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4239011 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS

Ultraprocessados podem afetar a atenção, mesmo com dieta saudável

Por Ana Clara Caielli Barreiro

Os alimentos ultraprocessados, como bolachas recheadas, salgadinhos, refrigerantes e

macarrão instantâneo, são um dos calcanhares de Aquiles do mundo moderno. Eles são tão

saborosos quanto são prejudiciais à saúde. Esses alimentos passam por processos industriais

excessivos, que envolvem a adição de aditivos artificiais, como emulsificantes e corantes, além

de outras substâncias industriais, podendo até alterar a estrutura original do alimento.

Uma nova pesquisa, desenvolvida em parceria pela Universidade de São Paulo (USP) e

universidades estrangeiras, investigou os impactos cognitivos do consumo desse tipo de

alimento. E as pessoas estudadas não foram só aquelas com as piores dietas – a ideia era analisar

também se haveria efeitos em pessoas com a qualidade geral da dieta considerada boa.

Os pesquisadores analisaram dados de 2.192 adultos australianos com idades entre 40 e

anos. Além de responderem questionários sobre hábitos alimentares, os participantes

realizaram testes cognitivos para medir atenção e velocidade de processamento de informações.

Em média, os participantes consumiam cerca de 41% de suas calorias na forma de alimentos

ultraprocessados. O resultado foi preocupante.

O estudo associou o consumo elevado de ultraprocessados com dificuldades de

concentração e a um processamento mental mais lento, mesmo entre pessoas que, no geral,

tinham uma alimentação saudável e de qualidade. Essa relação foi observada até em

participantes que seguiam a dieta mediterrânea, considerada uma das referências mundiais em

alimentação saudável e frequentemente associada a benefícios cognitivos.

Além disso, a pesquisa sugere que o consumo excessivo de ultraprocessados contribui para

fatores de risco ligados à demência, como obesidade e hipertensão, provocando queda nítida e

mensurável na capacidade de concentração das pessoas. Um aumento de 10% no consumo de

alimentos ultraprocessados equivale a cerca de 150 gramas de comida. Na prática, seria como

adicionar um pacote de salgadinho à alimentação diária – um hábito aparentemente comum,

mas que o estudo associou a prejuízos cognitivos.

O trabalho mostra que o impacto da alimentação na cognição vai muito além dos

indicadores tradicionais de qualidade da dieta ou do simples consumo de alimentos nutritivos.

Para os autores, o estudo reforça a necessidade de aprimorar as diretrizes alimentares,

mostrando que o grau de processamento dos alimentos deve ser considerado juntamente com a

composição nutricional da dieta.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/ultraprocessados-podem-afetar-a-atencao-mesmo-com-dieta-saudavel/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Qual é o principal objetivo do texto?
 

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4238985 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Assinale a alternativa que apresenta uma palavra em que o “s” tem som de “z”.
 

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4238984 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual sinal de pontuação substitui o símbolo ▲ no título do texto?

 

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4238983 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a lacuna da palavra é preenchida com “ss”, assim como é escrita a palavra “pressão”.
 

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4238982 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é o verbo do trecho “Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores”, retirado do texto?
 

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4238981 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Quantos substantivos compõem o trecho “Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores”, retirado do texto?
 

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4238980 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em “verificou quais variáveis podem ter mais peso no resultado” (l. 03-04), uma palavra que pode substituir a palavra “peso”, sem alterar o sentido do trecho, é:
 

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4238979 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

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São palavras escritas com letra maiúscula por serem nomes próprios, EXCETO:
 

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4238978 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-dos-penaltis-jogadores-erram-mais-cobrancas-que-podem-eliminar-o-time – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é a sílaba tônica (sílaba pronunciada com mais força) da palavra “brasileiros”?
 

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4238977 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Ciência dos pênaltis ▲jogadores erram mais cobranças que podem eliminar o time

Por Ana Clara Caielli Barreiro

É fase de mata-mata da Copa do Mundo. O jogo está empatado, já passou a prorrogação e

um dos times precisa sair vencedor. É hora dos pênaltis. Um estudo publicado no dia 28 de junho

no periódico científico Football Studies analisou as estatísticas dos pênaltis e verificou quais

variáveis podem ter mais peso no resultado.

Primeiro, devemos lembrar a maneira como os pênaltis ocorrem. Cada equipe cobra uma

série de cinco penalidades, de forma alternada. Vence quem marcar mais gols. Porém, se as

equipes terminarem empatadas, começa a chamada morte súbita: rodadas adicionais em que

cada time cobra um pênalti e, se uma equipe marcar enquanto a outra errar, a disputa termina

imediatamente.

Um mesmo jogador não pode cobrar duas vezes antes que todos os demais jogadores de

linha tenham batido um pênalti. É um momento decisivo, em que a tensão toma conta de todos

os lados: dos torcedores, dos jogadores e do técnico, que precisa decidir quem cobrará os

pênaltis e em que ordem.

Os pênaltis são alvo de inúmeras discussões entre torcedores. O time que cobra primeiro

leva vantagem? Os melhores jogadores devem bater primeiro ou deixar a responsabilidade para

o fim? Existe alguma posição na sequência de cobranças que gera mais pressão? O novo estudo

tentou responder a essas perguntas — além de investigar se realmente existe uma ciência por

trás das disputas por pênaltis. O trabalho analisou 576 cobranças realizadas em 60 partidas da

Copa do Mundo e da Eurocopa, além de simular disputas matematicamente. Os pesquisadores

eram australianos e brasileiros.

A pesquisa sugere que nem todos os pênaltis têm o mesmo peso emocional. Algumas

variáveis, de fato, influenciam nas chances de fazer gol. Algumas cobranças acontecem em uma

situação de “evitar a derrota”, em que um erro elimina imediatamente a equipe. Nesses

momentos a pressão é muito maior, e a taxa de conversão do pênalti (ou seja, fazer gol) é de

60,4%. Já nos pênaltis de “marcar para vencer” — quando um gol imediatamente garante a

vitória na disputa — a taxa de conversão chega a 89,1%. Foi o maior índice entre todos os

cenários analisados, inclusive superior ao das primeiras cobranças da disputa. As primeiras

cobranças são consideradas de baixa pressão, com taxa de conversão de 75%. Ou seja, para

cobrar um pênalti não basta apenas ser um grande jogador tecnicamente. Também é preciso

lidar bem com a pressão psicológica. Segundo os autores, esse é um fator que os técnicos

deveriam considerar ao definir os cobradores.

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Assinale a alternativa que apresenta uma palavra retirada do texto com mais vogais do que consoantes.
 

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