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Preencha as lacunas abaixo com as formas adequadas de "anexo" e suas flexões em gênero e número. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

- Seguem ______, para sua apreciação, as intimações recebidas pelo advogado.

- Todos os dados necessários para a compra vão _______ ao seu formulário.

- Assim que a ficha cadastral estiver __________ ao processo, vamos dar início à sessão.

 

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De acordo com as normas da redação oficial, assinale um dos procedimentos responsáveis pela clareza de um texto.
 

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"Quem não vê bem uma palavra não pode ver bem uma alma." (Fernando Pessoa)

A forma verbal destacada no pensamento acima apresenta:

 

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Assinale a alternativa em que o elemento destacado faz referência a algo que se encontra fora do enunciado.
 

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Enunciado 4668899-1

CAZO. Aumenta o número de detentos inscritos no

ENEM. Disponível em

<https://blogdoaftm.com.br/charge-aumentao-numero-de-detentos-inscritos-no-enem/>.

Nas falas dos personagens na charge acima, é correto afirmar que:

 

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"Aquela empresa multinacional ficará muito satisfeita caso _________."

Assinale a alternativa em que ambas as formas propostas preenchem adequadamente a lacuna acima, de acordo com a norma-padrão.

 

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Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo empregada em sentido figurado.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência


Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.


Calma.

Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)


Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).


Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.


A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).


A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).


E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica a e cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.


Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.


Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)


TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a

IA como uma terceira inteligência. Publishnews.

Disponível em:

<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/

nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>

Assinale a alternativa cujo verbo destacado na forma reescrita do trecho entre aspas mantém a concordância de acordo com a norma-padrão.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência


Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.


Calma.

Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)


Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).


Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.


A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).


A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).


E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica a e cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.


Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.


Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)


TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a

IA como uma terceira inteligência. Publishnews.

Disponível em:

<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/

nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>

"Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo"

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência


Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.


Calma.

Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)


Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).


Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.


A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).


A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).


E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica a e cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.


Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.


Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)


TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a

IA como uma terceira inteligência. Publishnews.

Disponível em:

<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/

nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>

Assinale a alternativa cuja ideia se encontra no texto "Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência”.
 

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