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Os atos da Administração Pública estão sujeitos a formas de controle interno e externo. Neste contexto, o controle exercido pelo Poder Judiciário:
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No Microsoft Excel 2007, a fórmula “=MÉDIA(10;14)” retorna:
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Em relação à densidade nutricional, pode-se afirmar que:
I. A densidade nutricional é representada pela concentração de nutrientes por unidade de peso ou de energia.
II. Alimentos com alta densidade nutricional oferecem muita energia, acompanhada de pequena contribuição de nutrientes.
III. O amido das farinhas obtidas a partir de grãos polidos, do açúcar e das gorduras são exemplos de alimentos com alta densidade nutricional.
Quais estão corretas?
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Ai que gafe
É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.
Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.
Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.
Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.
Analise as propostas de substituição de palavras do texto e assinale M, para as que mantêm o sentido, ou A, para as que alteram.
( ) ‘instância’ por instituição.
( ) ‘tendência’ por propensão.
( ) ‘lamentáveis’ por bizarras.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Para responder à questão , analise a Figura 1.

Considere a planilha do Microsoft Excel 2007 apresentada na Figura 1. Considere que a célula A4 contém a fórmula “=SE(A1+A2/2<=A3;35;40)” e a célula A5 a fórmula “=CONT.SE(A1:A3;”<=9”)”. As células A4 e A5 mostrarão, respectivamente, os valores numéricos:
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Com relação à obesidade, pode-se afirmar que:
I. Em função da magnitude e da velocidade da sua evolução, em vários países do mundo, este agravo tem sido definido como uma endemia, que atinge tanto os países desenvolvidos quanto os em desenvolvimento, entre eles o Brasil.
II. Nas diferenças de gênero e idade, as prevalências de obesidade são semelhantes nos dois sexos até os 40 anos, idade a partir da qual as mulheres passam a apresentar prevalências duas vezes mais elevadas que os homens.
III. As prevalências em adultos são maiores à medida que aumenta a idade. Entretanto, a partir dos 55 anos, para os homens, e 65 anos, para as mulheres, observa-se a diminuição da prevalência deste agravo.
Quais estão INCORRETAS?
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Ai que gafe
É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.
Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.
Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.
Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.
Analise as afirmações que são feitas em relação aos sinais de pontuação.
I. A vírgula destacada no texto no primeiro parágrafo (2ª ocorrência) separa um adjunto adverbial.
II. As duas primeiras vírgulas destacadas do primeiro parágrafo separam um aposto.
III. A vírgula destacado no terceiro parágrafo poderia ser suprimida, sem causar qualquer tipo de incorreção.
Quais estão INCORRETAS?
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Considere as afirmativas abaixo e marque V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A maior parte da alimentação humana, 55% a 75% do VET (Valor Energético Total) diário, deve ser fornecida pelo grupo dos carboidratos. Os carboidratos são subdivididos em carboidratos complexos (amidos) e carboidratos simples (açúcares simples ou livres) e não incluem fibras alimentares.
( ) Os carboidratos complexos são fontes de vitaminas do complexo B, ácidos graxos poliinsaturados e saturados; e participam do metabolismo do sistema nervoso.
( ) Os açúcares simples, fontes apenas de energia, devem compor a alimentação em quantidades bem reduzidas porque o consumo excessivo está relacionado ao aumento de risco de obesidade, doenças crônicas não transmissíveis e cáries dentais.
( ) No Guia Alimentar para a População Brasileira, os carboidratos complexos, ricos em amidos, são denominados de carboidratos, e os simples, de açúcares.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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No ambiente de processamento de alimentos, os micro-organismos capazes de formar biofilmes em materiais de granito, de aço inoxidável ou de polietileno estão mencionados abaixo, EXCETO na alternativa:
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Considere as afirmativas abaixo e marque V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A concentração de vitamina A no leite materno varia de acordo com a dieta da mãe.
( ) Para uma densidade energética de, no mínimo, 0,7 kcal/g, a OMS recomenda três refeições diárias de alimentos complementares para crianças amamentadas no peito, e cinco refeições para as não amamentadas.
( ) A partir dos seis meses, a criança deve receber, de forma lenta e gradual, outros alimentos, mantendo o leite materno até os três anos de idade ou mais.
( ) Um dos resultados esperados com a implantação do Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos é reduzir a prevalência de hipovitaminose A em áreas endêmicas.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.
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