta.
Sobre o quadro, assinale a alternativa correta.
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