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Foram encontradas 146 questões.

Leia o texto para responder à questão a seguir.
Vamos rebobinar a fita da história até o século 17. Na época, o Brasil e as colônias britânicas que viriam a formar os Estados Unidos já representavam polos antagônicos na economia mundial, mas na posição inversa da de hoje.
Por aqui, produzíamos a maior riqueza conhecida na época, a cana-de-açúcar, que foi capaz de tornar Recife uma das cidades mais ricas do mundo. Nas colônias da América do Norte, não havia um clima propício para a cana. A solução, então, foi improvisar. Primeiro, elas se tornaram um grande fornecedor de alimentos e animais de tração para as ilhas caribenhas que disputavam a produção de cana com o Brasil – já que nessas ilhas todo o território se destinava à produção de açúcar.
Aí que as coisas começaram a se desenhar. Enquanto nós e os caribenhos caíamos de cabeça na monocultura de cana, a América do Norte usava o ouro que recebia das Antilhas para criar variedade na agricultura, na pecuária, na pesca. Tudo num círculo virtuoso capaz de não só distribuir melhor a riqueza, como também criar mais riqueza. Da necessidade cada vez maior de barcos de pesca, por exemplo, surgiu uma indústria naval que logo passaria a vender embarcações para as potências europeias.
No Brasil, acontecia justamente o contrário. A cana enriquecia meia dúzia de senhores de engenho, e essa renda permanecia concentrada. Em vez de regar outros setores da economia, acabava reinvestida em mais monocultura. E seguimos assim até o século 20. Agora o café era a nova cana. Fora isso, pouco havia mudado.
(Superinteressante, agosto de 2017. Adaptado)
Observe as passagens do texto:
• ... já representavam polos antagônicos na economia mundial, mas na posição inversa da de hoje. (1° parágrafo)
Enquanto nós e os caribenhos caíamos de cabeça na monocultura de cana, a América do Norte usava o ouro que recebia das Antilhas... (3° parágrafo)
• Tudo num círculo virtuoso capaz de não só distribuir melhor a riqueza, como também criar mais riqueza. (3° pará grafo)
Nas passagens, os elementos coesivos em destaque estabelecem entre as informações textuais, correta e respectivamente, relações de sentido de
 

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O objetivo geral do estágio probatório no setor público está expresso corretamente na alternativa:

 

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Leia o texto para responder à questão a seguir.
Em casa do comendador Freitas, na Fábrica das Chitas, andavam todos “intrigados” com aquele flautista misterioso que, em companhia de um preto velho, taciturno e discreto, morava, havia perto de dois meses, numa casinha cujos fundos davam para os fundos da chácara.
Quando digo “todos”, não digo a verdade, porque o vizinho não era completamente estranho à srta. Sara, filha única do aludido comendador. Encontrara-o algumas vezes na cidade, ora nos teatros, ora em passeios, e sempre lhe parecera que ele a olhava com certa insistência e algum interesse.
Conquanto não fosse precisamente um Adônis, esse desconhecido começava a impressionar o seu espírito de moça, até então despreocupado e tranquilo, quando certa manhã os sons maviosos de uma flauta atraíram a sua atenção para a casinha dos fundos, e ela reconheceu no vizinho que, sentado num banco de ferro, sob uma velha latada de maracujás, soprava o sugestivo instrumento de Pã, o mesmo indivíduo cujos olhares a perseguiam na rua ou no teatro.
Dizer que esse encontro não produziu o romanesco efeito com que naturalmente contava o melômano seria faltar à verdade que devo a meus leitores. Não, a srta. Sara não se contrariou com avistar ali o moço que parecia distingui-la em toda parte onde o acaso os reunia. Não quer isto dizer que houvesse dentro dela outra coisa mais que uma sensação passageira, mas o caso é que a filha do comendador Freitas não fez a esse respeito a menor confidência a nenhuma pessoa da casa, e essa reserva era, talvez, o prenúncio de um sentimento mais decisivo.
Todavia, todos em casa, amos e criados, se preocupavam muito com o inquilino da casinha dos fundos.
(Arthur Azevedo. “João Silva”. Seleção de contos. 2014. Excerto)
Vocabulário:
– Adônis: Entre os gregos, deus jovem detentor de grande beleza.
– maviosos: melodiosos, agradáveis ao ouvido.
– melômano: quem sente exagerada atração por música.
De acordo com o texto, na casa do comendador Freitas,
 

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Assinale a alternativa que apresenta um tipo de gráfico no Microsoft Excel 2007, em sua configuração padrão, que é limitado a exibir apenas uma série de dados.
 

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A Secretaria da Fazenda disponibilizou para as demais Secretarias os dados a seguir.

Ativo financeiro do exercício anterior

R$ 120.000,00

Passivo Financeiro do exercício anterior

R$ 90.000,00

Restos a pagar cancelados

R$ 150.000,00

Excesso de arrecadação

R$ 40.000,00

Superávit orçamentário

R$ 60.000,00

Assinale a alternativa que indica quanto há de recursos para a abertura de créditos adicionais.

 

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998267 Ano: 2017
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: VUNESP
Orgão: SEPOG SP

Na execução orçamentária do exercício de 2017, deverão os limites de empenhamento, conforme o Decreto nº 62.413/2017, serem alterados por meio de

 

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Leia o texto para responder à questão seguir.
Cota é uma palavra antipática. Pronunciá-la traz à mente discriminar, racionar, excluir. A conotação negativa só fez acentuar-se quando a universidade brasileira, inviolável trincheira da elite, começou a reservar uma parcela de suas vagas para alunos pobres e negros, duas classificações quase sinônimas no país. O primeiro portão se abriu no distante 2002, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), e outras se seguiram, aqui e ali, até o governo baixar uma lei que instituiu, em 2012, o conceito de cotas em todas as universidades. Foi um salseiro. O que seria da excelência e da premiação pelo mérito, em um câmpus contaminado por estudantes menos qualificados? O que esperar dos cotistas, além de mau desempenho e abandono no meio do curso? Que justiça haveria em deixar de fora jovens bem preparados só por serem brancos e não tão pobres?
Pois, passados quinze anos do empurrão inicial e cinco da obrigatoriedade por lei, as previsões catastróficas não se confirmaram, e o balanço é mais positivo do que se imaginava – a ponto de a Universidade de São Paulo, a mais prestigiada do país, que nem federal é, ter anunciado há pouco que implantará as cotas. O vestibular deste ano da USP, cujas inscrições começam no dia 21 de agosto, já será baseado no sistema de cotas.
(L. Bustamante, M. C. Vieira, Rita Loiola. “Cotas? Melhor tê-las”. Veja, 16.08.2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, nas duas passagens do texto, há palavra empregada em sentido figurado.
 

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Um usuário criou uma tabela no Microsoft Word 2007, em sua configuração padrão, conforme a imagem a seguir, e a selecionou por completo clicando no botão destacado no canto superior esquerdo da tabela.
Enunciado 997833-1
Após o usuário pressionar Enunciado 997833-2 + Enunciado 997833-3, abrir uma planilha em branco no Microsoft Excel 2007, em sua configuração original, e pressionar Enunciado 997833-4 + Enunciado 997833-5, foi apresentado o seguinte resultado:
 

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Leia o texto para responder à questão a seguir.
As leis contra a corrupção ficaram mais duras. Os juízos estão mais rigorosos. Os procuradores têm mais meios para investigar os casos suspeitos. E a população hoje é mais bem informada e reage instantaneamente – nas redes sociais ou nas ruas – aos escândalos envolvendo pessoas públicas. Na América Latina, na Europa e em algumas regiões da Ásia, essa é a nova realidade da política. Manifestações organizadas pelo mundo, como na Romênia no início de 2017 ou na Coreia do Sul em 2016 – que levou ao impeachment da presidente Park Geun-hye –, são alguns dos exemplos desse novo cenário. É a reação de quem há muito tempo está descrente.
No mundo, a punição aos crimes de corrupção também cresceu num ritmo notável. Segundo um relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 1999 a 2014, foram revelados mais de 400 casos de corrupção internacional, nos quais mais de 260 indivíduos e 160 empresas e órgãos públicos foram investigados, denunciados e receberam algum tipo de sanção. O país mais ativo no combate a esses crimes ainda são, de longe, os Estados Unidos – o que mostra que os demais têm um longo caminho pela frente. A boa notícia é que isso vem acontecendo. Alemanha, Coreia do Sul, Itália, Suíça, Reino Unido e França também aparecem na lista dos países que conseguiram identificar e punir os crimes.
(Felipe Serrano. “Não é só no Brasil que os corruptos ficaram sem lugar”. Exame, 02.08.2017. Adaptado)
O autor externa seu ponto de vista em relação ao combate à corrupção na passagem:
 

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Leia o texto.

Metade dos órgãos públicos do país se autoavaliam mal na gestão pública

Pelo menos metade dos órgãos públicos do país, incluindo os três níveis de poder (federal, estadual e municipal) se autoavaliam como ruins na gestão pública – o que inclui a administração de pessoal, as estratégias para realizar políticas públicas e o controle de gastos e do funcionamento dos serviços prestados à população. É o que aponta uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União). O trabalhou tentou mapear como funcionam 12,2 mil órgãos públicos identificados no país, que vão de secretarias municipais a órgãos do governo federal, como a Receita Federal. A pesquisa foi respondida por 7,7 mil órgãos públicos, o que corresponde a 65% da amostra.

(Dimmi Amora. Folha de São Paulo. 27.05.2015. Adaptado)

Alguns aspectos são considerados fundamentais na qualidade da prestação de serviços públicos. Assinale a alternativa que reúne quesitos elementares para que sejam oferecidos bons serviços públicos.

 

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