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Foram encontradas 440 questões.

1363588 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
De acordo com o gráfico a seguir, ao se medir diariamente a qualidade de efluentes (descarga) de uma estação de tratamento de esgoto municipal por intermédio da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), especialmente devido à variação da vazão de entrada da estação (ETE) e da dinâmica de tratamento da estação, espera-se que esta qualidade dos efluentes varie aproximando-se de uma distribuição estatística normal. Com base nas informações do próprio gráfico, qual é a pior qualidade de efluentes esperada uma vez por mês em mg/L?
Adote a densidade da água igual a !$ 1000kg/m^3 !$; no eixo horizontal do gráfico os valores são especificados em dias:
Enunciado 1363588-1
 

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1362139 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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No âmbito do Ministério da Educação, os seguintes órgãos específicos singulares dividem com o Ministro da Educação as competências para as funções as funções de regulação, supervisão e avaliação instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino:
 

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1362134 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Os mais importantes e estudados parâmetros da qualidade da água utilizados para avaliar impactos de esgotos em ecossistemas aquáticos são o oxigênio dissolvido (OD) e a demanda bioquímica de oxigênio (DBO). Neste contexto, a DBO poderia ser considerada como um parâmetro indicador do(a):
 

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1361256 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Na técnica de preservação de cadáveres por formolização, o técnico deverá proceder à perfusão do fixador através de acessos vasculares. Para a execução desses acessos, os vasos que deverão ser utilizados são:
 

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1360494 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Utilize o texto I para responder a questão.
Profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: ”O senhor pode colar, mas, como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa, e alhures, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima” (obra primeira), a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas esses trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou benfeito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai benfeito quando alguém espreita. Sai matado quando ninguém está olhando.
Existe relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada, que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que o orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
Fonte: CASTRO, Cláudio de Moura. In: Revista VEJA, n.
2219, p.28.
Entre diversos argumentos para sustentar sua tese do que seria um profissional, o autor permite entrever ser aquele:
 

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1360326 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Com relação à utilização de animais de laboratório em pesquisas científicas, marque a alternativa CORRETA:
 

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1359948 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Para se proceder à dissecação do tórax e do abdome, a posição CORRETA em que o cadáver deve ser colocado é:
 

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1359624 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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A nova versão do protocolo de endereçamento IPv6, estabelece um número fixo de bytes por endereço, utilizando oito grupos de quatro dígitos hexadecimais. Para manter a compatibilidade com a forma de endereçamento anterior, é possível representar um IP em formato IPv4 por exemplo por:
 

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1359550 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Quanto ao estágio de evolução dos arquivos, aquele que guarda documentos que não são consultados mais com tanta freqüência e que aguardam a sua destinação final em depósito de armazenamento é chamado de arquivo:
 

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1359342 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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A NBR 5410 recomenda os seguintes esquemas de aterramento: TN, TT e IT. A NBR 13570 é uma das normas complementares da NBR 5410 e aplica-se às instalações elétricas de locais como escolas, auditórios, bibliotecas e outros locais indicados com capacidades mínimas de ocupação especificadas. De acordo com a NBR 13570, as instalações, ali discriminadas, devem utilizar, para aterramento elétrico, o esquema:
 

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