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Foram encontradas 40 questões.

214834 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
Perguntado sobre o que fazer em uma dada situação, John propôs quatro medidas, as quais indicam pressupor ele que
 

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213103 Ano: 2010
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A figura abaixo esquematiza qual procedimento cirúrgico?
Enunciado 213103-1
TURNER, A. S. & McILWRAITH, C. W. Techniques in large
animal surgery. 2 ed. Philadelphia: Lea & Febiger, 1989. 381p.
 

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213051 Ano: 2010
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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A tristeza parasitária é uma doença endêmica nas regiões com grandes flutuações nas populações de carrapatos. Seguindo essa linha, a doença apresenta-se na forma de surtos com variados sintomas, de acordo com os agentes causadores.
Com base nas informações acima e em seus conhecimentos, é correto afirmar que:
 

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211742 Ano: 2010
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Diversas alterações de ordem clínica e cirúrgica interferem no equilíbrio hidroeletrolítico. A perda de água determina vários graus de desidratação. No animal hidratado a distribuição de água é regulada pelas forças osmóticas dos solutos (variando entre 280-310mOsm/kg), e as variações nas concentrações séricas do sódio provocam desvios da osmolalidade. Assim, o paciente é susceptível à desidratação dos tipos isotônica, hipotônica ou hipertônica. Caracteriza a desidratação hipotônica:
 

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206495 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
Analisa as três frases seguintes, todas retiradas do penúltimo parágrafo:
I) “O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas (...)”.
II) “Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé.”
III) “Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.”
Em qual(is) o sentido é conotativo?
 

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187055 Ano: 2010
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Quais os três requisitos essenciais para a adequação das pesquisas com animais de laboratório?
 

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184163 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
O seguinte artigo de Stephen Kanitz servirá de base para a resolução da questão abaixo.
Você está despedido!
Stephen Kanitz
Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos preveem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.
Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.
"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
– Levante-se e saia da sala.
– Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
– Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
– Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.
Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas consequências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.
Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.
O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.
Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.
http://www.kanitz.com/veja/outplacement.asp (acessado em 7 de novembro de 2010)
As palavras não têm apenas os sentidos que lhes são dados pelos dicionários. Em determinado contexto, uma palavra pode vir a significar algo totalmente diverso. Com base nisso, assinala a alternativa correta.
 

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182493 Ano: 2010
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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O Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) - Decreto 30691 de 29 de março de 1952 – institui as normas que regulam, em todo o território nacional, a inspeção sanitária e industrial de produtos de origem animal.
Considerando esse Regulamento, analise estas afirmativas.
I) As fraudes referem-se a produtos que tenham sido alterados ou modificados total ou parcialmente em um ou mais elementos normais do produto.
II) A adulteração de produtos não está relacionada com a intenção de mascarar a data de fabricação do produto.
III) A falsificação de um produto se dá, quando no preparo do produto ocorre o emprego de matéria-prima alterada ou impura.
IV) São considerados impróprios para o consumo os produtos que contiverem substâncias tóxicas ou nocivas a saúde.
V) Nos casos de apreensão de produtos, após reinspeção completa, será autorizado o aproveitamento condicional que couber a alimentação humana, após o rebeneficiamento determinado pela Inspeção Federal.
Estão corretas apenas
 

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342507 Ano: 2010
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Falhas na mineralização do osteoide e da matriz cartilaginosa do tecido ósseo dos animais domésticos são as lesões básicas de:
Questão Anulada

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342352 Ano: 2010
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
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Qual a diferença entre Biotério e Laboratory Animals Facilities (LAF)?
Questão Anulada

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