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TEXTO I
ESPORTES E QUALIDADE DE VIDA O
debate sobre esportes e qualidade de vida transcende a mera prática de atividades físicas, consolidando-se como um pilar fundamental para a saúde pública e o bem-estar social. Informações do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Ministério do Esporte reiteram que a inserção regular do exercício físico na rotina diária não apenas previne uma vasta gama de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2 e hipertensão, mas também atua decisivamente na saúde mental, reduzindo os índices de estresse, ansiedade e depressão em diversas faixas etárias. Além dos benefícios individuais, a promoção do esporte contribui para a coesão social, fomenta o espírito de equipe e a disciplina, valores essenciais para o desenvolvimento de comunidades mais resilientes e engajadas. Contudo, a disparidade no acesso a infraestruturas adequadas e programas de incentivo ainda representa um desafio significativo em muitas regiões do país. A falta de investimento em políticas públicas que democratizem o acesso ao esporte, especialmente em áreas de vulnerabilidade social, perpetua um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que, em cenários onde o acesso é limitado, a população tende a apresentar maiores prevalências de obesidade e sedentarismo. Para reverter esse quadro, é imperativa a formulação de estratégias intersetoriais que envolvam educação, saúde e planejamento urbano, garantindo que o direito ao esporte seja efetivo e universal. A qualificação de profissionais da área, a criação de espaços esportivos comunitários e a integração do esporte no currículo escolar são medidas que podem impulsionar uma mudança cultural duradoura, transformando a percepção do esporte de um luxo para uma necessidade intrínseca à qualidade de vida. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre esportes e qualidade de vida)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

A expressão “um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde” sugere que a inatividade é a causa direta de uma série de problemas de saúde, estabelecendo uma relação de causa e efeito que é explicitada pelo advérbio "consequentes".

 

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TEXTO I
ESPORTES E QUALIDADE DE VIDA O
debate sobre esportes e qualidade de vida transcende a mera prática de atividades físicas, consolidando-se como um pilar fundamental para a saúde pública e o bem-estar social. Informações do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Ministério do Esporte reiteram que a inserção regular do exercício físico na rotina diária não apenas previne uma vasta gama de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2 e hipertensão, mas também atua decisivamente na saúde mental, reduzindo os índices de estresse, ansiedade e depressão em diversas faixas etárias. Além dos benefícios individuais, a promoção do esporte contribui para a coesão social, fomenta o espírito de equipe e a disciplina, valores essenciais para o desenvolvimento de comunidades mais resilientes e engajadas. Contudo, a disparidade no acesso a infraestruturas adequadas e programas de incentivo ainda representa um desafio significativo em muitas regiões do país. A falta de investimento em políticas públicas que democratizem o acesso ao esporte, especialmente em áreas de vulnerabilidade social, perpetua um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que, em cenários onde o acesso é limitado, a população tende a apresentar maiores prevalências de obesidade e sedentarismo. Para reverter esse quadro, é imperativa a formulação de estratégias intersetoriais que envolvam educação, saúde e planejamento urbano, garantindo que o direito ao esporte seja efetivo e universal. A qualificação de profissionais da área, a criação de espaços esportivos comunitários e a integração do esporte no currículo escolar são medidas que podem impulsionar uma mudança cultural duradoura, transformando a percepção do esporte de um luxo para uma necessidade intrínseca à qualidade de vida. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre esportes e qualidade de vida)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

A substituição da expressão “é imperativa” por “impõe-se como necessário” no fragmento “Para reverter esse quadro, é imperativa a formulação de estratégias intersetoriais” manteria a correção gramatical e o sentido original do período, embora com uma leve alteração no registro formal.

 

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TEXTO I
ESPORTES E QUALIDADE DE VIDA O
debate sobre esportes e qualidade de vida transcende a mera prática de atividades físicas, consolidando-se como um pilar fundamental para a saúde pública e o bem-estar social. Informações do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Ministério do Esporte reiteram que a inserção regular do exercício físico na rotina diária não apenas previne uma vasta gama de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2 e hipertensão, mas também atua decisivamente na saúde mental, reduzindo os índices de estresse, ansiedade e depressão em diversas faixas etárias. Além dos benefícios individuais, a promoção do esporte contribui para a coesão social, fomenta o espírito de equipe e a disciplina, valores essenciais para o desenvolvimento de comunidades mais resilientes e engajadas. Contudo, a disparidade no acesso a infraestruturas adequadas e programas de incentivo ainda representa um desafio significativo em muitas regiões do país. A falta de investimento em políticas públicas que democratizem o acesso ao esporte, especialmente em áreas de vulnerabilidade social, perpetua um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que, em cenários onde o acesso é limitado, a população tende a apresentar maiores prevalências de obesidade e sedentarismo. Para reverter esse quadro, é imperativa a formulação de estratégias intersetoriais que envolvam educação, saúde e planejamento urbano, garantindo que o direito ao esporte seja efetivo e universal. A qualificação de profissionais da área, a criação de espaços esportivos comunitários e a integração do esporte no currículo escolar são medidas que podem impulsionar uma mudança cultural duradoura, transformando a percepção do esporte de um luxo para uma necessidade intrínseca à qualidade de vida. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre esportes e qualidade de vida)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

No trecho “mas também atua decisivamente na saúde mental, reduzindo os índices de estresse, ansiedade e depressão em diversas faixas etárias”, a oração iniciada por “reduzindo” expressa uma consequência ou resultado da atuação da prática esportiva na saúde mental, caracterizando uma oração subordinada adverbial causal reduzida de gerúndio.

 

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TEXTO I
ESPORTES E QUALIDADE DE VIDA O
debate sobre esportes e qualidade de vida transcende a mera prática de atividades físicas, consolidando-se como um pilar fundamental para a saúde pública e o bem-estar social. Informações do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Ministério do Esporte reiteram que a inserção regular do exercício físico na rotina diária não apenas previne uma vasta gama de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2 e hipertensão, mas também atua decisivamente na saúde mental, reduzindo os índices de estresse, ansiedade e depressão em diversas faixas etárias. Além dos benefícios individuais, a promoção do esporte contribui para a coesão social, fomenta o espírito de equipe e a disciplina, valores essenciais para o desenvolvimento de comunidades mais resilientes e engajadas. Contudo, a disparidade no acesso a infraestruturas adequadas e programas de incentivo ainda representa um desafio significativo em muitas regiões do país. A falta de investimento em políticas públicas que democratizem o acesso ao esporte, especialmente em áreas de vulnerabilidade social, perpetua um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que, em cenários onde o acesso é limitado, a população tende a apresentar maiores prevalências de obesidade e sedentarismo. Para reverter esse quadro, é imperativa a formulação de estratégias intersetoriais que envolvam educação, saúde e planejamento urbano, garantindo que o direito ao esporte seja efetivo e universal. A qualificação de profissionais da área, a criação de espaços esportivos comunitários e a integração do esporte no currículo escolar são medidas que podem impulsionar uma mudança cultural duradoura, transformando a percepção do esporte de um luxo para uma necessidade intrínseca à qualidade de vida. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre esportes e qualidade de vida)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

A principal inferência que se pode extrair do texto é que a prática esportiva, embora benéfica do ponto de vista individual, não possui impacto significativo na promoção da coesão social nem na formação de valores como disciplina, sendo sua contribuição restrita à saúde meramente física.

 

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4111322 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Jacobina Piauí-PI
TEXTO I
RAÍZES PROFUNDAS DA CULTURA BRASILEIRA: UMA TRAMA DE IDENTIDADES
cultura brasileira é um mosaico vibrante, forjado pela confluência de povos e tradições que se entrelaçaram ao longo dos séculos. Desde os povos indígenas, guardiões ancestrais de saberes e lendas, passando pela riqueza mística e sonora trazida pelos africanos, até a influência europeia com suas festas, culinária e literatura, cada elemento deixou uma marca indelével na construção da nossa identidade. A música popular brasileira (MPB), por exemplo, é um espelho dessa miscigenação, absorvendo ritmos como o samba, o baião, o maracatu e a bossa nova, e recriando-os em melodias e letras que contam a história de um povo. O cinema nacional, embora com desafios constantes, tem se esforçado para projetar essa pluralidade, retratando o cotidiano das nossas comunidades, as belezas naturais e as complexidades sociais que nos definem. O patrimônio histórico, espalhado por cidades como Ouro Preto, Salvador e Paraty, narra visualmente a saga colonial e imperial, com suas igrejas barrocas, casarões e ruas de pedra que resistem ao tempo. As festas juninas, com suas quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, são um exemplo perfeito de como a religiosidade popular se mescla com tradições agrícolas ancestrais, celebrando a fartura e a união comunitária em todo o país. Além disso, a literatura de cordel, expressa em folhetos ilustrados, persiste como uma forma genuína de contar histórias, noticiar fatos e criticar a sociedade, com sua poesia rimada e acessível, profundamente enraizada no Nordeste, mas que ecoa por todo o Brasil. Essa riqueza cultural não é estática; ela se reinventa a cada geração, adaptando-se e incorporando novas influências, enquanto mantém viva a memória de suas origens, tornando o Brasil um país de incontáveis faces e infinitas narrativas. É nessa diversidade que reside a verdadeira força e beleza da nossa nação.
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

A afirmação 'Essa riqueza cultural não é estática; ela se reinventa a cada geração, adaptando-se e incorporando novas influências' sugere que, apesar de suas raízes históricas, a cultura brasileira possui uma característica dinâmica e evolutiva, o que contraria totalmente a ideia de um patrimônio cultural fixo e imutável.

 

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4111321 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Jacobina Piauí-PI
TEXTO I
RAÍZES PROFUNDAS DA CULTURA BRASILEIRA: UMA TRAMA DE IDENTIDADES
cultura brasileira é um mosaico vibrante, forjado pela confluência de povos e tradições que se entrelaçaram ao longo dos séculos. Desde os povos indígenas, guardiões ancestrais de saberes e lendas, passando pela riqueza mística e sonora trazida pelos africanos, até a influência europeia com suas festas, culinária e literatura, cada elemento deixou uma marca indelével na construção da nossa identidade. A música popular brasileira (MPB), por exemplo, é um espelho dessa miscigenação, absorvendo ritmos como o samba, o baião, o maracatu e a bossa nova, e recriando-os em melodias e letras que contam a história de um povo. O cinema nacional, embora com desafios constantes, tem se esforçado para projetar essa pluralidade, retratando o cotidiano das nossas comunidades, as belezas naturais e as complexidades sociais que nos definem. O patrimônio histórico, espalhado por cidades como Ouro Preto, Salvador e Paraty, narra visualmente a saga colonial e imperial, com suas igrejas barrocas, casarões e ruas de pedra que resistem ao tempo. As festas juninas, com suas quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, são um exemplo perfeito de como a religiosidade popular se mescla com tradições agrícolas ancestrais, celebrando a fartura e a união comunitária em todo o país. Além disso, a literatura de cordel, expressa em folhetos ilustrados, persiste como uma forma genuína de contar histórias, noticiar fatos e criticar a sociedade, com sua poesia rimada e acessível, profundamente enraizada no Nordeste, mas que ecoa por todo o Brasil. Essa riqueza cultural não é estática; ela se reinventa a cada geração, adaptando-se e incorporando novas influências, enquanto mantém viva a memória de suas origens, tornando o Brasil um país de incontáveis faces e infinitas narrativas. É nessa diversidade que reside a verdadeira força e beleza da nossa nação.
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

A oração 'que nos definem' (segundo parágrafo), referindo-se a 'complexidades sociais', possui a função de restringir o sentido do termo antecedente, ou seja, as complexidades sociais são as únicas que definem o Brasil, conforme a interpretação do texto.

 

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4111320 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Jacobina Piauí-PI
TEXTO I
RAÍZES PROFUNDAS DA CULTURA BRASILEIRA: UMA TRAMA DE IDENTIDADES
cultura brasileira é um mosaico vibrante, forjado pela confluência de povos e tradições que se entrelaçaram ao longo dos séculos. Desde os povos indígenas, guardiões ancestrais de saberes e lendas, passando pela riqueza mística e sonora trazida pelos africanos, até a influência europeia com suas festas, culinária e literatura, cada elemento deixou uma marca indelével na construção da nossa identidade. A música popular brasileira (MPB), por exemplo, é um espelho dessa miscigenação, absorvendo ritmos como o samba, o baião, o maracatu e a bossa nova, e recriando-os em melodias e letras que contam a história de um povo. O cinema nacional, embora com desafios constantes, tem se esforçado para projetar essa pluralidade, retratando o cotidiano das nossas comunidades, as belezas naturais e as complexidades sociais que nos definem. O patrimônio histórico, espalhado por cidades como Ouro Preto, Salvador e Paraty, narra visualmente a saga colonial e imperial, com suas igrejas barrocas, casarões e ruas de pedra que resistem ao tempo. As festas juninas, com suas quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, são um exemplo perfeito de como a religiosidade popular se mescla com tradições agrícolas ancestrais, celebrando a fartura e a união comunitária em todo o país. Além disso, a literatura de cordel, expressa em folhetos ilustrados, persiste como uma forma genuína de contar histórias, noticiar fatos e criticar a sociedade, com sua poesia rimada e acessível, profundamente enraizada no Nordeste, mas que ecoa por todo o Brasil. Essa riqueza cultural não é estática; ela se reinventa a cada geração, adaptando-se e incorporando novas influências, enquanto mantém viva a memória de suas origens, tornando o Brasil um país de incontáveis faces e infinitas narrativas. É nessa diversidade que reside a verdadeira força e beleza da nossa nação.
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

A palavra 'indeléveis', que significa 'que não se pode apagar, que deixa marca permanente', poderia ser utilizada no lugar de 'indelével' (quarto parágrafo) sem que a correção gramatical da frase fosse comprometida, desde que a palavra 'marca' se tornasse plural ('marcas').

 

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4111319 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Jacobina Piauí-PI
TEXTO I
RAÍZES PROFUNDAS DA CULTURA BRASILEIRA: UMA TRAMA DE IDENTIDADES
cultura brasileira é um mosaico vibrante, forjado pela confluência de povos e tradições que se entrelaçaram ao longo dos séculos. Desde os povos indígenas, guardiões ancestrais de saberes e lendas, passando pela riqueza mística e sonora trazida pelos africanos, até a influência europeia com suas festas, culinária e literatura, cada elemento deixou uma marca indelével na construção da nossa identidade. A música popular brasileira (MPB), por exemplo, é um espelho dessa miscigenação, absorvendo ritmos como o samba, o baião, o maracatu e a bossa nova, e recriando-os em melodias e letras que contam a história de um povo. O cinema nacional, embora com desafios constantes, tem se esforçado para projetar essa pluralidade, retratando o cotidiano das nossas comunidades, as belezas naturais e as complexidades sociais que nos definem. O patrimônio histórico, espalhado por cidades como Ouro Preto, Salvador e Paraty, narra visualmente a saga colonial e imperial, com suas igrejas barrocas, casarões e ruas de pedra que resistem ao tempo. As festas juninas, com suas quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, são um exemplo perfeito de como a religiosidade popular se mescla com tradições agrícolas ancestrais, celebrando a fartura e a união comunitária em todo o país. Além disso, a literatura de cordel, expressa em folhetos ilustrados, persiste como uma forma genuína de contar histórias, noticiar fatos e criticar a sociedade, com sua poesia rimada e acessível, profundamente enraizada no Nordeste, mas que ecoa por todo o Brasil. Essa riqueza cultural não é estática; ela se reinventa a cada geração, adaptando-se e incorporando novas influências, enquanto mantém viva a memória de suas origens, tornando o Brasil um país de incontáveis faces e infinitas narrativas. É nessa diversidade que reside a verdadeira força e beleza da nossa nação.
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

No trecho 'A música popular brasileira (MPB), por exemplo, é um espelho dessa miscigenação', a expressão 'por exemplo' poderia ser substituída por 'no entanto' sem que houvesse prejuízo de sentido ou alteração da intencionalidade do autor em apresentar uma situação ilustrativa.

 

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4111318 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Jacobina Piauí-PI
TEXTO I
RAÍZES PROFUNDAS DA CULTURA BRASILEIRA: UMA TRAMA DE IDENTIDADES
cultura brasileira é um mosaico vibrante, forjado pela confluência de povos e tradições que se entrelaçaram ao longo dos séculos. Desde os povos indígenas, guardiões ancestrais de saberes e lendas, passando pela riqueza mística e sonora trazida pelos africanos, até a influência europeia com suas festas, culinária e literatura, cada elemento deixou uma marca indelével na construção da nossa identidade. A música popular brasileira (MPB), por exemplo, é um espelho dessa miscigenação, absorvendo ritmos como o samba, o baião, o maracatu e a bossa nova, e recriando-os em melodias e letras que contam a história de um povo. O cinema nacional, embora com desafios constantes, tem se esforçado para projetar essa pluralidade, retratando o cotidiano das nossas comunidades, as belezas naturais e as complexidades sociais que nos definem. O patrimônio histórico, espalhado por cidades como Ouro Preto, Salvador e Paraty, narra visualmente a saga colonial e imperial, com suas igrejas barrocas, casarões e ruas de pedra que resistem ao tempo. As festas juninas, com suas quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, são um exemplo perfeito de como a religiosidade popular se mescla com tradições agrícolas ancestrais, celebrando a fartura e a união comunitária em todo o país. Além disso, a literatura de cordel, expressa em folhetos ilustrados, persiste como uma forma genuína de contar histórias, noticiar fatos e criticar a sociedade, com sua poesia rimada e acessível, profundamente enraizada no Nordeste, mas que ecoa por todo o Brasil. Essa riqueza cultural não é estática; ela se reinventa a cada geração, adaptando-se e incorporando novas influências, enquanto mantém viva a memória de suas origens, tornando o Brasil um país de incontáveis faces e infinitas narrativas. É nessa diversidade que reside a verdadeira força e beleza da nossa nação.
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)

base no texto acima, julgue o item a seguir.

O texto defende que a cultura brasileira é resultado de uma homogenização europeia, com pouca ou nenhuma influência de culturas africanas e indígenas, o que é evidenciado pela predominância de ritmos musicais de origem europeia na MPB.

 

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4111032 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM

Leia o texto II e responda à questão.

   

Texto II

 

Mar

 

Rubem Braga

 

A primeira vez que vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem.

 

maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem.

 

Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.

 

Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de larga, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar… Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou a sua mão… Um rapaz de quatorze ou quinze anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo, e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.

 

Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cana e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande e perigoso mar fabricando um homem…

 

Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou obscuro e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante as grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…

 

Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11290/mar> Acesso: 17/11/2025. (Adaptado)

Ao alterarmos a ordem do termo grande mar no fragmento “Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo.” para mar grande, é correto o que se afirma em:

 

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