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4238976 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta palavras retiradas do texto em ordem alfabética.
 

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4238975 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em “É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos os lados” (l. 11-12), uma palavra que pode substituir a palavra “decisivo”, sem alterar o sentido do trecho, é:
 

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4238974 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

São palavras flexionadas no plural, EXCETO:
 

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4238973 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa correta sobre o texto.
 

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4238972 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

São perguntas respondidas pelo texto, EXCETO:
 

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4238971 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é o principal objetivo do texto?
 

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4238940 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

O que é o amor segundo Platão?

Por Júlio Boll

Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões

ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia

as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por

meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão

expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse

encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso

literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.

No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da

Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada

em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que

atua em 50 países, incluindo o Brasil.

___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o

ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,

passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser

intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma

carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é

uma potência que se situa entre o divino e o humano.

Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor

é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve

como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica

o site da instituição sobre o conceito.

Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.

Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,

e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a

expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o

amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o

amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a

instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___

respeito do amor.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que apresenta a palavra com a divisão silábica correta.

 

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4238939 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

O que é o amor segundo Platão?

Por Júlio Boll

Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões

ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia

as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por

meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão

expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse

encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso

literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.

No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da

Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada

em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que

atua em 50 países, incluindo o Brasil.

___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o

ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,

passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser

intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma

carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é

uma potência que se situa entre o divino e o humano.

Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor

é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve

como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica

o site da instituição sobre o conceito.

Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.

Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,

e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a

expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o

amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o

amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a

instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___

respeito do amor.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando os trechos retirados do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Em “nem sábio nem ignorante, ele é uma potência que se situa entre o divino e o humano”, um possível sinônimo para “situa” é “distancia”.

II. Em “a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão”, um possível sinônimo para “sucessão” é “alteração”.

III. Em “conectado com o que dizia Platão”, um possível antônimo para “conectado” é “desvinculado”, o que também exige a alteração de “com o” para “do”.

Quais estão corretas?

 

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4238938 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

O que é o amor segundo Platão?

Por Júlio Boll

Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões

ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia

as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por

meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão

expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse

encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso

literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.

No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da

Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada

em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que

atua em 50 países, incluindo o Brasil.

___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o

ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,

passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser

intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma

carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é

uma potência que se situa entre o divino e o humano.

Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor

é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve

como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica

o site da instituição sobre o conceito.

Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.

Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,

e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a

expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o

amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o

amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a

instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___

respeito do amor.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)

No trecho retirado do texto “o amor é uma carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é uma potência que se situa entre o divino e o humano”, a expressão “ele” refere-se a:

 

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4238937 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

O que é o amor segundo Platão?

Por Júlio Boll

Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões

ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia

as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por

meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão

expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse

encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso

literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.

No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da

Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada

em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que

atua em 50 países, incluindo o Brasil.

___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o

ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,

passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser

intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma

carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é

uma potência que se situa entre o divino e o humano.

Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor

é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve

como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica

o site da instituição sobre o conceito.

Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.

Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,

e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a

expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o

amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o

amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a

instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___

respeito do amor.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)

São palavras paroxítonas retiradas do texto, EXCETO:

 

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