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Foram encontradas 146 questões.

Leia a tira.
Enunciado 1002621-1
(André Dahmer. Folha de S.Paulo, 17.08.2017)
A leitura da tira permite concluir que a personagem considera
 

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Considere a planilha a seguir, criada no Microsoft Excel 2007, em sua configuração original, na qual a linha 3 é apresentada com o recurso Autofiltro ativado.
Enunciado 1002615-1
Ao se aplicar um filtro em qualquer coluna entre as colunas A e D, alguns registros não serão exibidos, como é demonstrado na imagem a seguir.
Enunciado 1002615-2
Assinale a alternativa que apresenta a fórmula que foi inserida na célula D1, que exibe a soma apenas das linhas em exibição.
 

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1002593 Ano: 2017
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: VUNESP
Orgão: SEPOG SP

Unidades que atuam na gestão orçamentária e financeira, identificadas pela siglas UO, UGO, UGE, UGF, têm como, atribuição maior,

 

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Leia o texto para responder à questão a seguir.
Vamos rebobinar a fita da história até o século 17. Na época, o Brasil e as colônias britânicas que viriam a formar os Estados Unidos já representavam polos antagônicos na economia mundial, mas na posição inversa da de hoje.
Por aqui, produzíamos a maior riqueza conhecida na época, a cana-de-açúcar, que foi capaz de tornar Recife uma das cidades mais ricas do mundo. Nas colônias da América do Norte, não havia um clima propício para a cana. A solução, então, foi improvisar. Primeiro, elas se tornaram um grande fornecedor de alimentos e animais de tração para as ilhas caribenhas que disputavam a produção de cana com o Brasil – já que nessas ilhas todo o território se destinava à produção de açúcar.
Aí que as coisas começaram a se desenhar. Enquanto nós e os caribenhos caíamos de cabeça na monocultura de cana, a América do Norte usava o ouro que recebia das Antilhas para criar variedade na agricultura, na pecuária, na pesca. Tudo num círculo virtuoso capaz de não só distribuir melhor a riqueza, como também criar mais riqueza. Da necessidade cada vez maior de barcos de pesca, por exemplo, surgiu uma indústria naval que logo passaria a vender embarcações para as potências europeias.
No Brasil, acontecia justamente o contrário. A cana enriquecia meia dúzia de senhores de engenho, e essa renda permanecia concentrada. Em vez de regar outros setores da economia, acabava reinvestida em mais monocultura. E seguimos assim até o século 20. Agora o café era a nova cana. Fora isso, pouco havia mudado.
(Superinteressante, agosto de 2017. Adaptado)
Na passagem “Por aqui, produzíamos a maior riqueza conhecida na época, a cana-de-açúcar, que foi capaz de tornar Recife uma das cidades mais ricas do mundo.” (2° parágrafo), a informação em destaque estabelece com a que a antecede uma relação cujo sentido é de
 

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Leia a charge.
Enunciado 1002585-1
(Pancho. Rolmops&Catchup. Gazeta do Povo, 03.05.2017)
Na charge, a personagem está machucada, porque seguiu a sugestão de “chutar o balde” em sentido literal. Em sentido figurado, a expressão pode ser interpretada, no contexto, como
 

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Leia o texto para responder à questão seguir.
Cota é uma palavra antipática. Pronunciá-la traz à mente discriminar, racionar, excluir. A conotação negativa só fez acentuar-se quando a universidade brasileira, inviolável trincheira da elite, começou a reservar uma parcela de suas vagas para alunos pobres e negros, duas classificações quase sinônimas no país. O primeiro portão se abriu no distante 2002, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), e outras se seguiram, aqui e ali, até o governo baixar uma lei que instituiu, em 2012, o conceito de cotas em todas as universidades. Foi um salseiro. O que seria da excelência e da premiação pelo mérito, em um câmpus contaminado por estudantes menos qualificados? O que esperar dos cotistas, além de mau desempenho e abandono no meio do curso? Que justiça haveria em deixar de fora jovens bem preparados só por serem brancos e não tão pobres?
Pois, passados quinze anos do empurrão inicial e cinco da obrigatoriedade por lei, as previsões catastróficas não se confirmaram, e o balanço é mais positivo do que se imaginava – a ponto de a Universidade de São Paulo, a mais prestigiada do país, que nem federal é, ter anunciado há pouco que implantará as cotas. O vestibular deste ano da USP, cujas inscrições começam no dia 21 de agosto, já será baseado no sistema de cotas.
(L. Bustamante, M. C. Vieira, Rita Loiola. “Cotas? Melhor tê-las”. Veja, 16.08.2017. Adaptado)
Quando o autor diz que a universidade brasileira é “inviolável trincheira da elite”, isso significa que, tradicionalmente, ela representava
 

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Leia o texto para responder à questão seguir.
Cota é uma palavra antipática. Pronunciá-la traz à mente discriminar, racionar, excluir. A conotação negativa só fez acentuar-se quando a universidade brasileira, inviolável trincheira da elite, começou a reservar uma parcela de suas vagas para alunos pobres e negros, duas classificações quase sinônimas no país. O primeiro portão se abriu no distante 2002, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), e outras se seguiram, aqui e ali, até o governo baixar uma lei que instituiu, em 2012, o conceito de cotas em todas as universidades. Foi um salseiro. O que seria da excelência e da premiação pelo mérito, em um câmpus contaminado por estudantes menos qualificados? O que esperar dos cotistas, além de mau desempenho e abandono no meio do curso? Que justiça haveria em deixar de fora jovens bem preparados só por serem brancos e não tão pobres?
Pois, passados quinze anos do empurrão inicial e cinco da obrigatoriedade por lei, as previsões catastróficas não se confirmaram, e o balanço é mais positivo do que se imaginava – a ponto de a Universidade de São Paulo, a mais prestigiada do país, que nem federal é, ter anunciado há pouco que implantará as cotas. O vestibular deste ano da USP, cujas inscrições começam no dia 21 de agosto, já será baseado no sistema de cotas.
(L. Bustamante, M. C. Vieira, Rita Loiola. “Cotas? Melhor tê-las”. Veja, 16.08.2017. Adaptado)
O objetivo do texto é
 

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Leia a tira para responder à questão a seguir.
Enunciado 1002007-1
(Quino. Mafalda inédita. 2001)
No último quadrinho, a reação de Mafalda indica que ela
 

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O conceito de governo eletrônico tem por objetivo promover

 

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1000512 Ano: 2017
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: VUNESP
Orgão: SEPOG SP

Havendo a obrigação de limitação de empenho, quando a receita arrecadada ao final de um bimestre possa vir a não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal, estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, não serão objeto dessa limitação as despesas

 

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