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Leia o texto a seguir:
Consulta pública sobre plástico de
fonte renovável segue até 9 de março
Está aberta a consulta pública para recolher subsídios sobre a produção de polímeros de eteno de fonte renovável – também conhecidos como bio-polietileno ou plástico de fonte renovável. A consulta, feita pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), faz parte das ações do Programa Selo Verde Brasil, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV).
A matéria-prima é uma resina termoplástica produzida a partir de recursos orgânicos, ao invés de combustíveis fósseis. A principal fonte renovável utilizada no mundo, com destaque para a produção no Brasil, é a cana-de-açúcar.
O Projeto ABNT NBR 17283 define critérios ambientais, sociais e de governança para a produção de polímeros de eteno de fonte renovável. O objetivo da consulta é buscar contribuições de empresas, organizações, especialistas e da sociedade civil em geral para definir critérios para a norma.
A consulta pública “Sustentabilidade de produtos químicos — Critérios ambientais, sociais e de governança – Polímeros de eteno de fonte renovável” ficará disponível até o próximo dia 9 de março e pode ser acessada no site da ABNT [...]
Instituído em junho de 2025, o Programa Selo Verde Brasil vai elaborar diretrizes nacionais para a normatização e a certificação de produtos que atendam, comprovadamente, a requisitos de sustentabilidade pré-definidos. A medida se alinha à missão 5 da Nova Indústria Brasil (NIB), que trata de bioeconomia, descarbonização, transição e segurança energéticas.
Fonte: https://folhadematogrosso.com.br/economia/consulta-publica-sobre plastico-de-fonte-renovavel-segue-ate-9-de-marco/ . Acesso em 13/02/2026. Fragmento adaptado
Pode-se inferir que a vinculação do Programa “Selo Verde Brasil” à missão 5 da NIB indica:
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Consulta pública sobre plástico de
fonte renovável segue até 9 de março
Está aberta a consulta pública para recolher subsídios sobre a produção de polímeros de eteno de fonte renovável – também conhecidos como bio-polietileno ou plástico de fonte renovável. A consulta, feita pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), faz parte das ações do Programa Selo Verde Brasil, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV).
A matéria-prima é uma resina termoplástica produzida a partir de recursos orgânicos, ao invés de combustíveis fósseis. A principal fonte renovável utilizada no mundo, com destaque para a produção no Brasil, é a cana-de-açúcar.
O Projeto ABNT NBR 17283 define critérios ambientais, sociais e de governança para a produção de polímeros de eteno de fonte renovável. O objetivo da consulta é buscar contribuições de empresas, organizações, especialistas e da sociedade civil em geral para definir critérios para a norma.
A consulta pública “Sustentabilidade de produtos químicos — Critérios ambientais, sociais e de governança – Polímeros de eteno de fonte renovável” ficará disponível até o próximo dia 9 de março e pode ser acessada no site da ABNT [...]
Instituído em junho de 2025, o Programa Selo Verde Brasil vai elaborar diretrizes nacionais para a normatização e a certificação de produtos que atendam, comprovadamente, a requisitos de sustentabilidade pré-definidos. A medida se alinha à missão 5 da Nova Indústria Brasil (NIB), que trata de bioeconomia, descarbonização, transição e segurança energéticas.
Fonte: https://folhadematogrosso.com.br/economia/consulta-publica-sobre plastico-de-fonte-renovavel-segue-ate-9-de-marco/ . Acesso em 13/02/2026. Fragmento adaptado
O objetivo central do texto é:
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Leia o texto a seguir:
A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial
Lauro Jardim
O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.
O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.
Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.
A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.
O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026
“Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização” (1º parágrafo). Os dois elementos em destaque são classificados, respectivamente, como:
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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial
Lauro Jardim
O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.
O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.
Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.
A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.
O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026
A expressão “Ainda assim”, no terceiro parágrafo, estabelece uma relação de:
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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial
Lauro Jardim
O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.
O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.
Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.
A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.
O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026
“Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos” (4º parágrafo). Considerando o seu contexto de uso, o conectivo em destaque, no texto, estabelece uma relação de:
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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial
Lauro Jardim
O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.
O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.
Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.
A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.
O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026
No texto, a menção ao número de entrevistados, ao anonimato e à diversidade de recortes tem a função principal de:
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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial
Lauro Jardim
O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.
O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.
Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.
A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.
O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.
Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026
O texto tem como fi nalidade principal:
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Assinale a alternativa em que o verbo em destaque pede um objeto direto, como neste exemplo:
[...] argentinos e paraguaios exploravam a madeira de lei [...].
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