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. No capítulo intitulado “Comedores de terra” do livro A queda do céu: palavras de um xamã yanomami, Davi Kopenawa apresenta seu testemunho sobre a ação do garimpo clandestino na floresta: “Se deixarmos os garimpeiros cavarem por toda parte, como porcos-do- -mato, os rios da floresta logo vão se transformar em poças lamacentas, cheias de óleo de motor e lixo. Eles também lavam o pó de ouro misturando-o com o que chamam de azougue. Os outros brancos chamam isso de mercúrio. Todas essas coisas sujas e perigosas fazem as águas ficarem doentes e tornam a carne dos peixes mole e podre. Quem os come corre o risco de morrer de disenteria, descarnado, com violentas dores de barriga e tonturas”.
No excerto, a expressão “comedores de terra” utilizada por Davi Kopenawa refere-se
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No artigo Territorialidade: trajetória e usos do conceito, Emília P. Godoi afirma que: “Territorialidades, como processos de construção de territórios, recobrem, pois, ao menos dois conteúdos diferentes: de um lado, a ligação a lugares precisos, resultado de um longo investimento material e simbólico e que se exprime por um sistema de representações, e, de outro lado, os princípios de organização - a distribuição e os arranjos dos lugares de moradia, de trabalho, de celebrações, as hierarquias sociais, as relações com os grupos vizinhos. Quando falamos na territorialidade enquanto processo de construção de um território, o aspecto processual merece destaque”.
Para a autora, o aspecto processual merece destaque porque territórios
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Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira, no livro Um toque dos clássicos: Marx, Durkheim e Weber, esclarecem que Karl Marx: “afirma que a compreensão positiva das coisas inclui, ao mesmo tempo, o conhecimento de sua negação fatal, de sua destruição necessária, porque ao captar o próprio movimento, do qual todas as formas acabadas são apenas uma configuração transitória, nada pode detê-la, porque em essência é ‘crítica e revolucionária’. Com isso, reforçam as diferenças entre sua interpretação da realidade e as anteriores. Enquanto para Hegel a história da humanidade nada mais é do que a história do desenvolvimento do Espírito, Marx e Engels colocam como ponto de partida os indivíduos reais, a sua ação e as suas condições materiais de existência” (2017. Adaptado).
Segundo as autoras, o método de análise da realidade social proposto por Marx e Engels foi denominado
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Na obra Um toque dos clássicos: Marx, Durkheim e Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira esclarecem: “As formulações teóricas de Karl Marx acerca da vida social, especialmente a análise que faz da sociedade capitalista e de sua superação, provocaram desde o princípio tamanho impacto nos meios intelectuais que, para alguns, grande parte da sociologia ocidental tem sido uma tentativa incessante de corroborar ou de negar as questões por ele levantadas. Mas a relevância prática de sua obra não foi menor, servindo de inspiração àqueles envolvidos diretamente com a ação política, enquanto herdeiro do ideário iluminista” (2017. Adaptado).
Segundo as autoras, como herdeiro do iluminismo, Karl Marx considerava que
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No livro A sociedade da insegurança e a violência na escola, Flavia Schilling refere-se a uma percepção sobre a atualidade compartilhada por sociólogos contemporâneos segundo a qual: “A promessa de que o desenvolvimento técnico e científico nos livraria das guerras revela-se falsa. Duvidamos de que possamos dar conta do desafio de conciliar liberdade e segurança. O progresso material parece não tender ao fim da fome e da criação de condições de vida dignas para todos. Assistimos (já conformados?) a guerras que se prolongam no tempo” (2014. Adaptado).
Para Flávia Schilling, a percepção explicitada no excerto refere-se
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No livro A identidade cultural na pós-modernidade, Stuart Hall esclarece: “É agora um lugar-comum dizer que a época moderna europeia fez surgir uma forma nova e decisiva de individualismo, no centro da qual erigiu-se uma nova concepção do sujeito individual e sua identidade. Isto não significa que nos tempos pré-modernos as pessoas não eram indivíduos, mas que a individualidade era tanto ‘vivida’ quanto ‘conceitualizada’ de forma diferente. As transformações associadas à modernidade libertaram o indivíduo de seus apoios estáveis nas tradições e nas estruturas” (2018. Adaptado).
Para Stuart Hall, as estruturas pré-modernas fragilizadas pelas transformações ocorridas na Europa a partir do século XVII
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Na obra Um toque de clássicos: Marx, Durkhein e Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira indicam que: “Augusto Comte (1798–1857) foi quem cunhou o termo Sociologia, que logo veio a se generalizar, contribuindo para que alguns o percebessem como o fundador da própria ciência. Ele foi o grande divulgador do método positivo de conhecimento das sociedades, sintetizado num objetivo: “ciência, daí previdência, previdência, daí ação” (2017. Adaptado).
Ressaltam as autoras que o objetivo geral do método comteano era
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Segundo a socióloga estadunidense Nancy Fraser: “A ‘luta por reconhecimento’ estava rapidamente se tornando a forma paradigmática de conflito político no final do século XX. Demandas por ‘reconhecimento da diferença’ dão combustível a lutas de grupos mobilizados sob as bandeiras da nacionalidade, etnicidade, ‘raça’, gênero e sexualidade. Claro que esta não e é toda a história. Lutas pelo reconhecimento ocorrem num mundo de exacerbada desigualdade material - desigualdades de renda e propriedade; de acesso a trabalho remunerado, a educação, saúde e lazer; e, também, mais cruamente, de ingestão calórica e exposição a contaminação ambiental; portanto, de expectativa de vida e de taxas de morbidade e mortalidade” (2006. Adaptado).
Para Nancy Fraser, a luta por reconhecimento
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Enfatizam as autoras que, para Rousseau, o estado civil é
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