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O que é o amor segundo Platão?
Por Júlio Boll
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões
ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia
as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por
meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão
expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse
encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso
literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.
No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da
Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada
em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que
atua em 50 países, incluindo o Brasil.
___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o
ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,
passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser
intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma
carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é
uma potência que se situa entre o divino e o humano.
Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor
é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve
como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica
o site da instituição sobre o conceito.
Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.
Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,
e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a
expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o
amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o
amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a
instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___
respeito do amor.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)
No trecho abaixo, retirado do texto, se a palavra “concepções” for flexionada no singular, quantas outras alterações serão obrigatoriamente necessárias para manter-se a correção gramatical?
“Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões sobre o amor”.
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O que é o amor segundo Platão?
Por Júlio Boll
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões
ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia
as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por
meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão
expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse
encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso
literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.
No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da
Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada
em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que
atua em 50 países, incluindo o Brasil.
___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o
ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,
passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser
intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma
carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é
uma potência que se situa entre o divino e o humano.
Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor
é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve
como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica
o site da instituição sobre o conceito.
Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.
Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,
e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a
expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o
amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o
amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a
instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___
respeito do amor.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)
Sobre o verbo “expôs” no trecho “Platão expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor”, retirado do texto, analise as seguintes assertivas:
I. É um verbo flexionado na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo.
II. Recebe acento gráfico porque deriva do infinitivo “expôr”.
III. Se o sujeito “Platão” for substituído por “os filósofos”, a flexão do verbo no plural é “expuseram”.
Quais estão corretas?
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O que é o amor segundo Platão?
Por Júlio Boll
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga e suas reflexões
ecoam até hoje. Autor de diversos diálogos filosóficos, em alguns deles, o estudioso reproduzia
as conversas que outro filósofo — no caso, Sócrates — tinha com certos cidadãos gregos, por
meio das quais exprimia suas ideias. Em um desses diálogos, chamado de “O Banquete”, Platão
expôs aquilo que seria sua doutrina sobre o que é o amor. Nele, Platão escreve sobre esse
encontro grego típico no qual o anfitrião Agatón, um poeta que havia triunfado em um concurso
literário, propõe um elogio ao deus Amor como entretenimento.
No panteão dos gregos antigos, Amor é chamado de Eros, como explicam informações da
Organização Internacional Nova Acrópole, instituição dedicada ao estudo da filosofia e fundada
em 1957, em Buenos Aires, pelo professor historiador e filósofo Jorge Angel Livraga Rizzi, e que
atua em 50 países, incluindo o Brasil.
___ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física. Ainda segundo o
ensaio de Platão, cada um dos convidados expõe sua visão de Eros. Já ___ visão de Platão,
passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus e, sim, um ser
intermediário. Isso porque, para ele, quem ama de..eja algo que não tem, logo o amor é uma
carência, não sendo nem bom nem mau, nem belo nem feio, nem sábio nem ignorante, ele é
uma potência que se situa entre o divino e o humano.
Segundo a Nova Acrópole, a ideia de Sócrates e, em sucessão, de Platão é a de que o amor
é o caminho, o nexo de união com isso que a humanidade chama “perfeito e divino”. “Ele serve
como conexão e comunicação que enchem o va..io que existe entre o visível e o invisível”, explica
o site da instituição sobre o conceito.
Ainda dentro do conceito de amor, se tornou bastante comum a expressão “amor platônico”.
Seu significado está ligado ao de um amor que não é correspondido ou se mostra inalcançável,
e está conectado com o que dizia Platão. Para a organização de filosofia internacional, a
expressão “amor platônico” também pode ser entendida, até hoje, como o amor espiritual, o
amor que transcende. “É o amor impossível, como dizem, mas na realidade é e..atamente o
amor que torna possível o impossível e que nos faz sentir irmãos acima das diferenças”, diz a
instituição. Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões ___
respeito do amor.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2022/12/o-que-e-o-amor-segundo-platao – texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto:
⋅ “ _____ luz da filosofia platônica, o amor transcende a mera atração física”.
⋅ “Já ____ visão de Platão, passada através do discurso de Sócrates, é que o amor não pode ser um deus”.
⋅ “Essas antigas concepções filosóficas continuam despertando novas reflexões _____ respeito do amor”.
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Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho abaixo, retirado do texto, se a palavra “gaivotas” for flexionada no singular, quantas outras alterações serão obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical?
“E as gaivotas prestaram atenção se estavam sendo observadas ou não”.
Provas
Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
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