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Foram encontradas 50 questões.

1231431 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
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Numere a Coluna 2 de acordo com a Coluna 1, conforme os níveis de importância estabelecidos para a Saúde Pública, associando as classificações estabelecidas com os respectivos percentuais.

Coluna 1

1. Normal.

2. Leve.

3. Moderado.

4. Grave.

Coluna 2

( ) ≤ 4.9%.

( ) ≥ 40%.

( ) >20% – < 39.9%.

( ) 5% -19.9%.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.

 

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Conforme dispõe a Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, inexistindo disposição específica, os atos do órgão ou autoridade responsável pelo processo e dos administrados que dele participam devem ser praticados no prazo de:

 

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A questão refere-se ao texto abaixo:

Ai que gafe

É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.

Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.

Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.

Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.

Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.

Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.

Associe a Coluna 1 à Coluna 2, considerando a relação entre letras e fonemas das palavras retiradas do texto.

Coluna 1

1. Mais letras que fonemas.

2. Menos letras que fonemas.

3. Número igual de letras e fonemas.

Coluna 2

( ) clássica

( ) assim

( ) resultados

( ) frustrados

( ) complexas

( ) exigem

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Nos termos da Lei nº 8.112/90, que institui regime jurídico dos servidores civis da União, o afastamento do servidor para exercício de mandato eletivo:

 

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A questão refere-se ao texto abaixo:

Ai que gafe

É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.

Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.

Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.

Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.

Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.

Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as conjunções ou locuções conjuntivas retiradas do texto à sua classificação gramatical, considerando o contexto de uso.

Coluna 1

1. Explicativa.

2. Concessiva.

3. Proporcional.

4. Temporal.

5. Conformidade.

Coluna 2

( ) quanto mais

( ) porque

( ) Logo que

( ) Segundo

( ) Mesmo que

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Assinale a alternativa que apresenta as duas maiores economias da América do Sul:

 

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A diplomacia brasileira conseguiu uma importante vitória em 2013 com a eleição de Roberto Azevêdo para diretor-geral do(a):

 

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1209224 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
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Com relação à higienização em Unidades de Alimentação e Nutrição, pode-se afirmar que:

I. A higienização não pode ser confundida com limpeza, pois engloba a limpeza seguida de desinfecção.

II. A desinfecção é semelhante à antissepsia, pois ambos os processos envolvem agentes químicos chamados antissépticos.

III. O Procedimento Padrão de Higiene Operacional (PPHO), no processo de higienização, envolve várias etapas, inclusive a desinfecção de objetos ou superfícies frias.

Quais estão INCORRETAS?

 

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1209068 Ano: 2013
Disciplina: Nutrição
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
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Considere as afirmativas abaixo e marque V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O IMC (Índice de Massa Corporal) e a dobra cutânea tricipital se alteram sincronizadamente com a idade.

( ) Em mulheres, depois do 1º ano de vida, a espessura da dobra cutânea tricipital permanece estável e começa a aumentar no início da adolescência.

( ) A adolescência feminina é caracterizada por um aumento da gordura corporal, na média de 17% para 25% do peso corporal.

( ) As alterações no IMC, com relação à idade, são semelhantes em ambos os sexos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Sobre o controle que o Poder Judiciário exerce sobre os atos da Administração Pública, é INCORRETO afirmar que:

 

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