Magna Concursos

Foram encontradas 364.900 questões.

4238868 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

Por que as gaivotas roubam comida?

Por Marlene Zuk

É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e

barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos

lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde

amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves

incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,

têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós

gostaríamos.

___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e

as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de

entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal

britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas

recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua

reputação de predadoras.

Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante

das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam

comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros

cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar

comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou

encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o

olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava

prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do

experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente

foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se

estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o

pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.

Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as

batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar

e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma

capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, sobre o comportamento das gaivotas, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4238867 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

Por que as gaivotas roubam comida?

Por Marlene Zuk

É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e

barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos

lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde

amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves

incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,

têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós

gostaríamos.

___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e

as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de

entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal

britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas

recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua

reputação de predadoras.

Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante

das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam

comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros

cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar

comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou

encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o

olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava

prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do

experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente

foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se

estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o

pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.

Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as

batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar

e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma

capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Os dados do experimento sugerem que, entre as gaivotas observadas, o comportamento de capturar a comida superou o simples ato de se aproximar dela.
II. A maioria das gaivotas tentou pegar as batatas fritas enquanto o pesquisador as encarava.
III. O fato de as gaivotas reagirem à direção do olhar indica que elas são capazes de perceber e interpretar os sinais do ambiente
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4238866 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

Por que as gaivotas roubam comida?

Por Marlene Zuk

É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e

barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos

lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde

amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves

incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,

têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós

gostaríamos.

___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e

as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de

entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal

britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas

recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua

reputação de predadoras.

Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante

das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam

comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros

cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar

comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou

encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o

olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava

prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do

experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente

foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se

estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o

pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.

Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as

batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar

e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma

capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do verbo haver e do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto:

• “___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas”.

• “Kelley e outros cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana”.

• “Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos [...]”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os aspectos gramaticais dos trechos mencionados a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a regra de acentuação gráfica da palavra “fóssil” e um vocábulo que seja acentuado pela mesma regra.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é complicada”, a expressão “A experiência” é classificada sintaticamente como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a palavra grafada corretamente com hífen, de acordo com o Acordo Ortográfico vigente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo, que apresentam trechos retirados do texto:
I. Em “quais animais viveram no passado, quais não...”, o emprego das reticências sugere que o cientista interrompeu a fala por hesitação ou esquecimento momentâneo.
II. No trecho “Como o ‘escritório’ dos paleontólogos muda constantemente de lugar”, o emprego das aspas na palavra “escritório” indica que os paleontólogos têm escritórios próprios onde realizam suas atividades.
III. Em “Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café)”, os parênteses introduzem uma informação explicativa, complementando a ideia de que a refeição matinal dos pesquisadores pode incluir bebidas típicas da região, como o mate.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Estamos falando de ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”, o vocábulo “hostis” pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido do texto e à correção gramatical, por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?

Por Redação National Geographic Brasil

Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo

Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre

o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu

como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e

como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.

___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma

abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina

de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve

o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles

começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o

dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o

paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao

acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos

pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é

complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de

ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.

Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas

precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em

carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que

transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar

sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis

de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em

qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida

na Terra ___ partir de fósseis.

Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história

do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais

viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender

“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas

sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui

o especialista argentino.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “paleontólogo” for flexionada no plural, quantas outras alterações serão obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical?
“O paleontólogo propõe uma abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas