Foram encontradas 364.900 questões.
Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time
Por Ana Clara Caielli Barreiro
É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e
um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho
no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais
variáveis podem ter mais peso no resultado.
Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma
série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as
equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que
cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina
imediatamente.
Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de
linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos
os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os
pênaltis e em que ordem.
Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro
leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para
o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo
tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por
trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da
Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores
eram australianos e brasileiros.
A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas
variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma
situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses
momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de
60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a
vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os
cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras
cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para
cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso
lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos
deveriam considerar ao definir os cobradores.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time
Por Ana Clara Caielli Barreiro
É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e
um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho
no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais
variáveis podem ter mais peso no resultado.
Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma
série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as
equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que
cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina
imediatamente.
Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de
linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos
os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os
pênaltis e em que ordem.
Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro
leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para
o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo
tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por
trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da
Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores
eram australianos e brasileiros.
A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas
variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma
situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses
momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de
60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a
vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os
cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras
cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para
cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso
lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos
deveriam considerar ao definir os cobradores.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time
Por Ana Clara Caielli Barreiro
É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e
um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho
no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais
variáveis podem ter mais peso no resultado.
Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma
série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as
equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que
cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina
imediatamente.
Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de
linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos
os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os
pênaltis e em que ordem.
Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro
leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para
o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo
tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por
trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da
Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores
eram australianos e brasileiros.
A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas
variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma
situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses
momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de
60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a
vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os
cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras
cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para
cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso
lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos
deveriam considerar ao definir os cobradores.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time
Por Ana Clara Caielli Barreiro
É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e
um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho
no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais
variáveis podem ter mais peso no resultado.
Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma
série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as
equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que
cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina
imediatamente.
Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de
linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos
os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os
pênaltis e em que ordem.
Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro
leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para
o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo
tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por
trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da
Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores
eram australianos e brasileiros.
A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas
variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma
situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses
momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de
60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a
vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os
cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras
cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para
cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso
lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos
deveriam considerar ao definir os cobradores.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time
Por Ana Clara Caielli Barreiro
É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e
um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho
no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais
variáveis podem ter mais peso no resultado.
Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma
série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as
equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que
cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina
imediatamente.
Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de
linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos
os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os
pênaltis e em que ordem.
Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro
leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para
o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo
tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por
trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da
Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores
eram australianos e brasileiros.
A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas
variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma
situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses
momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de
60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a
vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os
cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras
cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para
cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso
lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos
deveriam considerar ao definir os cobradores.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time
Por Ana Clara Caielli Barreiro
É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e
um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho
no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais
variáveis podem ter mais peso no resultado.
Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma
série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as
equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que
cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina
imediatamente.
Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de
linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos
os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os
pênaltis e em que ordem.
Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro
leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para
o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo
tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por
trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da
Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores
eram australianos e brasileiros.
A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas
variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma
situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses
momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de
60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a
vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os
cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras
cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para
cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso
lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos
deveriam considerar ao definir os cobradores.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
O que é o amor segundo Platão?
Por Júlio Boll
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões
ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia
as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por
meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão
expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse
encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso
literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.
No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da
Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada
em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que
atua em 50 países, incluindo o Brasil.
___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o
ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,
passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser
intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma
carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é
uma potência que se situa entre o divino e o humano.
Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor
é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve
como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica
o site da instituição sobre o conceito.
Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.
Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,
e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a
expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o
amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o
amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a
instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___
respeito do amor.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta a palavra com a divisão silábica correta.
Provas
O que é o amor segundo Platão?
Por Júlio Boll
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões
ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia
as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por
meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão
expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse
encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso
literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.
No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da
Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada
em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que
atua em 50 países, incluindo o Brasil.
___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o
ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,
passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser
intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma
carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é
uma potência que se situa entre o divino e o humano.
Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor
é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve
como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica
o site da instituição sobre o conceito.
Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.
Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,
e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a
expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o
amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o
amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a
instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___
respeito do amor.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando os trechos retirados do texto, analise as assertivas a seguir:
I. Em “nem sábio nem ignorante, ele é uma potência que se situa entre o divino e o humano”, um possível sinônimo para “situa” é “distancia”.
II. Em “a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão”, um possível sinônimo para “sucessão” é “alteração”.
III. Em “conectado com o que dizia Platão”, um possível antônimo para “conectado” é “desvinculado”, o que também exige a alteração de “com o” para “do”.
Quais estão corretas?
Provas
O que é o amor segundo Platão?
Por Júlio Boll
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões
ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia
as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por
meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão
expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse
encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso
literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.
No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da
Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada
em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que
atua em 50 países, incluindo o Brasil.
___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o
ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,
passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser
intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma
carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é
uma potência que se situa entre o divino e o humano.
Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor
é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve
como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica
o site da instituição sobre o conceito.
Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.
Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,
e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a
expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o
amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o
amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a
instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___
respeito do amor.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)
No trecho retirado do texto “o amor é uma carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é uma potência que se situa entre o divino e o humano”, a expressão “ele” refere-se a:
Provas
O que é o amor segundo Platão?
Por Júlio Boll
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões
ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia
as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por
meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão
expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse
encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso
literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.
No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da
Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada
em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que
atua em 50 países, incluindo o Brasil.
___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o
ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,
passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser
intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma
carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é
uma potência que se situa entre o divino e o humano.
Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor
é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve
como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica
o site da instituição sobre o conceito.
Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.
Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,
e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a
expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o
amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o
amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a
instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___
respeito do amor.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)
São palavras paroxítonas retiradas do texto, EXCETO:
Provas
Caderno Container