Foram encontradas 350.148 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Considerando os termos da oração e a análise sintática do verbo e de seus complementos, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
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Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
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Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
O termo destacado é formado por palavras que se classificam, respectivamente, como:
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Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Quanto ao processo de formação das palavras destacadas, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais que realizam trabalhos que nem
humanos ou robôs conseguem
Em tarefas consideradas perigosas, delicadas ou
complexas, alguns animais demonstram habilidades que
superam tanto humanos quanto máquinas. Um exemplo
expressivo são os ratos-gigantes-africanos, treinados
pela ONG APOPO para detectar minas terrestres e
outros explosivos remanescentes de guerras. Esses
animais conseguem examinar, em cerca de vinte
minutos, áreas que levariam dias para serem vistoriadas
por equipes humanas com detectores de metal.
A atuação da APOPO envolve o treinamento desses
ratos, de porte semelhante ao de um gato pequeno,
conhecidos pelas grandes bolsas nas bochechas.
Chamados de HeroRATs, eles já limparam
aproximadamente cento e vinte milhões de metros
quadrados de terrenos contaminados em países como
Angola, Azerbaijão e Camboja, sem que a organização
tenha perdido um único animal em campos minados. Sua
eficiência se deve ao fato de ignorarem sucata metálica
e reagirem apenas ao odor de explosivos, sinalizando o
local para posterior remoção segura.
Inicialmente, houve desconfiança das comunidades
locais quanto ao uso dos ratos, mas o sucesso contínuo
do trabalho levou à aceitação e à devolução de áreas antes consideradas perigosas. Além da desminagem,
esses animais também vêm sendo testados em
operações de busca e resgate, mostrando que certas
capacidades naturais permanecem insubstituíveis
mesmo em um contexto de alta tecnologia.
Outro exemplo são os furões, domesticados há mais de
dois mil anos. Graças ao corpo alongado e à curiosidade
natural, eles conseguem acessar túneis, canos e
passagens estreitas, sendo utilizados atualmente para
localizar bloqueios em sistemas de drenagem e auxiliar
na instalação de cabos de fibra óptica. Essas habilidades
já foram exploradas inclusive em projetos científicos,
como a limpeza de tubos estreitos em laboratórios de
física.
Os cães, por sua vez, destacam-se pelo olfato altamente
desenvolvido, capaz de detectar doenças como câncer,
epilepsia, malária, Parkinson e covid-19. Essa precisão
resulta tanto da grande quantidade de receptores
olfativos quanto da estrutura eficiente do nariz desses
animais. Além disso, muitos atuam como cães de
assistência médica, alertando seus tutores sobre
emergências iminentes.
Mais do que eficiência técnica, esses animais
estabelecem forte vínculo emocional com os humanos,
oferecendo apoio físico e psicológico. Assim, apesar dos
avanços da robótica e da automação, diversas tarefas
continuam dependendo de capacidades biológicas
únicas, confirmando que, em muitos casos, a solução
mais eficaz vem da própria natureza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy1zd8weg5o.adaptado.
Considerando os termos da oração, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
Quanto aos princípios de coesão e coerência textuais, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que cabecear a bola em esportes como futebol
pode ser tão perigoso
Para muitos jogadores de futebol, cabecear a bola em
alta velocidade e marcar um gol é um dos momentos
mais marcantes do esporte. Contudo, cresce o número
de evidências científicas indicando que a repetição
desse gesto ao longo da carreira provoca danos ao
cérebro que se manifestam décadas depois, na forma de
doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer,
mal de Parkinson e doença do neurônio motor.
Os riscos dos esportes de contato são conhecidos há
quase um século. Em 1928, o patologista Harrison
Martland descreveu uma condição observada em
lutadores profissionais, chamada punch drunk,
caracterizada por confusão mental e dificuldade de
locomoção, associada a golpes repetidos na cabeça. Em
alguns casos, o quadro evoluía para uma demência,
mais tarde denominada demência pugilística.
Inicialmente, acreditava-se que esse problema se
restringisse ao boxe, mas o conhecimento se ampliou
nas últimas décadas.
Casos envolvendo outros esportes reforçaram essa
associação. Jogadores de futebol e de futebol americano
que desenvolveram demência precoce tiveram, após a
morte, diagnóstico de encefalopatia traumática crônica
(ETC), condição degenerativa ligada a impactos
repetidos no crânio. A ETC apresenta características
específicas, como depósitos anormais de proteína no
cérebro, e tem sido identificada em diversos atletas
profissionais e ex-atletas.
Estudos com grandes grupos de ex-jogadores mostraram
que esportistas profissionais têm risco significativamente
maior de desenvolver doenças neurodegenerativas em comparação com a população em geral. Esse risco
aumenta conforme o tempo de carreira e varia de acordo
com a posição em campo, sendo mais elevado entre
aqueles que cabeceiam a bola com maior frequência.
Pesquisas também indicam que o cabeceio não está
relacionado apenas à ETC, mas a alterações cognitivas
detectáveis ainda em jogadores jovens. Impactos
repetidos, mesmo sem causar concussões evidentes,
produzem acelerações rápidas da cabeça, fazendo com
que o cérebro se movimente dentro do crânio. Esse
movimento estira estruturas delicadas responsáveis pela
transmissão de informações, sobretudo em regiões
frontais do cérebro, consideradas mais vulneráveis.
As lesões microscópicas resultantes não causam
sintomas imediatos, mas, ao longo do tempo, favorecem
processos inflamatórios, danos nos vasos sanguíneos e
degeneração neuronal progressiva. Nem todos os atletas
desenvolverão doenças, o que sugere a influência de
fatores individuais, como genética e estilo de vida, mas o
risco acumulado permanece relevante.
Diante desse cenário, medidas preventivas vêm sendo
adotadas. Tecnologias para reduzir impactos na cabeça
estão em desenvolvimento, e, no futebol, a diminuição
do número de cabeceios, especialmente durante os
treinos, tem sido apontada como estratégia eficaz, já que
a maior parte dos impactos ocorre fora dos jogos.
Embora seja difícil eliminar totalmente os choques na
cabeça nos esportes de contato, reduzir sua frequência é
uma das principais formas de proteção. A prevenção
continua sendo a estratégia mais eficaz para diminuir o
risco de danos cerebrais e preservar a saúde neurológica
de atletas no longo prazo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g4xdn9k4qo.adaptado.
A oração destacada é classificada como:
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