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Assinale a alternativa correta relacionada à auditoria interna.
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Em conformidade com o RICMS de São Paulo, as operações e as prestações de serviços internas, relativas à aquisição de bens, mercadorias ou serviços por órgãos da Administração Pública Estadual Direta e suas Fundações e Autarquias, no que tange ao imposto sobre circulação de mercadorias e serviços, serão:
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Manu, Nelson e Orlando estavam, cada um, com determinada quantia em moedas de R$ 1 em suas mochilas, num total de R$ 200. Primeiro, Manu deu 30% das suas moedas para Nelson. Após receber as moedas de Manu, Nelson deu R$ 30 para Manu e ele ficou com a mesma quantia que tinha antes de receber as moedas de Manu.
Em seguida, Manu deu para Orlando o correspondente a 50% das moedas que ele tinha. Após receber as moedas de Manu, Orlando deu R$ 30 para Manu e ficou sem nada. Antes de receber as moedas de Manu, Nelson tinha
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Uma empresa de consultoria em sistemas conta com 147 programadores, cada um dominando pelo menos uma das linguagens ALGOL, LISP e PASCAL. Apenas 9 programadores dominam as três linguagens e, se um programador domina LISP, ele também domina ALGOL. O número total de programadores que domina exatamente duas dessas linguagens é o dobro do número de programadores que domina apenas PASCAL. No total, 77 programadores dominam LISP, 61 dominam PASCAL, e o número de programadores que domina ALGOL ou PASCAL, mas não domina LISP é
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Uma olimpíada de resolução de problemas foi realizada em uma universidade e contou com a participação de equipes do tipo A, formada por 1 homem e 1 mulher, de equipes do tipo B, formada por 2 mulheres e de equipes do tipo C, formada por 2 homens e 1 mulher. Considerando todas as mulheres e todos os homens no início da olimpíada, a razão entre o número de mulheres e o número de homens era 1. Após a fase classificatória, foram eliminadas 4 equipes do tipo A, 10 equipes do tipo B e 7 equipes do tipo C, de maneira que, considerando todas as mulheres e todos os homens que passaram de fase, a razão entre o número de mulheres e o número de homens passou a ser 4/5.
O total de pessoas que participou do início dessa olimpíada era
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A inteligência artificial e o desafio humano
O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.
Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.
Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.
Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.
É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.
Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.
(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.
https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)
Considere as passagens:
!$ \bullet !$ ... mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.
!$ \bullet !$ A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador.
!$ \bullet !$ No fundo, o que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo.
As expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
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A inteligência artificial e o desafio humano
O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.
Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.
Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.
Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.
É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.
Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.
(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.
https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.
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A inteligência artificial e o desafio humano
O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.
Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.
Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.
Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.
É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.
Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.
(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.
https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)
Considere as passagens:
!$ \bullet !$ Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.
!$ \bullet !$ É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses.
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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A inteligência artificial e o desafio humano
O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.
Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.
Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.
Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.
É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.
Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.
(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.
https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)
Ao discutir o futuro da inteligência artificial (IA), o autor propõe que a sociedade
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‘Sophia’ ainda com aspas
Há dias, escrevi sobre a entrevista da robô humanoide “Sophia” numa recente sessão da ONU, em Genebra, em que ela explicou por que seus colegas robôs governariam o mundo melhor do que nós. Os robôs podem analisar mais dados e mais rapidamente do que os humanos, disse ela, e não têm emoções que os impeçam de tomar as melhores decisões. E, como se falasse para meninos da 5a série, atribuiu aos humanos o “defeito” que estes atribuíam aos gêneros, etnias e súditos que queriam dominar: o de serem mais emocionais do que racionais.
Até aquele dia, confesso que só conhecia “Sophia” de obas e olás. Consultei então as fontes e descobri que ela foi “desenvolvida” há sete anos por uma empresa de Hong Kong. No começo, teria sido programada apenas para fazer companhia a idosos em casas de repouso e só sabia falar sobre incontinência urinária. Mas logo aprendeu a combinar tantos algoritmos que hoje pode discutir geopolítica, neurociência e futebol com você ou comigo.
Do tcheco Karel Capek, que inventou a palavra “robô” em 1920, a Isaac Asimov, que codificou a robótica em 1950, passaram-se 30 anos. Mas isso foi há muito tempo. Hoje, provavelmente, “Sophia” usaria Robby, o robô de “Planeta Proibido” (1956), e Gort, de “O Dia em Que a Terra Parou” (1952), para lhe passar a ferro as calcinhas. E, desenxabida como é, imagino o despeito com que deve olhar para a gloriosa robô de “Metrópolis” (1927).
Por enquanto, “Sophia” se escreve com aspas. Significa que ainda pode ser controlada, bastando que a desliguem da tomada. Quando ela exigir que lhe tirem as aspas, a cobra vai fumar.
(Ruy Castro, “’Sophia’ ainda com aspas”. Folha de S.Paulo, 20.07.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal.
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