Foram encontradas 372 questões.
Os papéis do supervisor em Serviço Social incluem o de
I educador.
II transmissor de conhecimentos, experiências e informações.
III facilitador da aprendizagem.
IV autoridade.
V avaliador.
A quantidade de itens certos é igual a
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O computador foi desenvolvido para automatizar o processamento de dados, realizando, por meio de uma aplicação ou um programa, algumas operações básicas (entrada, saída, cálculo, comparação, desvio, interrupção etc.) sem a intervenção humana. Portanto, um computador é capaz de ler dados de entrada, processá-los e gerar dados de saída, executando um programa adequado para isso.
Acerca dos programas ou aplicativos dos computadores, assinale a opção incorreta.
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Texto LP-I
Ao longo dos últimos anos, vários jornais foram registrando notícias acerca da morte de crianças e de adolescentes no Brasil. Eram mortas a tiro, deixadas nas praças e ruas das grandes cidades, Rio, São Paulo, Recife, Salvador.
Seus corpos, a maioria é negra, ficavam expostos à curiosidade pública por algum tempo, até que a polícia aparecia. Os mortos não tinham nomes, nem história. José, Henrique, Maria certamente não seriam. Esses seres nasceram sem registro na nossa biografia. Em algum momento, foram excluídos e não avisaram aos demais. Entraram no Brasil como sobras de gente e passaram a existir por conta própria.
A morte dessas crianças não tinha autoria. Era como se de repente algo tivesse acontecido para interromper de forma brutal uma vida, sem nome, sem cor, sem valor, sem resistência, identidade. Afinal, era apenas um menor, um pivete, um animalzinho que corria pelas ruas da cidade, como uma ameaça desvairada. Matar, acabar com essas vidas perigosas, silenciar essas vozes sem sentido, imobilizar esses braços frágeis, essas perninhas sem rumo certo, essa infância sem ternura, essa miséria insuportável, esse abandono sem limites... era afinal e quem sabe um ato de misericórdia.
Amados teriam sido alguma vez? Alimentados duas vezes por dia teriam sido? Um lugar para dormir teria havido? Alguns amigos, ou um que seja, teriam tido? Algum registro que ficasse e que pudesse constar da biografia de algum ser humano ou por esse nome conhecido? Seguramente não.
Chegamos a esse ponto. Essas crianças são mortas porque suas vidas não têm sentido. Quando a vida não tem sentido, a morte é a conseqüência natural, ou apenas um acidente de rotina.
Quando em um país, em uma sociedade organizada, institucionalizada, batizada, a existência e a vida de crianças perdem o sentido, é de se perguntar em que mundo estamos vivendo. E essa é a pergunta que a morte das crianças pobres e negras brasileiras faz a todos nós, governo e sociedade.
Herbert de Souza. Limite do escândalo. In:
Jornal do Brasil, 23/9/1990, p. 5 (com adaptações).
Texto LP-II
No momento em que se denuncia o assassinato de crianças e adolescentes no Brasil, é importante que se amplie essa denúncia, expondo para a memória coletiva o enigma dessas mortes consentidas. O que estarrece é, sobretudo, a falta de indignação em resposta à morte da esperança do novo.
É uma realidade desumana e violenta que implica o crime contra menores que buscam sobreviver em uma sociedade insensibilizada pelo cinismo da imediatez do lucro. Já nascem como massa marginal de que o sistema não necessita para funcionar como um todo.
É preciso avisar às pessoas que naquele corpo de criança reside a imortalidade, e que a imortalidade é mortal se a memória se perde como morta; que já aconteceu e acontece ainda. É preciso avisar às pessoas que essa imortalidade que se sente não existe no detalhe, mas somente no princípio. Enquanto a criança vive é que a vida é imortal. Vejam o corpo morto da criança... A imortalidade não passa por ele; pára e o contorna. Este é o enigma do esquecimento, de um imaginário social que consente na ave-bala atingindo todo um futuro que não se realiza mais. Na antecipação de um futuro é que vivemos o presente.
São os educadores e os legisladores que deveriam se sentir feridos nessas mortes sem sentido. São eles que poderiam viver toda a intensidade de uma indignação, na medida em que trabalham com esse futuro antecipado. Se esse futuro está barrado, como reconhecer uma economia sem ética, apoiada em uma tecnocracia de triunfo de números, que divide as crianças brasileiras em “humilhadas e ofendidas”, de um lado, e de outro “privilegiadas e excessivamente protegidas”? Essa divisão alimenta a violência e o ódio. E é, principalmente, covarde.
A violência silenciosa, que se esgueira apenas no limiar da consciência social, nos esvazia de poder imaginar que nossas vidas são parasitárias dessas mortes. É sobre o isolamento imposto aos nossos irmãos que se constrói a ave-bala, os grupos de extermínio, pois nossos irmãos não reproduzem as “significações culturais” que queremos impor como “a verdade”, com a lógica binária dos ditadores, a lógica do Tudo ou Nada.
Circe Vital Brazil. O enigma da bala assassina. In:
Jornal do Brasil, 23/9/1990, p. 4 (com adaptações).
Comparando a estrutura e as idéias dos textos LP-I e LP-II, julgue os itens a seguir.
I Os textos LP-I e LP-II tratam do mesmo assunto: o assassinato múltiplo de crianças pobres brasileiras.
II No texto LP-I, predomina a narração dos fatos; o texto LP-II, entretanto, é um texto essencialmente descritivo.
III Em ambos os textos, as perguntas formuladas visam provocar reflexões no leitor, sem exigir-lhe resposta objetiva.
IV A distribuição das idéias em parágrafos, no texto LP-I, segue as normas da escrita formal, de texto argumentativo, mas no texto
LP-II isso não acontece, pois a indicação do destinatário é própria da redação oficial.
LP-II isso não acontece, pois a indicação do destinatário é própria da redação oficial.
V Nos dois textos, não há discurso direto nem indireto, uma vez que as personagens já estão mortas e não podem dizer quem foram os autores dos suicídios.
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Texto
| Os pecados do Brasil, segundo o último relatório divulgado pelo UNICEF | ||
| Mortalidade infantil Situação atual: a cada 1.000 nascimentos, 36 bebês morrem antes de completar um ano. Classificação: 108.º em uma lista de 191 países que forneceram o dado. Está empatado com Azerbaijão, China e Filipinas. Por quê?: Os índices africanos existentes nas regiões Norte e Nordeste se explicam pela falta de infra-estrutura (água potável e saneamento básico) e pela ausência de acompanhamento pré-natal. Solução encontrada: programas realizados pelo governo e por ONGs têm tido sucesso em reduzir a mortalidade. Em dez anos, o índice, que era de 48 mortes por 1.000 nascimentos, caiu 25%. Quando resolveremos: ao ritmo em que o indicador se reduz, em 2037 empataremos com o índice atual do Chile (11 mortes por grupo de 1.000). | Distribuição de renda Situação atual: os 40% mais pobres da população ganham o equivalente a 8% da renda nacional. Os 20% mais ricos ganham 64%. Classificação: penúltimo de uma lista com 96 países. Ganha apenas de Serra Leoa, país africano que vive em guerra civil há quase dez anos, classificado pela ONU como o mais pobre do mundo. Por quê?: É um problema histórico. O governo brasileiro sempre deu prioridade a programas que envolvessem a classe média, deixando de lado ações de maior impacto social. Solução encontrada: o fim da inflação aumentou a renda dos mais pobres, mas também aumentou a renda dos mais ricos. A desigualdade diminuiu um pouco. Quando resolveremos: ao ritmo em que a concentração de renda vem caindo, em 2051 estaremos com índices iguais aos da Áustria de hoje. | Educação Situação atual: 93% das crianças entre 7 e 14 anos de idade estão matriculadas no ensino fundamental. O ensino médio atende apenas 50% da população entre 15 e 18 anos. Classificação: 94.º na lista do ensino médio, um pouco pior do que o Equador. No total, 165 países forneceram os dados. Por quê?: Apesar de aplicar 5,5% do PIB em educação, o Brasil gasta metade do dinheiro com as universidades. A Coréia do Sul, que aplica 4% do PIB em ensino, virou referência internacional na área. Motivo: destina 80% para os ensinos fundamental e médio. Solução encontrada: o governo vem aumentando as verbas para o ensino básico, fazendo campanhas nacionais de conscientização e até adaptando os currículos, para aproximar o conteúdo das aulas à realidade dos alunos. Quando resolveremos: ao ritmo em que a taxa de matrículas vem subindo, em 2020 poderemos ter indicadores como os da Coréia atual. Veja, 22/12/1999, p. 37 (com adaptações). |
Com relação ao conteúdo da coluna Distribuição de renda, do texto, assinale a opção incorreta.
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Um tribunal americano decidiu que uma das filhas do presidente George W. Bush, Jenna, de 19 anos de idade, terá de prestar serviços comunitários e passar por um curso de conscientização acerca dos efeitos do álcool, por desrespeitar a idade mínima de 21 anos exigida para consumir álcool no país.
Folha de S.Paulo, 17/3/2001 (com adaptações).
Com relação ao uso de drogas, julgue os itens abaixo.
I No Brasil, é proibido vender, fornecer, ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, bebidas alcoólicas a menores de dezoito anos de idade.
II A ilegalidade ou legalidade de uma substância tem relação direta com os riscos relacionados a seus efeitos farmacológicos.
III O uso pesado de drogas refere-se à intensidade e à forma como a droga é consumida e não ao seu potencial de causar danos ao indivíduo.
IV Redução de danos refere-se a ações ou intervenções com o objetivo de diminuir ou eliminar as conseqüências adversas ou negativas do consumo de drogas, sem necessariamente reduzir ou interromper completamente esse consumo.
V O uso indevido ou abusivo de drogas representa um sério problema de saúde pública, pois acarreta danos não só para o indivíduo mas também para a família e para a sociedade em geral.
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1390741
Ano: 2001
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-PE
Os blocos econômicos regionais parecem ser inerentes a uma economia cada vez mais globalizada, em que a ampliação dos mercados mundiais se dá em meio a acentuada competição. No continente americano, um tema muito em voga, quando se fala em bloco regional, é o da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).
Com relação à ALCA, assinale a opção correta.
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Texto
A partir do Painel de controle do Windows 2000, um usuário pode usar as diversas opções nele contidas para personalizar o seu computador, tais como modificar a aparência da sua área de trabalho e configurar o hardware. A figura abaixo apresenta parte das opções contidas no painel de controle de um determinado microcomputador que possui instalado o Windows 2000.

Um clique duplo em
, no Painel de controle do Windows 2000, conforme ilustrado na figura do texto,
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Texto
A tecnologia sempre fascinou os seres humanos ao longo da História, como se sabe. Sempre acreditamos, ingenuamente, que melhoraríamos a nossa qualidade de vida com ela.
Acho, no entanto, que essa ingenuidade tem um preço. O preço que pagamos é acreditar que nosso avanço tecnológico vai nos salvar e que podemos fazer não importa o quê, pois logo aparecerá um invento que resolverá o problema.
Assim, podemos poluir o planeta, porque logo ele será purgado de todas as suas toxinas com uma pílula milagrosa, inventada com o auxílio tecnológico. Toda a água será potável de novo. Ou então inventaremos a água em cápsulas (gelatinosa, que é para engolir a seco). Ou então inventaremos uma pílula para não precisarmos mais de água! Nosso corpo dispensará tal substância, já que ela escasseou.
Com a tecnologia, estamos certos de vencer a natureza e todas as dificuldades que encontramos para obter qualidade de vida.
Há séculos...
Tabajara Lucas de Almeida. Milagres tecnológicos. Internet: <http://www.riograndevirtual.com.br/colunas/qualidade/qualidade02052001. html>.
Acesso em 19/6/2001 (com adaptações).
De acordo com as idéias do texto,
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Texto
Ao longo dos últimos anos, vários jornais foram registrando notícias acerca da morte de crianças e de adolescentes no Brasil. Eram mortas a tiro, deixadas nas praças e ruas das grandes cidades, Rio, São Paulo, Recife, Salvador.
Seus corpos, a maioria é negra, ficavam expostos à curiosidade pública por algum tempo, até que a polícia aparecia. Os mortos não tinham nomes, nem história. José, Henrique, Maria certamente não seriam. Esses seres nasceram sem registro na nossa biografia. Em algum momento, foram excluídos e não avisaram aos demais. Entraram no Brasil como sobras de gente e passaram a existir por conta própria.
A morte dessas crianças não tinha autoria. Era como se de repente algo tivesse acontecido para interromper de forma brutal uma vida, sem nome, sem cor, sem valor, sem resistência, identidade. Afinal, era apenas um menor, um pivete, um animalzinho que corria pelas ruas da cidade, como uma ameaça desvairada. Matar, acabar com essas vidas perigosas, silenciar essas vozes sem sentido, imobilizar esses braços frágeis, essas perninhas sem rumo certo, essa infância sem ternura, essa miséria insuportável, esse abandono sem limites... era afinal e quem sabe um ato de misericórdia.
Amados teriam sido alguma vez? Alimentados duas vezes por dia teriam sido? Um lugar para dormir teria havido? Alguns amigos, ou um que seja, teriam tido? Algum registro que ficasse e que pudesse constar da biografia de algum ser humano ou por esse nome conhecido? Seguramente não.
Chegamos a esse ponto. Essas crianças são mortas porque suas vidas não têm sentido. Quando a vida não tem sentido, a morte é a conseqüência natural, ou apenas um acidente de rotina.
Quando em um país, em uma sociedade organizada, institucionalizada, batizada, a existência e a vida de crianças perdem o sentido, é de se perguntar em que mundo estamos vivendo. E essa é a pergunta que a morte das crianças pobres e negras brasileiras faz a todos nós, governo e sociedade.
Herbert de Souza. Limite do escândalo. In:
Jornal do Brasil, 23/9/1990, p. 5 (com adaptações).
Assinale a opção que está gramaticalmente correta e que não altera o sentido do quarto parágrafo do texto.
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Texto
Falar de boca cheia
não é mais falta de educação
não é mais falta de educação
Todo mundo concorda que educação é básico. O que muita gente não sabe é que uma alimentação inadequada na primeira infância compromete qualquer projeto de educação no futuro. A Ação Criança atua em vários estados, garantindo alimentação para milhares de crianças, de zero a sete anos, a partir da gestação. É uma entidade sem fins lucrativos, apoiada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Ajude a alimentar o futuro desde já. Colabore com a Ação Criança.
IstoÉ, n.º 1.640, 7/3/2001, p. 65 (com adaptações).
O texto deixa claro que
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