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Foram encontradas 5.031 questões.

1045904 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UNEMAT
Orgão: PM-MT

Leia o poema extraído do livro Menino do Mato (2010), de Manoel de Barros.

“Eu queria usar palavras de ave para escrever
Onde a gente morava era um lugar
imensamente e sem nomeação
Ali a gente brincava de brincar com as palavras
Tipo assim: hoje eu vi uma formiga ajoelhada
na pedra!
Já vem você com as sua visões!
Porque formigas não tem joelhos ajoelháveis
E nem há pedras de sacristia por aqui
Isto é traquinagem de sua imaginação”.

Assinale a alternativa correta.

 

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1045639 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

A obra literária que marca o final do Romantismo e o início do Realismo no Brasil é

 

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Em "A arte é a expressão das contradições e do conflito espiritual do homem da época.", qual a alternativa que completa corretamente a lacuna?

 

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1044955 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEE-BA
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Assinale a opção correta acerca da literatura brasileira.
 

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1044954 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEE-BA
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Enunciado 1044954-1

Com base nessas informações e nos diversos aspectos por elas suscitados, assinale a opção correta.
 

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1044953 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEE-BA
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Enunciado 1044953-1

Tendo como referência o fragmento de texto acima e os múltiplos aspectos por ele suscitados, assinale a opção correta, com relação à ficção romântica.
 

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1044952 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEE-BA
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Enunciado 1044952-1
Enunciado 1044952-2

Com base no poema apresentado acima, assinale a opção correta.
 

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691643 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Com pouco dinheiro, mas fora do eixo revolucionário do mundo, ignorando o Manifesto Comunista e não querendo ser burguês, passei naturalmente a ser boêmio. (...) Continuei na burguesia, de que mais que aliado, fui índice cretino, sentimental e poético. (...) A valorização do café foi uma operação imperialista. A poesia Pau Brasil também. Isso tinha que ruir com as cornetas da crise. Como ruiu quase toda a literatura brasileira “de vanguarda”, provinciana e suspeita, quando não extremamente esgotada e reacionária.
(Oswald de Andrade. Prefácio a Serafim Ponte Grande, 1933.)
O texto de Oswald de Andrade
 

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572369 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: PM-MG
A divisão em “etapa da análise” e “etapa da interpretação”, que tantas vezes propomos em nome da boa ordem escolar, deve sofrer uma severa crítica. Ela dá margem a um preconceito bastante antiquado, segundo o qual só chegaremos a compreender o todo se o dividirmos em elementos e descrevermos cada um deles. A hipótese do círculo filológico, elaborada por Leo Spitzer, já desfazia o equívoco dessa técnica rudimentar e recomendava um ir e vir do todo às partes e das partes ao todo: uma prática intelectual que solda na mesma operação as tarefas do analista e do intérprete.
(Alfredo Bosi. Céu, inferno)
Materializando as ideias desse texto no reconhecimento crítico de um poema coloquial modernista, por exemplo, haveria que se considerar
 

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564690 Ano: 2011
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati “pra cortar a friagem”.
Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição, para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava-se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso, resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros.
E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos os seus hábitos singelos de aldeão português: e Jerônimo abrasileirou-se. (...)
E o curioso é que, quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens toucam de alvos turbantes de cambraia, num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.
Aluísio Azevedo, O cortiço.
Considere as seguintes afirmações, relacionadas ao excerto de O cortiço:
I. O sol, que, no texto, se associa fortemente ao Brasil e à “pátria”, é um símbolo que percorre o livro como manifestação da natureza tropical e, em certas passagens, representa o princípio masculino da fertilidade.
II. A visão do Brasil expressa no texto manifesta a ambiguidade do intelectual brasileiro da época em que a obra foi escrita, o qual acatava e rejeitava a sua terra, dela se orgulhava e envergonhava, nela confiava e dela desesperava.
III. O narrador aceita a visão exótico-romântica de uma natureza (brasileira) poderosa e transformadora, reinterpretando-a em chave naturalista.
Aplica-se ao texto o que se afirma em
 

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