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Diversos textos se debruçam sobre os registros históricos e as origens da língua brasileira de sinais, dentre eles Campello (2011), Quadros e Campello (2010), Diniz (2011) e Quadros (2017). A esse respeito, considere as afirmações abaixo.
I. O imperador D. Pedro II contratou o professor surdo na França E. Huet para estabelecer a primeira instituição educacional para surdos no Brasil, no Rio de Janeiro.
II. A Língua de Sinais Francesa (LSF) teve um papel fundamental e influência na constituição da libras. No entanto, considera- se a Língua de Sinais Americana (ASL) como principal tronco linguístico da libras.
III. A libras e a ASL têm como influência comum a LSF, pois a escolarização formal das pessoas surdas brasileiras e americanas foi fortemente influenciada pelos primeiros educadores surdos que vieram da França.
IV. O Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), foi a primeira escola de surdos no Brasil, fundada em 1857 por Alexander Bell, e é até hoje um centro de referência na educação de surdos.
Está correto o que se afirma APENAS em
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A França do século XVIII estava fervilhando, o chamado terceiro estado se rebelava contra o primeiro e segundo estados. Nesta época de muitas mudanças sociais, foi criada a primeira Escola Pública para Surdos em Paris, em 1760. O professor
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Em 1880, o Congresso de Milão votou pela adoção do método oral de ensino para pessoas surdas. Na época, escolas públicas de ensino para surdos que utilizavam a língua de sinais como meio de instrução eram bem-sucedidas. Os motivos que estavam por trás da decisão dos participantes do Congresso, segundo Skliar (1997), eram
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Considere o texto abaixo.
Um dos problemas, na minha opinião, é a confusão que se faz entre democracia e tratamento igualitário. “Quando um surdo é tratado da mesma maneira que um ouvinte, ele fica em desvantagem.” A democracia implicaria, então, o respeito às peculiaridades de cada aluno − seu ritmo de aprendizagem e necessidades particulares.
(Adaptado de: SKLIAR, 1998, p. 37)
O texto pode ser entendido como uma crítica a uma modelo educacional muito presente na educação de surdos no Brasil nos dias atuais, que vem a ser a Educação
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Considere o trecho abaixo:
[...] uma proposta que permite o uso da língua de sinais com o objetivo de desenvolver a linguagem na criança surda. Mas a língua de sinais é usada como um recurso para o ensino da língua oral. Os sinais passam a ser utilizados pelos profissionais em contato com o surdo dentro da estrutura da língua portuguesa.
(QUADROS, 1997, p. 24)
Quanto à educação de surdos, o trecho faz referência a uma abordagem
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O conceito do ouvintismo foi amplamente debatido por pesquisadores como Strobel (2013), Perlin (2016) e Skliar (1998, 2016). Ouvintismo é definido como
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É por meio da linguagem que o homem se comunica e vai se constituindo em suas interações, tornando-se capaz de fazer a categorização do mundo e adquirindo a possibilidade de abstração e a generalização dos objetivos em uma intrínseca relação com o funcionamento psíquico de ordem superior.
Tal constituição encontra-se seriamente comprometida na criança surda, em razão de serem insuficientes as oportunidades a ela oferecidas pelo grupo social (família e escola), que com ela não partilha de uma mesma língua. Submetidas a situações de comunicação dificultadas, sem interlocutores capazes de interpretar efetivamente e atribuir sentido às suas manifestações de linguagem, essas crianças não podem, justamente por seu déficit auditivo, desenvolver-se plenamente na língua de seu(s) grupo(s) de convivência. Esse contexto impõe ao surdo dificuldades interacionais, cognitivas, linguísticas e educacionais, criando um obstáculo para a criança em sua atuação sobre o mundo e sobre o outro.
No trecho apresentado, pode-se dizer que a visão de surdez defendida é a
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É por meio da linguagem que o homem se comunica e vai se constituindo em suas interações, tornando-se capaz de fazer a categorização do mundo e adquirindo a possibilidade de abstração e a generalização dos objetivos em uma intrínseca relação com o funcionamento psíquico de ordem superior.
Tal constituição encontra-se seriamente comprometida na criança surda, em razão de serem insuficientes as oportunidades a ela oferecidas pelo grupo social (família e escola), que com ela não partilha de uma mesma língua. Submetidas a situações de comunicação dificultadas, sem interlocutores capazes de interpretar efetivamente e atribuir sentido às suas manifestações de linguagem, essas crianças não podem, justamente por seu déficit auditivo, desenvolver-se plenamente na língua de seu(s) grupo(s) de convivência. Esse contexto impõe ao surdo dificuldades interacionais, cognitivas, linguísticas e educacionais, criando um obstáculo para a criança em sua atuação sobre o mundo e sobre o outro.
Do ponto de vista de Araújo e Lacerda,
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As línguas de sinais, quando comparadas com línguas orais, apresentam uma particularidade com relação aos seus modos de produção e percepção. Aspectos que podem diferir entre as duas modalidades de línguas são simultaneidade × linearidade. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar:
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Sobre a natureza da libras e seu modo de aquisição e desenvolvimento, é correto afirmar:
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