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Como as malas se perdem nos aeroportos?
Pelas estatísticas, não parece um grande problema: 99% da bagagem aérea do mundo chega ao destino. Acontece que 1% restante representa uma pilha anual de 8 milhões de volumes que somem por causa de procedimentos- padrão ou por erros de percurso.
A maioria dos sumiços é uma questão de etiqueta – o adesivo identificador colado na hora do check-in é a única informação sobre o destino na mala. Se a etiqueta estiver errada ou se cair durante o embarque e o desembarque, a mala vai para um lado e o dono para outro. Mas às vezes o dono da bagagem também tem culpa: se a mala é despachada tarde demais pode ficar pelo caminho por restrições de peso. Imagine que existem vários guichês recebendo malas acima do peso permitido. Conforme o check-in avança, os quilos a mais vão se acumulando e só mais tarde descobre-se que algumas bagagens não podem entrar porque o limite de carga do avião foi ultrapassado.
As malas desgarradas são normalmente reunidas em grandes depósitos bancados por muitas empresas. Por causa da quantidade de volumes, pode demorar semanas até que a mala volte de um desses lugares para seu dono. Como cada devolução de mala perdida custa em média US$ 100 para as companhias – US$ 8 bilhões por ano –, elas estudam medidas para diminuir as perdas, como banco de dados global e trocar as etiquetas por chips com radiofrequência.
Superinteressante, São Paulo, n. 267, p. 52, jul. 2009. (Fragmento).
Assinale a opção cujas conjunções podem substituir, respectivamente, sem alteração de significado, as que se encontram destacadas em: “Conforme o check-in avança, os quilos a mais vão se acumulando...” e “Como cada devolução de mala perdida custa em média US$ 100 para as companhias...”.
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Se os valores lógicos (V, se verdadeiro; F, se falso) das sentenças (A→B)^C e C v B ↔ A são falsos; então, os valores lógicos das proposições A, B e C são, respectivamente,
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Como as malas se perdem nos aeroportos?
Pelas estatísticas, não parece um grande problema: 99% da bagagem aérea do mundo chega ao destino. Acontece que 1% restante representa uma pilha anual de 8 milhões de volumes que somem por causa de procedimentos- padrão ou por erros de percurso.
A maioria dos sumiços é uma questão de etiqueta – o adesivo identificador colado na hora do check-in é a única informação sobre o destino na mala. Se a etiqueta estiver errada ou se cair durante o embarque e o desembarque, a mala vai para um lado e o dono para outro. Mas às vezes o dono da bagagem também tem culpa: se a mala é despachada tarde demais pode ficar pelo caminho por restrições de peso. Imagine que existem vários guichês recebendo malas acima do peso permitido. Conforme o check-in avança, os quilos a mais vão se acumulando e só mais tarde descobre-se que algumas bagagens não podem entrar porque o limite de carga do avião foi ultrapassado.
As malas desgarradas são normalmente reunidas em grandes depósitos bancados por muitas empresas. Por causa da quantidade de volumes, pode demorar semanas até que a mala volte de um desses lugares para seu dono. Como cada devolução de mala perdida custa em média US$ 100 para as companhias – US$ 8 bilhões por ano –, elas estudam medidas para diminuir as perdas, como banco de dados global e trocar as etiquetas por chips com radiofrequência.
Superinteressante, São Paulo, n. 267, p. 52, jul. 2009. (Fragmento).
Dadas as afirmativas sobre o custo das companhias aéreas,
I. É alto com a bagagem extraviada, porque as malas vão para um depósito cujo espaço é pago pelas empresas aéreas.
II. Torna-se alto, porque se acrescenta o envio da mala a seu dono.
III. Não é alto, porque as malas desgarradas são reunidas em grandes depósitos bancados por empresas de grande poder aquisitivo.
IV. Torna-se baixo, uma vez que já existe um banco de dados global organizado pelas empresas aéreas. verifica-se que estão corretas
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A questão refere-se ao texto seguinte.
O baixo astral Enquanto dura o baixo astral, perco tudo. As coisas caem dos meus bolsos e da minha memória: perco chaves, canetas, dinheiro, documentos, nomes, caras, palavras. Eu não sei se será mau-olhado. Pura casualidade, mas às vezes a depressão demora em ir embora e eu ando de perda em perda, perco o que encontro, não encontro o que eu busco, e sinto medo que numa dessas distrações, acabe deixando a vida cair.
(Eduardo Galeano. O baixo astral, em O Livro dos Abraços. Porto Alegre: L&PM, 2003, 170).
Pela sua linguagem subjetiva, caracterizada por sensações, opiniões e tom confessional, a função da linguagem predominante no texto acima é
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A distribuição da população urbana pelas regiões brasileiras comprova a relação entre o processo de urbanização e o nível de integração de cada região na economia do país. Dadas as seguintes afirmativas sobre a urbanização brasileira,
I. A elevada porcentagem da população urbana no Sudeste reflete, principalmente, assim como no restante do país, o atrasado modelo agrícola dessa região.
II. Devido a um conjunto de fatores políticos e econômicos, o Centro-Oeste apresenta a segunda maior taxa de urbanização de todo o país.
III. O Sul apresenta um percentual de população urbana inferior apenas ao da região Sudeste, devido, principalmente, à influência europeia na região que contribuiu para um intenso desenvolvimento urbano.
IV. No Nordeste, a taxa de população urbana é relativamente pequena, o que reflete, entre outros fatores, a permanência de estruturas de produção tradicionais do campo e baixa capitalização da atividade agrícola.
V. O índice de urbanização da região Norte é o menor do país, o que se explica muito mais pela fragilidade da economia local do que pela dinâmica industrial.
verifica-se que estão corretas
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Sobre a moralidade da Administração Pública Estadual, marque a opção correta.
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Ética e moral
Na linguagem comum e mesmo culta, ética e moral são sinônimos. Assim dizemos: "aqui há um problema ético" ou "um problema moral". Com isso emitimos um juízo de valor sobre alguma prática pessoal ou social, se boa, se má ou duvidosa.
Mas aprofundando a questão, percebemos que ética e moral não são sinônimos. A ética é parte da filosofia. Considera concepções de fundo, princípios e valores que orientam pessoas e sociedades. Uma pessoa é ética quando se orienta por princípios e convicções. Dizemos, então, que tem caráter e boa índole. A moral é parte da vida concreta. Trata da prática real das pessoas que se expressam por costumes, hábitos e valores aceitos. Uma pessoa é moral quando age em conformidade com os costumes e valores estabelecidos que podem ser, eventualmente, questionados pela ética. Uma pessoa pode ser moral (segue costumes) mas não necessariamente ética (obedece a princípios).
(http://leonardoboff.com/site/vista/2003/jul04).
Assinale a opção que não condiz com as ações do autor no texto acima.
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Primavera Árabe é o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A raiz desses protestos foi o agravamento da situação econômica e a falta de democracia nos países envolvidos. Assinale a opção que apresenta apenas os países envolvidos nesses conflitos.
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A questão se refere ao texto seguinte.

Observe atentamente a charge de Millôr Fernandes. O termo apagado pela professora pode ser inferido do contexto como uma das formas do verbo SER. Marque a opção que melhor promove a correlação entre os tempos verbais do enunciado.
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Assinale a opção correta.
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