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1702416 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702416-1

Nesse fragmento crítico, Antonio Candido defende a ideia de que a interpretação literária

 

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1702408 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702408-1

Leia as afirmações abaixo sobre os recursos expressivos do poema.

I. A utilização do diminutivo (magrinhos, velhinha, carvoeirinhos) é índice não apenas da carência dos personagens como também da proximidade afetiva do poeta em relação a eles.

II. O grito com que os meninos anunciam seu produto (Eh, carvoero!) faz as vezes de refrão para o poema.

III. O poema foi composto em versos brancos, isto é, sem rimas, e não apresenta recursos sonoros típicos da poesia, como aliterações e assonâncias.

Está correto SOMENTE o que se afirma em

 

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1702403 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702403-1

Há quem ainda hoje considere o teatro essencialmente como um veículo da literatura dramática, espécie de instrumento de divulgação a serviço do texto literário, como o livro é veículo de romances e o jornal, de notícias. A respeito da relação entre recursos expressivos e intenções do enunciador, deve-se notar na frase acima transcrita, por meio

 

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1621583 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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(...) “Confeitaria do Custódio”. Muita gente certamente lhe não conhecia a casa por outra designação. Um nome, o próprio nome do dono, não tinha significação política ou figuração histórica, ódio nem amor, nada que chamasse a atenção dos dois regimes, e conseguintemente que pusesse em perigo os seus pastéis de Santa Clara, menos ainda a vida do proprietário e dos empregados. Por que é que não adotava esse alvitre? Gastava alguma coisa com a troca de uma palavra por outra, Custódio em vez de Império, mas as revoluções trazem sempre despesas.
(Machado de Assis. Esaú e Jacó. Obra completa, 1904.)
O fragmento, extraído do romance Esaú e Jacó, de Machado de Assis, narra a desventura de Custódio, dono de uma confeitaria no Rio de Janeiro, que, às vésperas da proclamação da República, mandou fazer uma placa com o nome “Confeitaria do Império” e agora temia desagradar ao novo regime. A ironia com que as dúvidas de Custódio são narradas representa o
 

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Segundo os compêndios de literatura brasileira, são características da linguagem árcade:
 

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1412930 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
"Porque cada conto traz um componente selado com sua origem: a da estória. E com o modo de se contar a estória: é uma forma breve. E com o modo pelo qual se constrói este seu jeito de ser, economizando meios narrativos, mediante contração de impulsos, condensação de recursos, tensão das fibras do narrar. (...) Além disso, são modos peculiares de uma época da história. (...) Como são também modos peculiares de uma face ou de uma fase da produção desse contista, num tempo determinado, num determinado país."
(GOTLIB, Nadia. Teoria do conto. p. 82).
Na antologia que organizou, Italo Moriconi apresenta um painel sobre o conto brasileiro, utilizando critérios de delimitação temporal por décadas. Nesse sentido, sobre a contística brasileira, analise as afirmativas abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
I. Ana Cristina César e Adelia Prado são poetisas que, nos anos 70, romperam barreiras e optaram também pela escrita de narrativas curtas.
II. Os contos publicados nos anos 60 apresentam uma exacerbação do viés erótico e da temática do corpo.
III. Os anos 90 mostram um esgotamento da contística, que se volta para uma revisitação das formas do passado.
IV. A década de 70 foi a década do conto, com intensa produção de autores que apresentavam domínio da técnica narrativa e agilidade na escrita.
 

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1412154 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Considere a afirmativa de Alfredo Bosi (1994) a seguir.
A sua poesia [...] tem dado um exemplo fortemente persuasivo de “volta às próprias coisas” como estrada real para apreender e transformar uma realidade que, opaca e renitente, desafia sem cessar a nossa inteligência. Na esteira de Drummond e de Murilo Mendes, [...] estreou com a preocupação de desbastar suas imagens de toda ganga de resíduos sentimentais ou pitorescos, ficando-lhes nas mãos apenas a sua intuição das formas (de onde o geometrismo de alguns poemas seus) e a sensação aguda dos objetos que delimitam o espaço do homem moderno. (p. 469)
É possível identificar que o crítico refere-se a
 

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1410924 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Texto 1
Conta-se que um determinado professor explicava o conceito saussuriano de signo escrevendo, com uma das mãos, no quadro negro, a palavra “nariz” e apontando, com a outra, para o seu próprio nariz. Ensinava que a palavra escrita é o significante e o órgão para o qual apontava, o significado.
(PIETROFONTE, Antonio Vicente Seraphim; LOPES, Ivã Carlos. A semântica lexical.In: FIORIN,
José Luiz (org.). Introdução à linguística. 4. ed. v. 2. São Paulo: Contexto, 2007. p. 111.)
Texto 2
[...] quando Alice encontra o Chapeleiro Louco e a Lebre de Março para tomar chá eles estão acompanhados de um dormouse. Lewis Carroll faz muitas piadas sobre o comportamento do dormouse: ele dorme e acorda todo tempo, fala enquanto dorme e quase dorme enquanto fala.
O dormouse (Muscardinus avellanarius) é um mamífero roedor da família Gliridae. Existem na Europa, na África e Ásia, algumas espécies são encontradas nas ilhas britânicas. Tem esse nome devido a sua principal característica, o longo período de hibernação: um dormouse dorme até seis meses por ano. [...] A palavra dormouse vem do latim dormire (dormir) como em dormant (adormecido) ou dormitory (dormitório). [...]
Em português, que bicho é esse? O Houaiss registra a palavra glirídeo, “família de roedores do Velho Mundo, conhecidos vulgarmente como arganazes”. Fosse um estudo sobre roedores, dormouse seria, portanto, arganaz. Existem 34 espécies diferentes de dormice, nenhuma no Brasil. Cada um dos tradutores de Carroll escolhe um nome brasileiro para o dormouse: “arganaz”, “caxinguelê”, “leirão”, “marmota”, “ratão do banhado”, “rato silvestre”, “rato do campo”.
O problema é que nenhum desses nomes lembra sono ou dormir e, sem isso, as piadas de Carroll simplesmente não funcionam. Ana Maria Machado, em sua ótima tradução (Ática, 2000), percebeu que a questão não era o bicho mas o nome do bicho e na sua história o dormouse virou “dormundongo”.
(FURTADO, Jorge. Alice através do espelho do tempo. Zero Hora,
13 mar. 2010, p. 4-5. Cultura)
Em relação à concepção de língua, evidencia-se que
 

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1408123 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Observe a seguinte afirmação.
Ao contrário da linguagem de uso prático, onde as palavras são empregadas a partir do significado comum a todas as pessoas, a característica marcante da poesia é a de recriar o significado das palavras, colocando-as num contexto diferente do normal.
(PAIXÃO, Fernando. O que é poesia. 6. ed.
São Paulo: Brasiliense, 1991. p. 14)
O fragmento transcrito revela uma concepção de literatura similar à definida por Jonathan Culler em Teoria literária como:
 

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1407930 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Leia a seguinte afirmação do crítico Alfredo Bosi.
A nação afigura-se ao patriota do século XIX como uma ideia-força que tudo vivifica. Floresce a História, ressurreição do passado e retorno às origens [...]. Acendra-se o culto à língua nativa e ao folclore [...], novas bandeiras para os povos que aspiram à autonomia [...]. Para algumas nações nórdicas e eslavas e, naturalmente, para todas as nações da América, que ignoraram o Renascimento, será este o momento da grande afirmação cultural.
(BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira.
36. ed. São Paulo: Cultrix, 1994. p. 95)
Com relação à obra de José de Alencar, tal afirmação evidencia-se mais claramente em:
 

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