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Para os fins da Lei 8.666/93, considera-se como obra:
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O sistema federal de ensino compreende:
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O provimento derivado por reingresso é aquele em que o servidor retorna ao serviço ativo do qual estava desligado. São modalidades de reingresso, EXCETO:
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Utilize o texto I para responder a questão.
Profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: ”O senhor pode colar, mas, como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa, e alhures, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima” (obra primeira), a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas esses trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou benfeito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai benfeito quando alguém espreita. Sai matado quando ninguém está olhando.
Existe relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada, que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que o orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
Fonte: CASTRO, Cláudio de Moura. In: Revista VEJA, n.
2219, p.28.
O título “Profissionalismo como religião” resume a ideia de ser:
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Ainda versando sobre o Código de Ética, Tibério assimilou as vedações ao servidor público. Sobre este tópico, assinale a alternativa que NÃO consta, na íntegra, em uma das vedações ao servidor público, especificadas no Decreto que regula a matéria.
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Os elementos estruturais são responsáveis por receber e transmitir as solicitações em uma estrutura até o solo suporte de fundação.
Analise as afirmativas abaixo sobre alguns elementos estruturais. Em seguida, indique a opção CORRETA:
I – Os elementos lineares são aqueles em que o comprimento longitudinal supera em pelo menos quatro vezes a maior dimensão da seção transversal, sendo também denominados barras.
II – As vigas são classificadas como elementos lineares, onde a solicitação de flexão é preponderante.
III – Os pilares são classificados como elementos lineares de eixo reto, usualmente dispostos na vertical, em que as forças normais de compressão são preponderantes.
IV – Os elementos de superfície são aqueles em que uma dimensão, usualmente chamada espessura, é relativamente pequena em face das demais, podendo receber as designações de placas, chapas, cascas e arcos.
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As ondas eletromagnéticas, no vácuo, são todas idênticas com relação:
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A geração de novos produtos cresce para suprir a incessante necessidade humana. Com isto, são processados mais e mais produtos, gerando conforto e também rejeitos. O meio ambiente é agredido duplamente, primeiro pela extração e segundo pela contaminação. No entanto, muitos rejeitos podem ser reutilizados, recuperados ou usados como matéria prima para outras atividades.
Pode-se indicar, como vantagem neste processo:
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Restritamente, a difusão pelo solo depende de sua capacidade de absorver o lodo e assimilá-lo. As variáveis ambientais que mais influenciam nesta capacidade são:
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“Os riscos que a elevada dependência externa implicava para a economia brasileira começaram a se manifestar ainda em fins de 1973. Em dezembro, os países membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) promoveram o que ficou conhecido como o ‘primeiro choque do petróleo’: um aumento brusco e significativo dos preços do insumo no mercado internacional. O preço médio do barril saltou de US$ 2,48, em 1972, para US$ 3,29, em 1973, e para US$ 11,58, em 1974, subindo gradualmente até US$ 13,60 em 1978. Diante do elevado coeficiente de importação de petróleo da economia brasileira à época, esse choque converteu uma situação de dependência externa em um quadro de restrição externa a partir de 1974. Com os novos preços, comprimia-se a capacidade de importação e, conseqüentemente, de crescimento do país”.
Fonte: GIAMBIAGI, Fábio; VILLELA, André.
Economia Brasileira Contemporânea (1945-2004).
13ª reimp.. RJ: Ed. Elsevier, 2005.
Com base no texto citado, marque a alternativa CORRETA:
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