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4164503 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No trecho “A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida” (último parágrafo), a forma verbal “é” está flexionada no singular porque concorda com

 

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4164502 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No primeiro período do primeiro parágrafo, a palavra “declínio” está empregada com o mesmo sentido de

 

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4164501 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos do texto, o trecho “diversos prejuízos podem ocorrer” (terceiro período do primeiro parágrafo) poderia ser reescrito como

 

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4164397 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC

O truque mental que promete ajudar a dormir melhor e o que a ciência diz sobre isso

Por Rachel Hosie

  1. De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para
  2. dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
  3. técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
  4. exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
  5. termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
  6. cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
  7. começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
  8. ___ terceira.
  9. Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
  10. sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
  11. série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
  12. Simon Fraser, no Canadá.
  13. Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
  14. (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
  15. processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
  16. e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
  17. pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
  18. pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
  19. padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
  20. naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
  21. projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
  22. nos limites entre a vigília e o sono.
  23. Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
  24. encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
  25. Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
  26. técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
  27. entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
  28. não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
  29. apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, caso a palavra “anos” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical no excerto?

“Há vídeos que já foram postados nas redes sociais nos últimos anos recomendando o embaralhamento cognitivo”.

 

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4164394 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

Seriam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto caso fosse feita a supressão

 

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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?

Por Krupa Padhy

  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “tecnologias” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical no excerto?

“Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares”.

 

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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?

Por Krupa Padhy

  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre acentuação e morfologia, analise as assertivas a seguir:

I. A palavra “basicamente” é formada por derivação sufixal.

II. É obrigatório o uso do hífen em “bem-estar” para formar uma unidade semântica.

III. As palavras “francês” e “só” são acentuadas conforme a regra do hiato.

Quais estão corretas?

 

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4164368 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

De acordo com o texto, a exposição ao ruído é

 

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4164367 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9

1 O envelhecimento é comumente acompanhado pelo declínio de diversas funções, inclusive a audição. Estima-se que, em 2050, a

4 perda auditiva incapacitante esteja presente em 10% da população. Em decorrência da perda auditiva, diversos prejuízos podem ocorrer, como

7 limitações na comunicação, na vida profissional e na interação social, assim como prejuízos para a cognição, o que afeta a qualidade de vida. Um

10 estudo publicado na revista Lancet em 2024 estimou que 7% dos casos de demência poderiam ter sido evitados caso a perda auditiva fosse

13 eliminada como fator de risco.

Um trabalho científico que faz parte do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto avaliou

16 805 pessoas por oito anos. Inicialmente, os participantes tinham de 35 a 74 anos. Durante o período, a cada três ou quatro anos, os indivíduos

19 passaram por diversos exames, inclusive audiometria e avaliação da função cognitiva. Os resultados mostraram que, entre os indivíduos

22 avaliados, com média de idade de 51 anos na última avaliação, 7,7% apresentavam perda auditiva. Durante o seguimento de oito anos, verificou-se

25 que a perda auditiva esteve associada a um declínio cognitivo global mais rápido, o que reforça a necessidade de ações de prevenção e

28 enfrentamento da perda auditiva em adultos e idosos.

A perda auditiva pode ser causada por

31 diversos fatores, como a exposição ao ruído e o uso de medicamentos ototóxicos, bem como pode ser potencializada pela presença de doenças crônicas.

34 A relação entre a perda auditiva e o declínio cognitivo ainda não é totalmente compreendida. Entre as possíveis hipóteses, acredita-se que a

37 diminuição da entrada auditiva pode diminuir as informações para o cérebro, sobrecarregando outras áreas.

Alessandra Giannella Samelli. Revista Superinteressante. 20 out 2025. Internet:<https://super.abril.com.br> (com adaptações).

O objetivo central do texto é

 

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4164092 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CREFONO-6
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Texto para as questões de 1 a 9.

1 O sotaque tem diferenciações infinitesimais e

cada pessoa pode ser conhecida pela voz. Quem diz

isto é o sábio João Ribeiro, uma autoridade em

4 matéria de língua nacional e de estudos linguísticos.

Sabemos todos que um sotaque pode identificar a

origem de quem fala. A maneira de falar, por sua vez,

7 fala com eloquência de quem fala. A voz é, de fato,

reveladora de uma personalidade.

Hoje se acredita que pela voz se pode fazer o

10 diagnóstico de um paciente. Não apenas de males

emocionais, ou psicológicos, porque até aí nem é

preciso conhecimento especializado. A uma simples

13 palavra, mesmo ao telefone, pode-se ter notícia do

estado de espírito de quem fala. Se é, por exemplo, de

depressão, ou de euforia. Mas até doenças orgânicas,

16 psicossomáticas, se diagnosticam pela voz.

Deixando este plano pessoal e passando ao

interesse nacional, seria o caso de perguntar qual é, ou

19 deve ser, a fala padrão do brasileiro. É certo que temos

numerosos falares, ou sotaques, se quiserem, dentro

da mesma língua nacional. Mário de Andrade, que

22 tocou em tudo, já em 1936 reunia em São Paulo um

Congresso Nacional de Língua Cantada.

Em 1956, 20 anos depois, realizou-se na Bahia

25 um encontro para estudar a língua falada no teatro.

Tratava-se de indagar como conseguir a ilusão da

realidade dentro da assimetria de pronúncias

28 regionais, como disse Antônio Houaiss. Até onde é

possível representar Shakespeare de modo que não se

veja por trás de um Otelo um cearense, de uma

31 Desdêmona uma gaúcha, de uma Julieta uma

paulista.

Com tantos sotaques e tantos cacoetes

34 regionais, é curioso que nada se tenha feito até hoje

na linha dos congressos de São Paulo e da Bahia, em

1936 e em 1956, para servir aos que têm na palavra o

37 seu instrumento profissional. Uma iniciativa assim

caberia dentro do programa de comemoração dos 70

anos da Semana de Arte Moderna, a partir da qual, por

40 tantos meios e modos, se procurou redescobrir o

Brasil. Nada é mais típico da brasilidade, da nossa

identidade, do que a língua que falamos.

Otto Lara Resende. Qual é a fala padrão do brasileiro,

agora? In: Folha de S.Paulo. 6 set. 1992. Internet:

<https://cronicabrasileira.org.br/> (com adaptações).

Seriam mantidos os sentidos e a correção gramatical do último parágrafo do texto caso fosse realizada a

 

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