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Leia o texto a seguir para responder à questão.


A evolução é fato
    O conceito de evolução, conforme apresentado pela pesquisa e evidência científica, descreve o processo pelo qual a vida na Terra mudou e se diversificou ao longo de bilhões de anos. (...)
Esse conceito de evolução surgiu das ideias inovadoras de Charles Darwin e Alfred Russel Wallace, que introduziram a teoria da seleção natural, a qual explica como as espécies se adaptam e evoluem. A teoria é fortemente apoiada por diversas áreas da ciência, como paleontologia, ecologia, genética, biologia do desenvolvimento, biologia molecular, entre outras. As evidências vêm de várias frentes: desde o registro fóssil, que mostra a progressão das formas de vida ao longo do tempo, até o DNA, cujos sequenciamentos genéticos revelam semelhanças impressionantes entre seres distintos, sublinhando uma ancestralidade comum. Por exemplo, a comparação do DNA humano com o dos chimpanzés mostra uma semelhança de quase 98,8%, indicando um ancestral comum relativamente recente. Além disso, a teoria é ilustrada pela distribuição geográfica das espécies e por processos como radiação adaptativa e convergência adaptativa, que ocorrem quando um grupo ancestral coloniza diferentes ambientes e pode originar outras espécies. A embriologia comparativa e a biologia do desenvolvimento também mostram como pequenas variações genéticas durante as fases iniciais do desenvolvimento podem resultar em grandes diferenças na forma e função dos adultos.
    A seleção natural é fundamental para explicar a diversidade de vida no planeta e é considerada uma das teorias mais robustas da ciência. Ela busca entender não somente a variedade da vida na Terra, mas também os processos vitais que sustentam todas as formas vivas. A evolução é mais do que uma teoria sobre a origem das espécies; é o alicerce para compreendermos a biologia, influenciando desde a ecologia e a genética até a medicina e a saúde pública. (...)
NADER, Helena B. A evolução é fato. Disponível em
<https://abc.org.br/wpcontent/uploads/2024/12/ABC_Evolucao_redux.pdf>.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta em relação ao conteúdo do texto "A evolução é fato".
 

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4236635 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada se apresenta na forma de um eufemismo.
 

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4236632 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
Enunciado 4601152-1
CAZO. Privatização das praias. Disponível em .<https://blogdoaftm.com.br/charge-privatizacao-daspraias/>.

Em relação à palavra "só", empregada na fala da charge acima, é correto afirmar que ela tem o sentido de:
 

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4236631 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, de acordo com a norma-padrão.

- Os fiscais seriam condecorados se __________ as mercadorias ilegais na alfândega.
- Caso __________ um novo acordo, tudo haveria de ser diferente.
- Se você ___________ ao meu apartamento, não se impressione quando um quadro caríssimo na parede da sala.
- Se ela ___________ tudo que perdeu no jogo, vai ficar milionária.
 

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4236630 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
"Gostar de ler é trocar horas de tédio por outras deliciosas." (Montesquieu)

Assinale a alternativa que apresenta o tipo de retomada feita pelo elemento destacado no enunciado.
 

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4236629 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
Assinale a alternativa cujo termo destacado tem função adjetiva.
 

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4236628 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Tênis x frescobol


    Depois de muito meditar sobre o assunto, concluí que os casamentos são de dois tipos: há casamentos do tipo tênis e do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de vida longa.

    Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a possibilidade de casamento, cada um deveria fazer a seguinte pergunta: crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?" Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar. (...)

    O tênis é um jogo feroz. Seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva que indica seu objetivo sádico, que é cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar, porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro.

    O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la e não há ninguém derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. (...)

    O sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois sabe-se que, se é sonho é coisa delicada, do coração. Assim cresce o amor. Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...


ALVES, Rubem. Tênis x frescobol. Abrangente. Disponível em .<https://abrangente.psc.br/tenis-xfrescobol-rubem-alves/>.
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada na reescrita do trecho do texto se encontra de acordo com a norma-padrão, sem alterar o significado básico original.
 

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4236627 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Tênis x frescobol


    Depois de muito meditar sobre o assunto, concluí que os casamentos são de dois tipos: há casamentos do tipo tênis e do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de vida longa.

    Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a possibilidade de casamento, cada um deveria fazer a seguinte pergunta: crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?" Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar. (...)

    O tênis é um jogo feroz. Seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva que indica seu objetivo sádico, que é cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar, porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro.

    O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la e não há ninguém derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. (...)

    O sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois sabe-se que, se é sonho é coisa delicada, do coração. Assim cresce o amor. Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...


ALVES, Rubem. Tênis x frescobol. Abrangente. Disponível em .<https://abrangente.psc.br/tenis-xfrescobol-rubem-alves/>.
"Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
 

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4236626 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Garça-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Tênis x frescobol


    Depois de muito meditar sobre o assunto, concluí que os casamentos são de dois tipos: há casamentos do tipo tênis e do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de vida longa.

    Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a possibilidade de casamento, cada um deveria fazer a seguinte pergunta: crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?" Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar. (...)

    O tênis é um jogo feroz. Seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva que indica seu objetivo sádico, que é cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar, porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro.

    O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la e não há ninguém derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. (...)

    O sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois sabe-se que, se é sonho é coisa delicada, do coração. Assim cresce o amor. Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...


ALVES, Rubem. Tênis x frescobol. Abrangente. Disponível em .<https://abrangente.psc.br/tenis-xfrescobol-rubem-alves/>.
A comparação feita pelo autor do texto sobreo casamento em relação ao tênis e ao frescobol é pertinente ao considerar que:
 

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4236375 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEFAZ-CE
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.
Infância e eternidade
    A criança sobrevive no adulto: a maturidade do homem significa reaver a seriedade que se tinha quando criança ao brincar. Assim como o presente ensombrecido favorece a idealização do passado, as perdas e agruras da idade adulta não raro levam a uma visão mistificada da infância.

   O filósofo e educador português Agostinho da Silva foi capaz de retratar a natureza e o valor da disposição lúdica e onírica da infância: “Aquilo que distingue realmente uma criança de todo o resto que é vivo no universo é a capacidade enorme de sua absorção no jogo, na sua seriedade ao brincar. Uma capacidade enorme de imaginar que as coisas efetivamente estão surgindo como que ao toque mágico de uma vara de fada e de fazer que perante isso o tempo não exista. Aquela historieta que se conta do monge da Idade Média que esteve trezentos anos ouvindo um rouxinol cantar e teve por aí a ideia do que deve ser a eternidade, esse milagre do monge medieval é repetido pela criança todos os dias quando ela brinca".

   Na arte, na ciência e na aventura da vida, a criatividade humana bebe nessa fonte: o presente absoluto visto como o dom de alçar-se à eternidade... brincando! O filósofo Heráclito já lembrava que “o tempo é uma criança movendo as contas de um jogo; o régio poder é da criança."
(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Imortalidades. São Paulo, Companhia das Letras, 2025, p. 114-115)
[...] a maturidade do homem significa reaver a seriedade que se tinha quando criança ao brincar.

Reconstruindo-se o período acima, sua correção e seu sentido estarão preservados nesta nova redação:
 

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