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4125938 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
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“O método histórico só pode ser um método inexato... A história quer ser objetiva e não pode sê-lo. Quer fazer reviver e só pode reconstruir. Ela quer tornar as coisas contemporâneas, mas ao mesmo tempo tem de reconstruir a distância e a profundidade da lonjura histórica.”
RICOUER, P. Histoire de la philosophie et historicité. In LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Ed da Unicamp, 2003. p. 22.
A interpretação filosófica de Paul Ricouer acerca da História, assim como sua aproximação com o Historicismo, permite inferir que sua visão sobre essa mesma História se pauta pela:
 

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4125937 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
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“Foi, porém, a partir dos anos 1960 que intelectuais nacionalistas e de esquerda do Rio da Prata promoveram Solano López a líder anti-imperialista. Esse revisionismo que, com o tempo, descambou para posturas populistas, apresenta o Paraguai pré-guerra como um país progressista, onde o Estado teria proporcionado a modernização do país e o bem-estar de sua população, fugindo à inserção na economia capitalista e à subordinação à Inglaterra. Por essa explicação, Brasil e Argentina teriam sido manipulados por interesses britânicos para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio.”
DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história
da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002. p. 19
A partir da crítica exposta no trecho e à luz das abordagens historiográficas mais recentes, deve-se atribuir à origem da Guerra do Paraguai o seguinte ponto:
 

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4125936 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
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“Foi, porém, a partir dos anos 1960 que intelectuais nacionalistas e de esquerda do Rio da Prata promoveram Solano López a líder anti-imperialista. Esse revisionismo que, com o tempo, descambou para posturas populistas, apresenta o Paraguai pré-guerra como um país progressista, onde o Estado teria proporcionado a modernização do país e o bem-estar de sua população, fugindo à inserção na economia capitalista e à subordinação à Inglaterra. Por essa explicação, Brasil e Argentina teriam sido manipulados por interesses britânicos para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio.”
DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história
da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002. p. 19
A obra cujo excerto foi retirado não se presta a criticar qualquer vertente historiográfica. Todavia, a posição historiográfica apontada no trecho e que, segundo o autor, não alcança uma explicação plausível para a ocorrência do conflito pode ser associada ao seguinte termo:
 

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4125900 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Armação Búzios-RJ
A presença indígena em Búzios deixou marcas que atravessam séculos e continuam vivas na cultura local. Antes de se tornar destino turístico internacional, Búzios era lar dos:
 

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4125830 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: IVIN
Orgão: Pref. Simões Filho-BA
A Batalha do Jenipapo, ocorrida em 13 de março de 1823, às margens do rio Jenipapo, em Campo Maior (PI), foi um dos episódios mais sangrentos da Guerra da Independência do Brasil. Nela, piauienses, maranhenses e cearenses enfrentaram as tropas portuguesas comandadas pelo Major João José da Cunha Fidié, em defesa da libertação do país. Sobre esse acontecimento histórico, assinale a alternativa que melhor descreve a realidade dos fatos:
 

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4125727 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: Legalle
Orgão: AMURC
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Analise as partes que seguem: Ao longo do século XIX, o estado de Santa Catarina foi palco de importantes conflitos e movimentos políticos que marcaram a história da região Sul do Brasil. Em 1839, aconteceu a Revolução Farroupilha, que tinha como principal objetivo transformar Santa Catarina em uma República, separada do restante do país (1a parte). Durante esse conflito histórico, os farrapos tomaram a cidade de Laguna nomeando-a cidade Juliana de Laguna, onde foi instalado o Governo da República Farroupilha (2parte).
Pode-se afirmar que:
 

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4125725 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: Legalle
Orgão: AMURC
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Com a descoberta das ricas terras do Brasil, a região que hoje corresponde a Santa Catarina logo entrou na rota comercial e exploratória dos navegadores europeus. Registros históricos apontam que o litoral catarinense era habitado originalmente por índios ___________, pertencentes ao grande grupo tupi-guarani. Nesse contexto de descobrimento, a primeira expedição europeia significativa a chegar a Santa Catarina ocorreu no ano de 1515, sendo comandada pelo navegador  ___________, que acabou batizando as águas locais de "Baía dos perdidos" por conta do naufrágio de uma embarcação.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
 

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4125657 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: Legalle
Orgão: AMURC
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A ocupação e a formação histórico demográfica do estado de Santa Catarina ocorreram em diversas fases, envolvendo disputas territoriais e fluxos imigratórios variados. Diante disso, analise as assertivas abaixo:
I. O primeiro povoamento efetivo por bandeirantes ocorreu em 1637, iniciando a ocupação da futura capital que posteriormente se chamaria Florianópolis.
II. Em 1777, os espanhóis invadiram a ilha, que só foi devolvida à Coroa Portuguesa após a assinatura do Tratado de Santo Idelfonso no mesmo ano.
III. A primeira colônia europeia catarinense foi instalada na localidade de São Pedro de Alcântara no ano de 1829, com a chegada de colonos vindos da Alemanha.
IV. A Guerra do Contestado, um dos principais conflitos armados do estado, teve o seu início no século XIX, logo após a derrota da República Farroupilha.
Está CORRETO o que se afirma em
 

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Leia para responder à questão.
As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.
No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 
Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
A conexão entre George Washington e o Marquês de Lafayette é descrita como um elo que uniu interesses políticos de duas nações distintas em prol de um objetivo comum. Segundo o texto, essa aliança forjada durante a guerra serviu para consolidar e disseminar, tanto na América quanto na Europa, os ideais:
 

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4125301 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: OBJETIVA
Orgão: Gramadotur
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Por que uma coleção de mapas é chamada de Atlas

O nome “atlas” vem de Atlas, um titã da mitologia grega, filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra). Ele lutou contra os deuses e, como castigo, Zeus o obrigou a carregar os céus para sempre nos ombros. Com o tempo, artistas passaram a desenhá-lo segurando o globo terrestre, e essa imagem começou a aparecer em livros de mapas desde a Antiguidade.

Em 1595, o cartógrafo flamengo Gerardus Mercator publicou um livro que tinha o nome Atlas na capa, reunindo mapas e ideias sobre o mundo. Além da imagem mitológica, Mercator considerava Atlas um símbolo de conhecimento geográfico e astronômico. Foi assim que “Atlas” passou a significar qualquer coleção de mapas geográficos, históricos ou temáticos.

O nome do Oceano Atlântico também vem de Atlas, assim como o lendário reino de Atlântida, ilha que teria desaparecido e que foi descrita pelo filósofo Platão. Aqui cabe uma observação: Platão afirma que o primeiro rei de Atlântida foi Atlas, não o titã, mas um mortal, filho do deus Poseidon com uma mulher humana chamada Cito. Ao batizar a ilha de Atlântida e seu rei de Atlas, Platão registra essa homenagem ligada ao titã Atlas, mesmo sem dizer explicitamente que se trata do mesmo personagem.

Além disso, nossa primeira vértebra cervical (C1) ganhou também o nome de Atlas porque suporta o peso da cabeça.

Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.

Sobre Gerardus Mercator, assinalar a alternativa INCORRETA.
 

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