Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
Através da Lei 10639/03 foi incluído o ensino obrigatório de:
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Leia o texto para responder a questão.
Futebol: Atuação de jogadores em campo pode trazer lições de ética às crianças
Na época da Copa do Mundo, mesmo as pessoas que não apreciam tanto o futebol, se veem envolvidas no clima de torcida e no clima de festejos que cercam os jogos. Álbuns de figurinhas, “cards”, bandeiras, cornetas, camisetas: nunca o verde-amarelo foi tão cultuado. Os jogadores de futebol passam a ser considerados ídolos, principalmente pelas crianças.
Quem são esses ídolos? Quem são essas pessoas que estão servindo de modelos de identidade para nossos filhos? São aqueles que como o Messi da Argentina distribui parte de seus ganhos para instituições que amparam crianças em seu País ou são aqueles que se gabam que a violência contra o adversário é justificável ou que se sentem acima da ordem e da lei?
Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica de que o brasileiro é aquele que dá um jeitinho em tudo, que é malandro, que é esperto e que sempre leva vantagem (à custa dos outros, é lógico), ideia propagada, coincidentemente por outro jogador de futebol, há tempos.
A televisão tem mostrado jogadores fazendo faltas sobre faltas, muitas intencionais, tem mostrado jogadores que, propositadamente, chutam, não a bola, mas pisam ou chutam seus, no momento, adversários, em lugares do corpo preciso, que podem inutilizá-los para sempre como jogadores. Isto é maldade pura, é falta de lealdade e é falta de caráter. Pais precisam apontar isso para seus filhos. Devem aproveitar essas cenas, tão repetidamente mostradas na televisão, para exemplificar o que não pode ser feito em nenhuma situação e nem em nenhum momento da vida.
Jogos não podem ser ganhos com deslealdade, violência e maldade. Basta lembrar o exemplo do time brasileiro de futebol, no seu último jogo na Copa do Mundo. Da mesma maneira, na vida nada se ganha com deslealdade, esperteza e violência.
Pessoas que fazem alarde da própria violência, que não têm controle sobre seus impulsos e que abusam de sua agressividade merecem, de verdade, a expulsão, não somente de jogos, mas das chances e benefícios do convívio com os demais. Jamais poderão ser vistas como líderes ou modelos de identidade para nossos filhos.
É necessário que os pais expliquem para seus filhos o que significa expulsão em jogos de futebol. Devem mostrar que expulsão é fazer sair à força, é expelir, é excluir vergonhosamente do grupo. É um castigo que se aplica para atos desonrosos, na classe, na escola, no trabalho, nos esportes, enfim na vida.
O ser humano não é perfeito, sabe-se que errar é humano, mas é necessário que se aprenda com seus próprios erros. Aprender com seus próprios erros é assumir a responsabilidade pelo que se fez de errado e é buscar comportamentos reparadores frente à pessoa, grupo ou situação que foi prejudicada com o erro nosso.
É exatamente o oposto do que assistimos nos comentários dos jogadores após alguns jogos, na Copa do Mundo. Eles não assumem a responsabilidade por seus erros. O problema é sempre projetado fora, no outro, o que faz com que eles, “coitadinhos” ainda se coloquem como vitimas de injustiças! Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente. É fundamental que os pais ajudem as crianças a desenvolverem um espírito crítico frente a essas desculpas imorais. Ética precisa ser ensinada e vivida junto a nossos filhos. Aproveitem essas imagens e ensinem o que não pode e não deve ser feito!
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/etica_criancas.htm - por Ceres Araujo
Gênero textual é uma noção referente aos textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sócio-comunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. O texto acima é um exemplo de gênero textual:
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Futebol: Atuação de jogadores em campo pode trazer lições de ética às crianças
Na época da Copa do Mundo, mesmo as pessoas que não apreciam tanto o futebol, se veem envolvidas no clima de torcida e no clima de festejos que cercam os jogos. Álbuns de figurinhas, “cards”, bandeiras, cornetas, camisetas: nunca o verde-amarelo foi tão cultuado. Os jogadores de futebol passam a ser considerados ídolos, principalmente pelas crianças.
Quem são esses ídolos? Quem são essas pessoas que estão servindo de modelos de identidade para nossos filhos? São aqueles que como o Messi da Argentina distribui parte de seus ganhos para instituições que amparam crianças em seu País ou são aqueles que se gabam que a violência contra o adversário é justificável ou que se sentem acima da ordem e da lei?
Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica de que o brasileiro é aquele que dá um jeitinho em tudo, que é malandro, que é esperto e que sempre leva vantagem (à custa dos outros, é lógico), ideia propagada, coincidentemente por outro jogador de futebol, há tempos.
A televisão tem mostrado jogadores fazendo faltas sobre faltas, muitas intencionais, tem mostrado jogadores que, propositadamente, chutam, não a bola, mas pisam ou chutam seus, no momento, adversários, em lugares do corpo preciso, que podem inutilizá-los para sempre como jogadores. Isto é maldade pura, é falta de lealdade e é falta de caráter. Pais precisam apontar isso para seus filhos. Devem aproveitar essas cenas, tão repetidamente mostradas na televisão, para exemplificar o que não pode ser feito em nenhuma situação e nem em nenhum momento da vida.
Jogos não podem ser ganhos com deslealdade, violência e maldade. Basta lembrar o exemplo do time brasileiro de futebol, no seu último jogo na Copa do Mundo. Da mesma maneira, na vida nada se ganha com deslealdade, esperteza e violência.
Pessoas que fazem alarde da própria violência, que não têm controle sobre seus impulsos e que abusam de sua agressividade merecem, de verdade, a expulsão, não somente de jogos, mas das chances e benefícios do convívio com os demais. Jamais poderão ser vistas como líderes ou modelos de identidade para nossos filhos.
É necessário que os pais expliquem para seus filhos o que significa expulsão em jogos de futebol. Devem mostrar que expulsão é fazer sair à força, é expelir, é excluir vergonhosamente do grupo. É um castigo que se aplica para atos desonrosos, na classe, na escola, no trabalho, nos esportes, enfim na vida.
O ser humano não é perfeito, sabe-se que errar é humano, mas é necessário que se aprenda com seus próprios erros. Aprender com seus próprios erros é assumir a responsabilidade pelo que se fez de errado e é buscar comportamentos reparadores frente à pessoa, grupo ou situação que foi prejudicada com o erro nosso.
É exatamente o oposto do que assistimos nos comentários dos jogadores após alguns jogos, na Copa do Mundo. Eles não assumem a responsabilidade por seus erros. O problema é sempre projetado fora, no outro, o que faz com que eles, “coitadinhos” ainda se coloquem como vitimas de injustiças! Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente. É fundamental que os pais ajudem as crianças a desenvolverem um espírito crítico frente a essas desculpas imorais. Ética precisa ser ensinada e vivida junto a nossos filhos. Aproveitem essas imagens e ensinem o que não pode e não deve ser feito!
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/etica_criancas.htm - por Ceres Araujo
Observe o termo sublinhado na frase abaixo e assinale a opção em que seu emprego esteja incorreto.
“Ideia propagada, coincidentemente por outro jogador de futebol, há tempos.”
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
Muitos profissionais encontram dificuldades para compreender e conceituar a superdotação. Assinale a opção que a explica corretamente conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares.
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Futebol: Atuação de jogadores em campo pode trazer lições de ética às crianças
Na época da Copa do Mundo, mesmo as pessoas que não apreciam tanto o futebol, se veem envolvidas no clima de torcida e no clima de festejos que cercam os jogos. Álbuns de figurinhas, “cards”, bandeiras, cornetas, camisetas: nunca o verde-amarelo foi tão cultuado. Os jogadores de futebol passam a ser considerados ídolos, principalmente pelas crianças.
Quem são esses ídolos? Quem são essas pessoas que estão servindo de modelos de identidade para nossos filhos? São aqueles que como o Messi da Argentina distribui parte de seus ganhos para instituições que amparam crianças em seu País ou são aqueles que se gabam que a violência contra o adversário é justificável ou que se sentem acima da ordem e da lei?
Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica de que o brasileiro é aquele que dá um jeitinho em tudo, que é malandro, que é esperto e que sempre leva vantagem (à custa dos outros, é lógico), ideia propagada, coincidentemente por outro jogador de futebol, há tempos.
A televisão tem mostrado jogadores fazendo faltas sobre faltas, muitas intencionais, tem mostrado jogadores que, propositadamente, chutam, não a bola, mas pisam ou chutam seus, no momento, adversários, em lugares do corpo preciso, que podem inutilizá-los para sempre como jogadores. Isto é maldade pura, é falta de lealdade e é falta de caráter. Pais precisam apontar isso para seus filhos. Devem aproveitar essas cenas, tão repetidamente mostradas na televisão, para exemplificar o que não pode ser feito em nenhuma situação e nem em nenhum momento da vida.
Jogos não podem ser ganhos com deslealdade, violência e maldade. Basta lembrar o exemplo do time brasileiro de futebol, no seu último jogo na Copa do Mundo. Da mesma maneira, na vida nada se ganha com deslealdade, esperteza e violência.
Pessoas que fazem alarde da própria violência, que não têm controle sobre seus impulsos e que abusam de sua agressividade merecem, de verdade, a expulsão, não somente de jogos, mas das chances e benefícios do convívio com os demais. Jamais poderão ser vistas como líderes ou modelos de identidade para nossos filhos.
É necessário que os pais expliquem para seus filhos o que significa expulsão em jogos de futebol. Devem mostrar que expulsão é fazer sair à força, é expelir, é excluir vergonhosamente do grupo. É um castigo que se aplica para atos desonrosos, na classe, na escola, no trabalho, nos esportes, enfim na vida.
O ser humano não é perfeito, sabe-se que errar é humano, mas é necessário que se aprenda com seus próprios erros. Aprender com seus próprios erros é assumir a responsabilidade pelo que se fez de errado e é buscar comportamentos reparadores frente à pessoa, grupo ou situação que foi prejudicada com o erro nosso.
É exatamente o oposto do que assistimos nos comentários dos jogadores após alguns jogos, na Copa do Mundo. Eles não assumem a responsabilidade por seus erros. O problema é sempre projetado fora, no outro, o que faz com que eles, “coitadinhos” ainda se coloquem como vitimas de injustiças! Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente. É fundamental que os pais ajudem as crianças a desenvolverem um espírito crítico frente a essas desculpas imorais. Ética precisa ser ensinada e vivida junto a nossos filhos. Aproveitem essas imagens e ensinem o que não pode e não deve ser feito!
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/etica_criancas.htm - por Ceres Araujo
Clichê, frase feita são expressões que se tornaram vazias de sentido ou se trivializaram, por força de terem sido demasiadamente repetidas. O clichê pode enriquecer e dar expressividade a um texto, ou apenas facilitar a compreensão dele. Observe as frases abaixo:
I – “Levamos anos para começarmos a nos livrar daquela ideia maléfica de que o brasileiro é aquele que dá um jeitinho em tudo”
II – “O ser humano não é perfeito, sabe-se que errar é humano”
III – “Ética precisa ser ensinada e vivida junto a nossos filhos”
IV – “Nossos filhos não podem assistir a essas declarações passivamente”
Pode-se afirmar que há clichês nas frases:
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Leia a citação abaixo, extraída do livro Conversas com quem gosta de ensinar, Rubem Alves, e, em seguida, destaque a opção que a comenta adequadamente.
“Algumas pessoas têm a ilusão de poderem ser educadoras, porque o fato é que o controle, já há muito tempo, passou das mãos das pessoas para a lógica das instituições.”
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
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No Art. 5º da Resolução CNE/CEB nº 02/01 Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos:
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Direitos sociais são direitos que compõem a cidadania e, como tal, todos têm direito a eles. Educação, saúde, trabalho, moradia, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, assistência aos desamparados são, portanto, direitos sociais. A alternativa correta, em relação à afirmação acima, é sim,
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
De acordo com Parâmetros Curriculares Nacionais: língua portuguesa, no Brasil, existem muitas variedades dialetais. Pela fala é possível conhecer parte do repertório cultural do outro, mas existem muitos preconceitos decorrentes dos diferentes modos de falar. O problema do preconceito disseminado na sociedade, em relação às falas dialetais deve ser:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP
A arte estabelece um diálogo contínuo com o conhecimento científico, técnico, social, linguístico, histórico e filosófico. Para os Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte, qual é o objeto de conhecimento da arte que se faz presente em todos saberes humanos?
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