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Texto para os itens de 1 a 8.
TRF1 reconhece legitimidade da perícia fisioterapêutica
Por unanimidade, a 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou recentemente a apelação do Conselho Federal de Medicina (CFM) e manteve a validade da Resolução COFFITO nº 466/2016, reafirmando a competência normativa do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) para disciplinar a perícia fisioterapêutica.
No julgamento, o Tribunal reconheceu que a norma não invade atribuições privativas da medicina, pois se limita à regulação da atuação do fisioterapeuta dentro de sua habilitação legal e técnica. Também consignou que o sistema processual brasileiro não restringe a perícia judicial exclusivamente aos médicos, admitindo a nomeação de profissionais legalmente habilitados, conforme a natureza da matéria controvertida.
O acórdão ressaltou o fundamento de que, embora a Lei nº 12.842/2013 discipline os atos privativos da medicina em seus arts. 4º e 5º, o próprio Poder Legislativo reconheceu que o diagnóstico nosológico e a prescrição terapêutica não são exclusivos da medicina, como evidenciado pela mensagem de veto ao art. 4º, I, da lei federal.
Além disso, ficou reafirmado que, em matérias relacionadas à biomecânica, ergonomia e funcionalidade motora, o fisioterapeuta é profissional tecnicamente qualificado para atuar na perícia, sempre dentro dos limites de sua formação e sem extrapolação para atos privativos de outra profissão.
A manutenção da norma, portanto, resguarda não apenas a autonomia técnica da fisioterapia, mas também a adequada prestação jurisdicional nas demandas que exigem conhecimento funcional e cinesiológico especializado.
Com o resultado do julgamento, permanece plenamente válida a Resolução COFFITO nº 466/2016, confirmando não apenas a autonomia técnica da fisioterapia, mas também a adequada prestação jurisdicional nas demandas que exigem conhecimento funcional e cinesiológico especializado.
O COFFITO, nesse contexto, permanece vigilante e atuante, sempre em defesa das prerrogativas profissionais, da legalidade do exercício da profissão e da valorização técnica e científica da fisioterapia e da terapia ocupacional.
Internet: <crefito14.org.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.
No trecho “conforme a natureza da matéria controvertida”, o termo “conforme” estabelece relação de conformidade e poderia ser substituído por consoante, sem prejuízo ao sentido e à sintaxe do período.
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
A respeito dos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens a seguir.
I Seria gramaticalmente correta a substituição de “temos” (segundo período do terceiro parágrafo) por existe.
II Mantendo-se os sentidos e a correção gramatical do quarto parágrafo, a expressão “Tratava-se de” (segundo período) poderia ser substituída por Isso se tratava de.
III Seriam mantidos os sentidos e a correção gramatical do primeiro período do primeiro parágrafo caso a expressão “cada pessoa pode ser conhecida” fosse substituída por cada pessoa se pode conhecer.
IV No último período do último parágrafo, o emprego de preposição em “do que a língua” se deve à regência de “típico”.
Assinale a alternativa correta.
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do segundo período do terceiro parágrafo, a palavra “numerosos” poderia ser substituída por
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
No penúltimo período do último parágrafo, o emprego do futuro do pretérito em “caberia” indica
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
No texto, pertence à classe dos adjetivos o vocábulo
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
No segundo período do primeiro parágrafo, a vírgula empregada logo após “Ribeiro” tem a finalidade de
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Texto para as questões de 1 a 9.
1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e
cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz
isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em
4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.
Sabemos todos que um sotaque pode identificar a
origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,
7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,
reveladora de uma personalidade.
Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o
10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males
emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é
preciso conhecimento especializado. A uma simples
13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do
estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de
depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,
16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.
Deixando este plano pessoal e passando ao
interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou
19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos
numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro
da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que
22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um
Congresso Nacional de Língua Cantada.
Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia
25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.
Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da
realidade dentro da assimetria de pronúncias
28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é
possível representar Shakespeare de modo que não se
veja por trás de um Otelo um cearense, de uma
31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma
paulista.
Com tantos sotaques e tantos cacoetes
34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje
na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em
1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o
37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim
caberia dentro do programa de comemoração dos 70
anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por
40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o
Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa
identidade, do que a língua que falamos.
Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,
agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:
<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).
No último período do quarto parágrafo, a expressão “um cearense” exerce, na oração em que se insere, a função sintática de
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Texto para as questões de 1 a 9
1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a
4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como
7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um
10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse
13 eliminada como fator de risco.
Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou
16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos
19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos
22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se
25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e
28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.
A perda auditiva pode ser causada por
31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.
34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a
37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.
Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).
São acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica os vocábulos
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Texto para as questões de 1 a 9
1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a
4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como
7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um
10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse
13 eliminada como fator de risco.
Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou
16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos
19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos
22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se
25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e
28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.
A perda auditiva pode ser causada por
31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.
34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a
37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.
Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).
No último período do primeiro parágrafo, a expressão “a perda auditiva” exerce, na oração em que se insere, a função sintática de
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Texto para as questões de 1 a 9
1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a
4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como
7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um
10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse
13 eliminada como fator de risco.
Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou
16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos
19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos
22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se
25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e
28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.
A perda auditiva pode ser causada por
31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.
34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a
37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.
Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).
Mantendo-se os sentidos e a correção gramatical do último período do primeiro parágrafo, o termo “estimou” poderia ser substituído por
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