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4052285 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Estiva Gerbi-SP
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Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser preenchida somente com “à”, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
 

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4052284 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Estiva Gerbi-SP
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“O amanhã pode ser apenas noite. Ou pode ser uma aurora.” (Fernando Pessoa)

A palavra destacada no pensamento acima é de natureza:

 

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4052283 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Estiva Gerbi-SP
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Assinale a alternativa em que o sentido da palavra destacada abrange todo o enunciado, e não apenas parte dele.
 

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4052282 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Estiva Gerbi-SP
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Assinale a alternativa cuja palavra destacada é empregada em seu sentido próprio, denotativo.
 

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4052281 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Estiva Gerbi-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.



O imediatismo tóxico das redes sociais 



Desconheço a pessoa que não possui ao menos uma rede social ativa. Raro também encontrar alguém que só tenha uma e que pouco a utiliza. Não há como negar as grandes vantagens das redes sociais nas nossas vidas. Encurtamos distâncias entre pessoas, nos mantemos informados sobre diversos assuntos, compartilhamos nossos sentimentos, etc. Poderia ficar linhas e linhas falando sobre as coisas boas das redes sociais no nosso cotidiano.

Mas nem tudo são flores. A rede social também é local de desrespeito, ofensas, crimes, exposição e tudo aquilo que condenamos (e que, muitas vezes, fazemos sem perceber). Contudo, tudo isso que falei até agora não é novidade para ninguém. Vantagens, desvantagens... Ok. Muitas pessoas já abordam esses assuntos. Então, qual o ponto a que eu gostaria de chegar?

Estamos ficando cada vez mais imediatistas. Geramos uma autocobrança desnecessária, do tipo: preciso postar, preciso falar que estou bem, preciso compartilhar a minha vida boa, preciso sorrir sempre, preciso me mostrar, preciso ser melhor que o outro. E, pior, preciso fazer isso sempre e antes de todo mundo. (...)

Troquei boa parte das minhas horas nas redes sociais pela leitura de livros. E isso foi maravilhoso. Não estou falando que a mudança de hábito foi rápida ou fácil. Na verdade, foi demorada e gradual. À noite, antes de dormir, por exemplo, eu passava mais ou menos uma hora zapeando no Twitter ou Instagram. Hoje, dedico essa hora à leitura de um bom romance. Resultado: minha escrita melhorou, naturalmente tenho mais conteúdo para compartilhar (...) e ainda tenho sonos muito mais regulares.

Por fim, acredito que o primeiro passo deva ser um diagnóstico. Você deve se entender, se questionar. Após isso, pense o que mais você  poderia fazer para não ficar tão refém de uma rede social. Acredite, essa mudança de hábito trará bons resultados para você.

LOUREIRO, Juliano. O imediatismo tóxico das redes sociais. Bingo! Disponível em <https://www.livrobingo.com.br/cronica-o-imediatismo-toxico-das-redes-sociais>.


“Na verdade, foi demorada e gradual.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
 

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4052280 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Estiva Gerbi-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.



O imediatismo tóxico das redes sociais 



Desconheço a pessoa que não possui ao menos uma rede social ativa. Raro também encontrar alguém que só tenha uma e que pouco a utiliza. Não há como negar as grandes vantagens das redes sociais nas nossas vidas. Encurtamos distâncias entre pessoas, nos mantemos informados sobre diversos assuntos, compartilhamos nossos sentimentos, etc. Poderia ficar linhas e linhas falando sobre as coisas boas das redes sociais no nosso cotidiano.

Mas nem tudo são flores. A rede social também é local de desrespeito, ofensas, crimes, exposição e tudo aquilo que condenamos (e que, muitas vezes, fazemos sem perceber). Contudo, tudo isso que falei até agora não é novidade para ninguém. Vantagens, desvantagens... Ok. Muitas pessoas já abordam esses assuntos. Então, qual o ponto a que eu gostaria de chegar?

Estamos ficando cada vez mais imediatistas. Geramos uma autocobrança desnecessária, do tipo: preciso postar, preciso falar que estou bem, preciso compartilhar a minha vida boa, preciso sorrir sempre, preciso me mostrar, preciso ser melhor que o outro. E, pior, preciso fazer isso sempre e antes de todo mundo. (...)

Troquei boa parte das minhas horas nas redes sociais pela leitura de livros. E isso foi maravilhoso. Não estou falando que a mudança de hábito foi rápida ou fácil. Na verdade, foi demorada e gradual. À noite, antes de dormir, por exemplo, eu passava mais ou menos uma hora zapeando no Twitter ou Instagram. Hoje, dedico essa hora à leitura de um bom romance. Resultado: minha escrita melhorou, naturalmente tenho mais conteúdo para compartilhar (...) e ainda tenho sonos muito mais regulares.

Por fim, acredito que o primeiro passo deva ser um diagnóstico. Você deve se entender, se questionar. Após isso, pense o que mais você  poderia fazer para não ficar tão refém de uma rede social. Acredite, essa mudança de hábito trará bons resultados para você.

LOUREIRO, Juliano. O imediatismo tóxico das redes sociais. Bingo! Disponível em <https://www.livrobingo.com.br/cronica-o-imediatismo-toxico-das-redes-sociais>.


“Mas nem tudo são flores.”
Em relação à concordância efetuada na forma verbal destacada no trecho acima, é correto afirmar que ela se dá: 
 

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4052279 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Estiva Gerbi-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.



O imediatismo tóxico das redes sociais 



Desconheço a pessoa que não possui ao menos uma rede social ativa. Raro também encontrar alguém que só tenha uma e que pouco a utiliza. Não há como negar as grandes vantagens das redes sociais nas nossas vidas. Encurtamos distâncias entre pessoas, nos mantemos informados sobre diversos assuntos, compartilhamos nossos sentimentos, etc. Poderia ficar linhas e linhas falando sobre as coisas boas das redes sociais no nosso cotidiano.

Mas nem tudo são flores. A rede social também é local de desrespeito, ofensas, crimes, exposição e tudo aquilo que condenamos (e que, muitas vezes, fazemos sem perceber). Contudo, tudo isso que falei até agora não é novidade para ninguém. Vantagens, desvantagens... Ok. Muitas pessoas já abordam esses assuntos. Então, qual o ponto a que eu gostaria de chegar?

Estamos ficando cada vez mais imediatistas. Geramos uma autocobrança desnecessária, do tipo: preciso postar, preciso falar que estou bem, preciso compartilhar a minha vida boa, preciso sorrir sempre, preciso me mostrar, preciso ser melhor que o outro. E, pior, preciso fazer isso sempre e antes de todo mundo. (...)

Troquei boa parte das minhas horas nas redes sociais pela leitura de livros. E isso foi maravilhoso. Não estou falando que a mudança de hábito foi rápida ou fácil. Na verdade, foi demorada e gradual. À noite, antes de dormir, por exemplo, eu passava mais ou menos uma hora zapeando no Twitter ou Instagram. Hoje, dedico essa hora à leitura de um bom romance. Resultado: minha escrita melhorou, naturalmente tenho mais conteúdo para compartilhar (...) e ainda tenho sonos muito mais regulares.

Por fim, acredito que o primeiro passo deva ser um diagnóstico. Você deve se entender, se questionar. Após isso, pense o que mais você  poderia fazer para não ficar tão refém de uma rede social. Acredite, essa mudança de hábito trará bons resultados para você.

LOUREIRO, Juliano. O imediatismo tóxico das redes sociais. Bingo! Disponível em <https://www.livrobingo.com.br/cronica-o-imediatismo-toxico-das-redes-sociais>.


A ideia geral defendida pelo autor no texto “O imediatismo tóxico das redes sociais” é que:
 

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4052163 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Leia o cenário a seguir e responda à questão:

Durante um estudo sobre indisciplina escolar, componentes de um grupo leram o artigo “Indisciplina escolar: uma construção coletiva”, de Boarini (2013), e apontaram possíveis causas para esse fenômeno, porém apenas uma resposta reflete com precisão as ideias da autora sobre indisciplina escolar:
Pedro: “Isso ocorre porque o aluno é o responsável pelo seu interesse nos estudos.”
Léa: “Porque os pais não cobram ou não acompanham as atividades escolares em casa.”
Lucas: “Essa geração atual apresenta menor concentração devido ao uso das redes sociais.”
João: “Penso que esse desinteresse corresponde às novas formas de aprendizagem digitais.”
Bia: “Acredito que a escola pode estar desatualizada e sem significado para os jovens.”

Nesse cenário, quem compreendeu com precisão as ideias da autora foi:
 

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4052160 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

Enunciado 4456465-1

Fonte: SAMP, Wesley. Os Levados da Breca nº 826 – Guerra e paz. Disponível em: . Acesso em: 29 jan. 2026.

Na tirinha Os Levados da Breca, do desenhista Wesley Samp, um dos personagens prefere “brincar de guerra”, denotando uma escolha pela emoção e pela competitividade, e seu amigo logo percebe a origem desse comportamento.

Considerando que a escola tem como um dos seus papéis promover uma cultura de paz e de desnaturalizar formas conflituosas de interação, a fala final do amigo “Isso explica muita coisa!” apoia-se:
 

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4052158 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Leia o trecho a seguir e responda à questão:

“Em uma cultura de paz não há ausência de conflitos, mas sim a busca ativa de sua resolução de forma construtiva por meio da negociação, do diálogo e da democracia. Em vista disso, a força mais poderosa, capaz de resolver desafios de maneira edificante é a não violência. Ela é o oposto da passividade, da obediência e da resignação. Trata-se de um processo dinâmico, que leva à ação, à resistência e ao engajamento. É uma busca permanente.”

Fonte: DISKIN, Lia. Paz, como se faz? Semeando a cultura de paz nas escolas. 4. ed. São Paulo: Palas Athena; Brasília: UNESCO, 2021, p. 11.

A leitura do trecho acima permite compreender que a concepção da proposta de cultura de paz na escola é aquela que:
 

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