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Foram encontradas 160 questões.

397740 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
Definition of internal audit
Frequent or ongoing audit conducted by a firm's own (as opposed to independent) accountants to monitor operating results, verify financial records, evaluate internal controls, assist with increasing efficiency and effectiveness of operations and, to detect fraud. Internal audit can identify control problems, and aims at correcting lapses before they are discovered during an external audit. Although the internal auditors are the firm's employees, they normally do not audit themselves or their own departments, but entrust it usually to independent auditors.
Internet: <www.businessdictionary.com>. Access on May 23, 2014.
Someone whose job is to prepare financial records for a company or person is a(n)
 

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396775 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

Texto para responder à questão.

A Constituição Federal de 1988 municiou a sociedade de garantias(a) de acesso a informações(b) públicas ou privadas, que assegurem o controle social, inclusive, dotando(b) o cidadão de meios de denunciar a existência de irregularidades de que detenha conhecimento. Tal direito encontra-se expressamente disposto no art. 74, parágrafo segundo, da Constituição:

Art. 74

§ 2.° Qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato é parte legítima para, na forma da lei, denunciar irregularidades perante o Tribunal de Contas da União.

Adentrando no tema controle de Administração Pública propriamente, podemos dizer que o controle interno pode ser entendido como o autocontrole (ou autotutela), ou seja, aquele exercido pelo próprio Poder Público, em sua esfera administrativa, com vistas a disciplinar(e) rotinas e evidenciar procedimentos ilegais ou ilegítimos.

O controle externo do Poder Executivo, no Brasil, é exercido pelo Poder Legislativo e tem o objetivo de comprovar a probidade na administração de bens e recursos públicos, ou seja, no exercício do controle externo, fiscaliza-se a arrecadação, a guarda e a aplicação de tais recursos, e ainda, a conservação do patrimônio. Esse é sem sombra de dúvidas um controle político. O controle técnico, sob os pontos de vista da legalidade contábil e financeira, fica a cargo dos Tribunais de Contas.

De um modo geral, o controle tem um sentido amplo, engloba a fiscalização, a programação, a alocação e o dispêndio de recursos públicos.

Controle externo, tribunais de contas e controle interno: interação para o fortalecimento da sociedade. Internet: <www.controladoria.ufpe.br> (com adaptações).

No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.

 

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396731 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
A respeito dos princípios teóricos da tributação, assinale a alternativa correta.
 

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364549 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
Most organizations have standards of conduct, performance and ethics their employees must keep to. Failure to do so may be reason for dismissal. At an American university, under their Discipline and Dismissal Policy and Procedures, misconduct is defined as “conduct which is subject to disciplinary action”:
“[…] 2. Misconduct
a. All employees are expected to maintain standards of conduct suitable and acceptable to the work environment. Disciplinary action, including dismissal, may be imposed for unacceptable conduct.
b. Examples of unacceptable conduct include, but are not limited to:
1.neglect of duties, loafing or wasting time during working hours;
2.smoking anywhere except in designated smoking areas;
3.gambling, participating in lotteries or any other games of chance on the premises at any time;
4.failure to cooperate with supervisor or coworker, impairment of function of work unit, or disruptive conduct;
5.theft, dishonesty or unauthorized use of institutional property including records and confidential information; […]”
Internet:<www.policies.utexas.edu>(adapted). Access on May 23, 2014.
Disciplinary action may be imposed if an employee
 

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362740 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

Eleitor

Por esta época, mas há já bastante tempo, numa cidade perdida no sertão maranhense, Severino, um homem que ganha a vida plantando algodão e cebola branca, está na varanda da casa de um dos dois donos de seu município. Os dois donos – desnecessário dizer – são inimigos e Severino tem que ficar com um deles. Ficou com esse que agora, entre superior e brincalhão, pergunta-lhe:

– Está pronto para votar no dia 3?

– Disposto estou, coronel, pronto... (baixa os olhos para o chapéu velho de palha de carnaúba que segura entre os joelhos) pronto, a bem dizer, não estou não.

– Não tem problema. Na véspera vai um caminhão buscar você e o pessoal do Buriti.

– Mas não tenho chapéu, coronel. O chapéu que tenho é este aqui, de trabalho, velho como o senhor vê.

– Que chapéu, homem! Não é preciso chapéu pra votar. É preciso o título. Já tem o título?

– Já.

– E então!

– Então é que sem chapéu novo eu não voto não, coronel. E depois não tenho beca nem sapato.

– Está bem. Antes de sair mando buscar no armazém um chapéu pra você.

– E a beca, coronel? O pessoal do governo vai votar todo mundo de beca nova. O Joca Bonfim vai votar com o Dr. Teotônio. Eu disse pra ele que o senhor também tinha fortuna, que...

– Aquele Teotônio é um canalha! Gasta o dinheiro do Estado! Não tenho meios de vestir todos vocês, que diabo! Todo mundo vem aqui com essa conversa. Então votem no Teotônio, que dá roupa e chapéu!

– Coronel, estamos com o senhor. Mas como é que vou trazer a mulher e as crianças pra cá? Ninguém tem roupa, anda tudo de trapo. O senhor sabe, mulher é tudo bicho vaidoso...

O coronel entrega os pontos, o caboclo sai para receber no armazém (do coronel) o chapéu, a fazenda, os sapatos.

– A que ponto chegou a corrupção! – exclama ele à mulher, que borda na poltrona em frente.

Ela nem sequer ergue a vista. Sabe de tudo.

Ferreira Gullar. A estranha vida banal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.

Infere-se das ideias expressas no texto que

 

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307620 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

É evidente que o comportamento ético humano tem um grau de elaboração e complexidade que o torna distintamente humano e não apenas uma cópia daquilo que outras espécies têm ao seu dispor. As regras da ética criam obrigações especificamente humanas para qualquer indivíduo normal que as conheça, e, é claro, a codificação das regras é exclusivamente humana. Quanto às narrativas que se construíram em torno das situações e das regras, são também exclusivamente humanas. No fundo não é assim tão difícil conciliar a percepção de que uma parte da nossa estrutura biológica e psicológica tem raízes não humanas com a noção de que a nossa compreensão profunda da condição humana confere a essas estruturas uma dignidade única.

A construção a que chamamos ética deve ter começado como um programa geral de regulação biológica. O embrião(a) dos comportamentos éticos deve ter sido mais uma etapa na progressão que inclui os mecanismos não conscientes e automatizados que nos permitem regular o metabolismo, ter pulsões e motivações e sentimentos dos mais diversos tipos. Não é difícil imaginar a emergência(b) da justiça e da honra a partir de práticas de cooperação. Um aspecto particular das emoções sociais, aquele que se exprime sob a forma de comportamento dominante ou submisso no interior de um certo grupo, teria tido também um papel importante nos processos de negociação que definem a cooperatividade.

Para que não se pense que a evolução e a sua bagagem de genes têm tido sempre um papel maravilhoso e nos trouxeram todos esses magníficos dispositivos, é hora de salientar que todas as emoções positivas de que venho falando, e que o altruísmo(c) a que me referi, dizem respeito ao grupo. Em termos humanos, exemplos de grupos incluem a família, a tribo, a cidade e a nação. Para aqueles que estão fora do grupo, a história revolucionária das reações emocionais é bem menos amável(d). As emoções simpáticas podem muito facilmente tornar-se desagradáveis e brutais quando são dirigidas para fora do círculo a que naturalmente se destinam. O resultado é bem sabido: raiva, ressentimento, violência, todas as reações que facilmente reconhecemos como embriões possíveis dos ódios tribais, do racismo e da guerra.

Esta é também a hora de recordar que os mais recomendáveis(d) comportamentos humanos não são necessariamente impressos nos circuitos neurais sob o controle do genoma. A história de nossa civilização é, de certo modo, a história de uma tentativa de oferecer os melhores dentre os nossos sentimentos morais a círculos cada vez mais amplos da humanidade, para além das restrições do grupo, de forma a abranger, eventualmente, a humanidade inteira. É claro que estamos muito longe de atingir esse ideal(e).

António Damásio. Em busca de Espinosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2004 (com adaptações).

No texto, a palavra

 

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295654 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

É evidente que o comportamento ético humano tem um grau de elaboração e complexidade que o torna distintamente humano e não apenas uma cópia(a) daquilo(a) que outras espécies têm(a) ao seu dispor. As regras da ética criam obrigações especificamente humanas para qualquer indivíduo normal que as conheça, e, é claro, a codificação das regras é exclusivamente humana. Quanto às narrativas que se construíram(b) em torno das situações e das regras, são também exclusivamente humanas. No fundo não é assim tão difícil conciliar a percepção de que uma parte da nossa estrutura biológica e psicológica tem raízes não humanas com a noção de que a nossa compreensão profunda da condição humana confere a essas estruturas uma dignidade única.

A construção a que chamamos ética deve ter começado como um programa geral de regulação biológica. O embrião dos comportamentos éticos deve ter sido mais uma etapa na progressão que inclui os mecanismos não conscientes e automatizados que nos permitem regular o metabolismo, ter pulsões e motivações e sentimentos dos mais diversos tipos. Não é difícil imaginar a emergência da justiça e da honra a partir de práticas de cooperação. Um aspecto particular das emoções sociais, aquele que se exprime sob a forma de comportamento dominante ou submisso no interior de um certo grupo, teria tido também um papel importante nos processos de negociação que definem a cooperatividade.

Para que não se pense(c) que a evolução e a sua bagagem de genes têm tido sempre um papel maravilhoso e nos trouxeram todos esses magníficos dispositivos, é hora de salientar que todas as emoções positivas de que venho falando(d), e que o altruísmo a que me referi, dizem respeito ao grupo. Em termos humanos, exemplos de grupos incluem a família, a tribo, a cidade e a nação. Para aqueles que estão fora do grupo, a história revolucionária das reações emocionais é bem menos amável. As emoções simpáticas podem(e) muito facilmente tornar-se(e) desagradáveis e brutais quando são dirigidas para fora do círculo a que naturalmente se destinam. O resultado é bem sabido: raiva, ressentimento, violência, todas as reações que facilmente reconhecemos como embriões possíveis dos ódios tribais, do racismo e da guerra.

Esta é também a hora de recordar que os mais recomendáveis comportamentos humanos não são necessariamente impressos nos circuitos neurais sob o controle do genoma. A história de nossa civilização é, de certo modo, a história de uma tentativa de oferecer os melhores dentre os nossos sentimentos morais a círculos cada vez mais amplos da humanidade, para além das restrições do grupo, de forma a abranger, eventualmente, a humanidade inteira. É claro que estamos muito longe de atingir esse ideal.

António Damásio. Em busca de Espinosa. São Paulo: Companhia das Letras, 2004 (com adaptações).

Em relação aos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.

 

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A legislação referente aos instrumentos de planejamento e orçamento sofreu modificações com a promulgação da Constituição Federal de 1988, mas a maior parte das regras legais vigentes no ordenamento constitucional anterior ainda continua em vigor. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
Questão Anulada

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1487778 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
A respeito do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo (SICON), assinale a alternativa correta.
Questão Anulada

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1487777 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
O controle interno foi consideravelmente ampliado pela Constituição Federal de 1988 e compreende as funções
Questão Anulada

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