Foram encontradas 100 questões.
Para melhor gerenciar os resultados, o processo de gestão de uma organização deve ser dinâmico e proativo, permitindo se antecipar às mudanças que ocorrem no ambiente. Para ter esta característica, é necessário um modelo de gestão que vise, simultaneamente, um resultado econômico positivo para a organização e a criação de valor aos usuários dos serviços prestados. Assim, a sua base de atuação deve ser calcada em um processo de gestão estratégica, ou seja, baseado em estratégias que visam criar para a organização a possibilidade de maximização do seu resultado econômico no longo prazo.
(MAUSS; SOUZA, 2008, p. 71).
A análise do texto e os conhecimentos sobre gestão organizacional permitem afirmar:
Um processo de gestão estratégica implica o uso eficiente dos recursos públicos no atendimento das necessidades da sociedade, de forma que, em longo prazo, os objetivos traçados sejam alcançados.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Homem, 56 anos de idade, diabético, há duas horas apresentou mal-estar com náuseas e diaforese, persistindo até o momento. Ao exame, apresenta PA=100/50mmHg, FC=119bpm com estase de jugulares, exame respiratório normal, ausculta cardíaca com B4, glicemia capilar: 170mg/dl, ECG convencional sem elevação de segmento ST.
Diante desses resultados, chega-se à conclusão de que a avaliação complementar necessita de novas derivações precordiais do ECG, feitas à direita.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente, 84 anos de idade, com doença de Parkinson, há duas horas, apresentou engasgo durante a alimentação, tosse incessante e dispneia, com FR- 32ipm, ausculta respiratória mostrando roncos e crépitos à direita.
A broncoscopia, se disponível, deve ser prontamente providenciada para manejo desse caso.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente, 35 anos de idade, cursando, há uma semana com edema facial matinal e hematúria, além de redução de volume urinário, TA 135/80mmHg, mucosas hipocrômicas, presença de edema periorbitário e em pernas, depressível, exames: ureia: 89mg/dl, creatinina-3,9mg/dl, uroanálise: proteinúria ++, cilindros hemáticos e leucocitários, FAN- negativo, ANCA positivo.
Para esse paciente, a biópsia renal dependerá da presença de outros autoanticorpos e poderá aguardar a resposta à corticoterapia.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente, 68 anos de idade, com infarto do miocárdio há um ano, vem à emergência, após episódio de síncope, com duração de três minutos. Faz uso, apenas, de atorvastatina e aspirina, apresenta FC=58bpm e o ECG mostra onda P sem geração de QRS, em padrão de 4:1 batimentos, sem alargamento do intervalo PR, não havendo elevação de ST e com enzimas cardíacas normais.
A partir dessas informações, conclui-se que se trata de BAV do tipo Mobitz I, pois é benigno.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO:
Outro dia eu estava folheando uma revista de arquitetura. Como são bonitas essas casas modernas; o risco é ousado e às vezes lindo, as salas são claras, parecem jardins com teto, o arquiteto faz escultura em cimento armado e a gente vive dentro da escultura e da paisagem.
Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.
O rapaz disse: “vamos tirar esta parede e também aquela; você ficará com uma sala ampla e cheia de luz. Esta porta podemos arrancar; para que porta aqui? E esta outra parede vamos substituir por vidro; a casa ficará mais clara e mais alegre” . E meu amigo tinha um ar feliz.
Eu estava bebendo a um canto, e fiquei em silêncio. Pensei nas casinhas que vira na revista e na reforma que meu amigo ia fazer em seu velho apartamento. E cheguei à conclusão de que estou velho mesmo.
Porque a casa que eu não tenho, eu a quero cercada de muros altos, e quero as paredes bem grossas e quero muitas paredes, e dentro da casa muitas portas com trincos e trancas; e um quarto bem escuro para esconder meus segredos e outro para esconder minha solidão.
Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar, mas deve haver um canto bem sossegado em que eu possa ficar sozinho, quieto, pensando minhas coisas, um canto sossegado onde um dia eu possa morrer.
A mocidade pode viver nessas alegres barracas de cimento, nós precisamos de sólidas fortalezas; a casa deve ser antes de tudo o asilo inviolável do cidadão triste; onde ele possa bradar, sem medo nem vergonha, o nome de sua amada: Joana, JOANA! – certo de que ninguém ouvirá; casa é o lugar de andar nu de corpo e de alma, e sítio para falar sozinho.
Onde eu, que não sei desenhar, possa levar dias tentando traçar na parede o perfil de minha amada, sem que ninguém veja e sorria; onde eu, que não sei fazer versos, possa improvisar canções em alta voz para o meu amor; onde eu, que não tenho crença, possa rezar a divindades ocultas, que são apenas minhas.
Casa deve ser a preparação para o segredo maior do túmulo.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
Os termos “nas casinhas que vira na revista” e “a”, em "eu a quero", complementam ações verbais.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Homem, 52 anos de idade, deverá realizar tomografia computadorizada de abdomem para diagnóstico diferencial de nódulo hepático e apresenta creatinina sérica de 1,7mg/dl.
Nesse caso, a utilização de N-acetil cisteina é mais eficiente que a hidratação na prevenção de lesão renal por contraste.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO:
Outro dia eu estava folheando uma revista de arquitetura. Como são bonitas essas casas modernas; o risco é ousado e às vezes lindo, as salas são claras, parecem jardins com teto, o arquiteto faz escultura em cimento armado e a gente vive dentro da escultura e da paisagem.
Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.
O rapaz disse: “vamos tirar esta parede e também aquela; você ficará com uma sala ampla e cheia de luz. Esta porta podemos arrancar; para que porta aqui? E esta outra parede vamos substituir por vidro; a casa ficará mais clara e mais alegre” . E meu amigo tinha um ar feliz.
Eu estava bebendo a um canto, e fiquei em silêncio. Pensei nas casinhas que vira na revista e na reforma que meu amigo ia fazer em seu velho apartamento. E cheguei à conclusão de que estou velho mesmo.
Porque a casa que eu não tenho, eu a quero cercada de muros altos, e quero as paredes bem grossas e quero muitas paredes, e dentro da casa muitas portas com trincos e trancas; e um quarto bem escuro para esconder meus segredos e outro para esconder minha solidão.
Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar, mas deve haver um canto bem sossegado em que eu possa ficar sozinho, quieto, pensando minhas coisas, um canto sossegado onde um dia eu possa morrer.
A mocidade pode viver nessas alegres barracas de cimento, nós precisamos de sólidas fortalezas; a casa deve ser antes de tudo o asilo inviolável do cidadão triste; onde ele possa bradar, sem medo nem vergonha, o nome de sua amada: Joana, JOANA! – certo de que ninguém ouvirá; casa é o lugar de andar nu de corpo e de alma, e sítio para falar sozinho.
Onde eu, que não sei desenhar, possa levar dias tentando traçar na parede o perfil de minha amada, sem que ninguém veja e sorria; onde eu, que não sei fazer versos, possa improvisar canções em alta voz para o meu amor; onde eu, que não tenho crença, possa rezar a divindades ocultas, que são apenas minhas.
Casa deve ser a preparação para o segredo maior do túmulo.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
No texto, “alegres barracas de cimento” constitui uma metáfora da casa moderna.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Homem, 73 anos de idade com dor torácica ao subir escadas, e astenia, com episódio súbito de perda de consciência. Ao exame, apresentou PA=140/80 mmHg, sopro sistólico grau III/VI em FA, ecocardiograma: estenose aórtica com diâmetro de 8mm, sem alterações segmentares de motilidade com fração de ejeção 50%.
Considerando-se os riscos, esse paciente tem indicação de troca valvar.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
[...] o Estado realiza a função administrativa por meio de órgãos, agentes e pessoas jurídicas, adotando duas formas básicas de organização e atuação administrativas: centralização e descentralização.
(JUND, 2006, p. 49).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a função administrativa do Estado permitem afirmar:
Sabendo-se que a Lei nº 8112/1990 prevê, por ocasião da morte do servidor público, pensões para seus beneficiários, podendo ser vitalícias ou temporárias, pode-se afirmar que o irmão órfão do funcionário que comprovar dependência econômica do servidor público receberá uma pensão vitalícia.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container