Foram encontradas 50 questões.
A questão refere-se ao texto abaixo:
Ai que gafe
É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.
Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.
Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.
Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.
Para responder a questão, considere a frase abaixo, retirada do texto.
Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Considere as frases a seguir:
I. A palavra ‘mental’ é formada por derivação regressiva.
II. ‘pensamento’ é formado por derivação sufixal, assim como ‘indesejáveis’.
III. O adjetivo ‘consciente’ tem sua formação explicada por ser um neologismo derivado do latim.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
Edward Snowden se destacou nas manchetes dos principais jornais em 2013 ao denunciar:
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São atributos dos atos administrativos:
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A Constituição Federal garante ao servidor público civil:
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“...o grupo de informações que a sua empresa tem acerca dos fatos do micro e do macroambientes, bem como a forma com que a organização sistematicamente coleta, trata e utiliza tais informações para gerar mais vantagem competitiva frente à competição.” Segundo Tarcízio Silva, em relação ao Monitoramento de Mídias Socias, a citação acima está se referindo à Inteligência
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Para Vasconcelos “o planejamento de comunicação pode oferecer orientações sobre mídias disponíveis com bases nos hábitos e nas características do público alvo e das ferramentas escolhidas. Para isso, é preciso conhecer as características de cada veículo, indicando quais podem ser mais eficientes de acordo com os objetivos a serem atingidos.”. Assinale com V, as alternativas verdadeiras, e com F, as falsas, em relação às características dos seguintes veículos de comunicação, segundo a autora:
( ) A circulação do jornal é limitada em termos geográficos, isto é, negativo para produtos e empresas de atuação geograficamente definida e limitante para produtos e empresas de abrangência nacional.
( ) O rádio pode ser apresentado em forma de textos comerciais, jingles e spots ou patrocínio de programas.
( ) A mala-direta, por ser um veículo de comunicação dirigida, atinge o público via e-mail de forma personalizada, fazendo o público-alvo sentir-se especial.
( ) Os outdoors e as mídias externas são ideais para mensagens curtas e atingem todos os que passam pelas ruas. A seleção de públicos pode variar pelo perfil do tráfego em determinados locais de uma cidade.
Quais estão corretas?
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Ai que gafe
É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.
Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.
Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.
Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.
Analise as afirmações que são feitas sobre as lacunas tracejadas do texto.
I. No primeiro parágrafo, a lacuna deveria ser preenchida por têm; porém, caso o sujeito estivesso no singular, deveria ser tem.
II. A lacuna do segundo parágrafo deve ser preenchida por tinha, já que o sujeito, o pronome que, retoma a palavra ‘criador’
III. No terceiro parágrafo, dever-se-ia preencher a lacuna por pensar, já que o sujeito é ‘estudo’
Quais estão corretas?
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De acordo com o Art. 9, em relação às Normas do Cerimonial Público, Capítulo do Decreto 70.274 de 1972, analise a citação abaixo.
“A precedência entre membros do _______________ e entre os membros das (dos) ________________ é determinada pela ordem de criação da unidade federativa a que pertençam e, dentro da mesma unidade, sucessivamente, pela ____________ ou _______________.”
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A classificação dos públicos é ponto crucial para o profissional de Relações Públicas e não pode ser confundida com as análises de sua formação e com a constatação de sua importância. Desta maneira, adota-se a classificação dos públicos em interno, misto e externo. Segundo Fortes, analise as afirmativas corretas em relação às características de cada público:
I. Os familiares e dependentes são acatados como públicos externos, com os quais é estabelecida uma rede de relacionamentos dependente dos interesses mais ou menos prementes.
II. O público misto tem ao mesmo tempo feições de público interno e externo. Podemos caracterizálos como grupos de investidores e fornecedores.
III. A imprensa em geral, o Governo e os funcionários terceirizados são exemplos de públicos externos.
IV. Os funcionários já aposentados e os exempregados, bem como suas associações e seus clubes, são classificados como públicos internos.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA
Considere a imagem em que o pai abraça o filho morto na cidade de Aleppo.

A fotografia acima foi a ganhadora do Prêmio Pulitzer de jornalismo em 2013. A imagem denuncia a crueldade da guerra civil que devasta a:
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