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Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Os dados do experimento sugerem que, entre as gaivotas observadas, o comportamento de capturar a comida superou o simples ato de se aproximar dela.
II. A maioria das gaivotas tentou pegar as batatas fritas enquanto o pesquisador as encarava.
III. O fato de as gaivotas reagirem à direção do olhar indica que elas são capazes de perceber e interpretar os sinais do ambiente
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Por que as gaivotas roubam comida?
Por Marlene Zuk
É difícil ignorar as gaivotas na Cornualha, no Reino Unido. Elas são onipresentes e
barulhentas, fazendo ninhos nos telhados das casas e sobrevoando as ruas. Como em muitos
lugares costeiros pelo mundo, as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde
amá-las como símbolos do mar até chamá-las de “ratos com asas”. Isso porque essas aves
incomodam os banhistas e roubam batatas fritas dos bancos dos parques. As gaivotas, portanto,
têm um pequeno problema de imagem — elas podem ser mais invasivas do que muitos de nós
gostaríamos.
___ muitos anos, pesquisadores procuram compreender o comportamento das gaivotas e
as razões de sua convivência, por vezes conflituosa, com os seres humanos. Com o objetivo de
entender se as gaivotas realmente merecem a má reputação, Laura Kelley, ecologista animal
britânica, uniu-se à sua colega da Universidade de Exeter, Neeltje J. Booger. As pesquisas
recentes delas — e de outros na área — têm oferecido às gaivotas uma redenção de sua
reputação de predadoras.
Quer queiramos ou não, roubar comida de outras espécies é uma característica marcante
das gaivotas. Muitas gaivotas são o que chamamos de cleptoparasitas, animais que roubam
comida de outros indivíduos, sejam da mesma espécie ou de espécies diferentes. Kelley e outros
cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana quando tentavam pegar
comida. Assim que uma gaivota se aproximava, os cientistas faziam uma de duas coisas: ou
encaravam a ave diretamente enquanto ela avançava em direção ao petisco, ou desviavam o
olhar atentamente até que o farfalhar característico do pacote indicasse que a gaivota estava
prestes a pegar as batatas fritas. Das 74 gaivotas que participaram involuntariamente do
experimento, apenas 27, ou pouco mais de um terço, se aproximaram da comida, e somente
foram até o fim, por assim dizer, e tentaram pegá-la. E as gaivotas prestaram atenção se
estavam sendo observadas ou não, com mais delas tentando pegar as batatas fritas quando o
pesquisador estava olhando para o outro lado do que quando estava encarando.
Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as
batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos do que se costuma imaginar
e, além disso, que a sensibilidade a comportamentos como a direção do olhar pode indicar uma
capacidade cognitiva bastante sofisticada por parte das gaivotas.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam-comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do verbo haver e do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto:
• “Kelley e outros cientistas investigaram se as gaivotas reagiam ___ presença humana”.
• “Os pesquisadores apontam que ___ pequena proporção de gaivotas que tentam pegar as batatas fritas sugere que essas aves têm mais medo de humanos [...]”.
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Como é o trabalho de encontrar dinossauros?
Por Redação National Geographic Brasil
Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo
Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre
o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu
como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e
como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.
___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma
abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina
de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve
o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles
começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o
dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o
paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao
acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos
pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é
complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de
ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.
Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas
precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em
carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que
transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar
sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis
de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em
qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida
na Terra ___ partir de fósseis.
Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história
do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais
viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender
“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas
sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui
o especialista argentino.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Como é o trabalho de encontrar dinossauros?
Por Redação National Geographic Brasil
Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo
Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre
o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu
como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e
como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.
___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma
abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina
de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve
o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles
começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o
dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o
paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao
acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos
pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é
complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de
ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.
Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas
precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em
carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que
transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar
sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis
de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em
qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida
na Terra ___ partir de fósseis.
Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história
do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais
viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender
“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas
sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui
o especialista argentino.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Como é o trabalho de encontrar dinossauros?
Por Redação National Geographic Brasil
Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo
Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre
o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu
como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e
como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.
___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma
abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina
de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve
o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles
começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o
dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o
paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao
acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos
pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é
complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de
ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.
Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas
precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em
carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que
transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar
sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis
de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em
qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida
na Terra ___ partir de fósseis.
Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história
do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais
viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender
“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas
sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui
o especialista argentino.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Como é o trabalho de encontrar dinossauros?
Por Redação National Geographic Brasil
Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo
Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre
o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu
como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e
como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.
___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma
abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina
de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve
o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles
começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o
dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o
paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao
acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos
pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é
complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de
ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.
Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas
precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em
carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que
transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar
sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis
de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em
qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida
na Terra ___ partir de fósseis.
Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história
do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais
viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender
“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas
sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui
o especialista argentino.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- OrtografiaPontuaçãoAspas
- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- OrtografiaPontuaçãoReticências
- Interpretação de Textos
Como é o trabalho de encontrar dinossauros?
Por Redação National Geographic Brasil
Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo
Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre
o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu
como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e
como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.
___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma
abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina
de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve
o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles
começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o
dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o
paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao
acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos
pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é
complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de
ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.
Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas
precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em
carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que
transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar
sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis
de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em
qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida
na Terra ___ partir de fósseis.
Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história
do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais
viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender
“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas
sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui
o especialista argentino.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Em “quais animais viveram no passado, quais não...”, o emprego das reticências sugere que o cientista interrompeu a fala por hesitação ou esquecimento momentâneo.
II. No trecho “Como o ‘escritório’ dos paleontólogos muda constantemente de lugar”, o emprego das aspas na palavra “escritório” indica que os paleontólogos têm escritórios próprios onde realizam suas atividades.
III. Em “Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café)”, os parênteses introduzem uma informação explicativa, complementando a ideia de que a refeição matinal dos pesquisadores pode incluir bebidas típicas da região, como o mate.
Quais estão corretas?
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Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo
Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre
o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu
como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e
como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.
___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma
abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina
de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve
o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles
começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o
dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o
paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao
acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos
pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é
complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de
ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.
Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas
precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em
carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que
transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar
sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis
de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em
qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida
na Terra ___ partir de fósseis.
Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história
do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais
viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender
“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas
sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui
o especialista argentino.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Como é o trabalho de encontrar dinossauros?
Por Redação National Geographic Brasil
Sob um Sol escaldante em um sítio arqueológico na Patagônia argentina, o paleontólogo
Federico Agnolín faz o trabalho de campo em busca de fósseis que ofereçam novas pistas sobre
o passado da Terra. Direto do local da escavação, Agnolín conversou com NatGeo e descreveu
como é o trabalho de campo de um paleontólogo, quais são as dificuldades que enfrentam e
como suas descobertas moldam nossa compreensão do passado do planeta.
___ muitos desafios durante uma expedição paleontológica. O paleontólogo propõe uma
abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica. “A rotina
de um dia de expedição começa bem cedo pela manhã, possivelmente às 7 ou 8 horas”, descreve
o pesquisador. Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café), eles
começam o dia de trabalho, que geralmente se estende por várias horas. “Trabalhamos quase o
dia inteiro e fazemos uma pausa ___ tarde porque o Sol no sítio é escaldante”, explica o
paleontólogo. A exploração se estende até o pôr do sol, momento em que retornam ao
acampamento base, onde barracas para descansar e algumas provisões esperam pelos
pesquisadores. “A experiência de trabalhar em um sítio arqueológico de 70 milhões de anos é
complicada porque são lugares que geralmente ficam muito distantes. Estamos falando de
ambientes hostis, com muitas plantas espinhosas, escassez total de água, seca, vento e sol”.
Como o “escritório” dos paleontólogos muda constantemente de lugar, os cientistas
precisam transportar suas próprias ferramentas em mochilas pessoais e de carga ou em
carrinhos de mão, quando os elementos são grandes e pesados. “Às vezes, temos que
transportá-los por quilômetros, o que é bastante cansativo”, comenta, embora reconheça amar
sua profissão. Durante o trabalho de campo, os paleontólogos às vezes encontram restos fósseis
de dinossauros gigantescos. Outras vezes observam pequenas plantas, fungos ou bactérias. Em
qualquer caso, eles cumprem a missão fundamental da paleontologia: estudar a história da vida
na Terra ___ partir de fósseis.
Como explica Agnolín à National Geographic, a paleontologia permite “conhecer a história
do mundo, saber por que as coisas estão e como estão, por que existem árvores, quais animais
viveram no passado, quais não...”. Em outras palavras, é uma ciência que ajuda a compreender
“como se formou tudo o que conhecemos”. “De certa forma, a paleontologia nos faz perguntas
sobre a grande incógnita da humanidade, questionando de onde viemos e quem somos”, conclui
o especialista argentino.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).
“O paleontólogo propõe uma abordagem meticulosa para superar os desafios durante uma expedição paleontológica”.
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