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1281692
Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Taquaruçu Sul-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Taquaruçu Sul-RS
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De acordo com a Lei Municipal nº 1.656/2018, sobre o Magistério Público Municipal, analisar a sentença abaixo:
Magistério Público Municipal é o conjunto de Professores, Especialistas em Educação, Diretores, Vice-Diretores e Coordenadores Pedagógicos, ocupando cargos efetivos, cargos em comissão ou funções gratificadas nas unidades escolares e nos demais órgãos que compõem a estrutura da Secretaria Municipal de Educação, desempenham atividades docentes ou de suporte pedagógico à docência, com vistas a alcançar os objetivos educacionais (1ª parte). Cargo é o conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas ao profissional do magistério, mantidas as características de criação por lei, denominação própria, número certo e retribuição pecuniária padronizada (2ª parte).
A sentença está:
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Em relação ao uso da crase, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Estava indo em direção __ Paris, mas, quando viu o trem cruzando o horizonte, dirigiu-se ________ vila, __ esquerda, onde morava quando criança.
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Quanto ao uso dos porquês, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O momento porque anseio está prestes a chegar.
( ) Porque ele quebrou o dedo?
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A professora não estudou em Harvard? 75% dos brasileiros mentem no currículo
É provável que, entre os profissionais que ultimamente se disseram escandalizados com a suposta fraude no currículo da professora de ensino técnico Joana D’Arc Félix de Sousa, haja alguns que já falsearam informações para abrilhantar sua trajetória profissional diante de um recrutador.
Um levantamento feito pela DNA Outplacement, com base em seis mil currículos, aponta que 75% dos documentos enviados aos departamentos de recursos humanos das empresas em 2018 no Brasil continham informações distorcidas. A pesquisa foi realizada durante seis meses com 500 empresas no Brasil, Chile, Peru e Colômbia.
Protagonista de uma história de superação cotada para o cinema, Joana D’Arc cursou graduação, mestrado e doutorado em química na Unicamp. Mas um dos pontos mais destacados de sua trajetória profissional, o título de pós-doutorado em Harvard, que era informado na plataforma Lattes, é uma mentira, conforme revelou reportagem do jornal O Estado de São Paulo. Em nota, a professora admitiu não ter cursado Harvard, mas destaca que o jornal tenta “denegrir” sua imagem, segundo publicou o Estadão.
As mentiras mais comuns nos currículos dos profissionais brasileiros, no entanto, não estão ligadas aos títulos tão altos na hierarquia acadêmica. Inflar o salário atual ou o último holerite recebido é a prática mais frequente (48%), seguida pelo nível de domínio de inglês (41%). Aumento do grau de escolaridade e cursos falsos foram revelados, respectivamente, em 12% e 10% dos currículos, segundo a pesquisa.
As mentiras são descobertas tanto em currículos de pessoas em começo de carreira quanto nos de profissionais com mais experiência, como foi o caso da professora Joana D’Arc. E não são fruto da cultura do “jeitinho brasileiro”. A DNA mostra que a frequência de informações mentirosas no currículo é de 85% na Colômbia, 78% no Peru e 72% no Chile.
https://exame.abril.com.br... - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Um dos pontos mais destacados no currículo de Joana D’Arc foi autentificado através do título de pós-doutorado em Harvard.
II. Passar dados incoerentes sobre doutorados, ou títulos mais altos, é o costume mais recorrente entre os pesquisados.
III. As mentiras são reveladas não somente em currículos de profissionais mais experientes, mas também nos de pessoas que estão iniciando a carreira.
Está(ão) CORRETO(S):
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Conforme VISENTINI, RIBEIRO e PEREIRA, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Reino Núbio.
(2) Império do Mali.
(3) Reino do Zimbabué.
( ) Reino de origem banto localizado no sul da África. Teve o seu ápice durante a Idade Média. Tornou-se forte ponto de comércio no Oceano Índico, devido, em parte, ao ouro e ao marfim do interior africano, mas também do cobre provindo do atual Congo.
( ) Foi um estado grande e rico que existiu na África ocidental do século XIII ao XVI. Expandiu-se a partir de um pequeno reino chamado Cangaba, às margens do rio Níger, para uma vasta área que incluía algumas das mais importantes regiões comerciais da época.
( ) O Reino de Cuxe foi um reino africano da Antiguidade. Existiu, aproximadamente, entre 2000 a.C. e 350 d.C. Teve início na região sudeste do continente africano, mais especificamente nos planaltos do Sudão. A capital do reino ficava na cidade de Napata.
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A professora não estudou em Harvard? 75% dos brasileiros mentem no currículo
É provável que, entre os profissionais que ultimamente se disseram escandalizados com a suposta fraude no currículo da professora de ensino técnico Joana D’Arc Félix de Sousa, ________ alguns que já falsearam informações para abrilhantar sua trajetória profissional diante de um recrutador.
Um levantamento feito pela DNA Outplacement, com base em seis mil currículos, aponta que 75% dos documentos enviados aos departamentos de recursos humanos das empresas em 2018 no Brasil continham informações distorcidas. A pesquisa foi realizada durante seis meses com 500 empresas no Brasil, Chile, Peru e Colômbia.
Protagonista de uma história de superação cotada para o cinema, Joana D’Arc cursou graduação, mestrado e doutorado em química na Unicamp. Mas um dos pontos mais destacados de sua trajetória profissional, o título de pós-doutorado em Harvard, que era informado na plataforma Lattes, é uma mentira, conforme revelou reportagem do jornal O Estado de São Paulo. Em nota, a professora admitiu não ter cursado Harvard, mas destaca que o jornal tenta “denegrir” sua imagem, segundo publicou o Estadão.
As mentiras mais comuns nos currículos dos profissionais brasileiros, no entanto, não estão ligadas aos títulos tão altos na hierarquia acadêmica. Inflar o salário atual ou o último holerite recebido _____ a prática mais frequente (48%), seguida pelo nível de domínio de inglês (41%). Aumento do grau de escolaridade e cursos falsos foram revelados, respectivamente, em 12% e 10% dos currículos, segundo a pesquisa.
As mentiras são descobertas tanto em currículos de pessoas em começo de carreira quanto nos de profissionais com mais experiência, como foi o caso da professora Joana D’Arc. E não são fruto da cultura do “jeitinho brasileiro”. A DNA mostra que a frequência de informações mentirosas no currículo _____ de 85% na Colômbia, 78% no Peru e 72% no Chile.
https://exame.abril.com.br... - adaptado.
Considerando-se a concordância, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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A professora não estudou em Harvard? 75% dos brasileiros mentem no currículo
É provável que, entre os profissionais que ultimamente se disseram escandalizados com a suposta fraude no currículo da professora de ensino técnico Joana D’Arc Félix de Sousa, haja alguns que já falsearam informações para abrilhantar sua trajetória profissional diante de um recrutador.
Um levantamento feito pela DNA Outplacement, com base em seis mil currículos, aponta que 75% dos documentos enviados aos departamentos de recursos humanos das empresas em 2018 no Brasil continham informações distorcidas. A pesquisa foi realizada durante seis meses com 500 empresas no Brasil, Chile, Peru e Colômbia.
Protagonista de uma história de superação cotada para o cinema, Joana D’Arc cursou graduação, mestrado e doutorado em química na Unicamp. Mas um dos pontos mais destacados de sua trajetória profissional, o título de pós-doutorado em Harvard, que era informado na plataforma Lattes, é uma mentira, conforme revelou reportagem do jornal O Estado de São Paulo. Em nota, a professora admitiu não ter cursado Harvard, mas destaca que o jornal tenta “denegrir” sua imagem, segundo publicou o Estadão.
As mentiras mais comuns nos currículos dos profissionais brasileiros, no entanto, não estão ligadas aos títulos tão altos na hierarquia acadêmica. Inflar o salário atual ou o último holerite recebido é a prática mais frequente (48%), seguida pelo nível de domínio de inglês (41%). Aumento do grau de escolaridade e cursos falsos foram revelados, respectivamente, em 12% e 10% dos currículos, segundo a pesquisa.
As mentiras são descobertas tanto em currículos de pessoas em começo de carreira quanto nos de profissionais com mais experiência, como foi o caso da professora Joana D’Arc. E não são fruto da cultura do “jeitinho brasileiro”. A DNA mostra que a frequência de informações mentirosas no currículo é de 85% na Colômbia, 78% no Peru e 72% no Chile.
https://exame.abril.com.br... - adaptado.
As palavras sublinhadas no trecho “Em nota, a professora admitiu não ter cursado Harvard, mas destaca que o jornal tenta ‘denegrir’ sua imagem, segundo publicou o Estadão.” são conjunções, sendo assim, reúnem orações num mesmo enunciado, formando uma relação. As palavras sublinhadas introduzem, respectivamente, circunstâncias de:
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Assinalar a alternativa que apresenta vício de linguagem:
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Em conformidade com MORIN, analisar a sentença abaixo:
Explicar é considerar o que é preciso conhecer como objeto e aplicar-lhe todos os meios objetivos de conhecimento. A explicação é, bem entendido, necessária para a compreensão intelectual ou subjetiva (1ª parte). A compreensão humana não vai além da explicação. A explicação não é bastante para a compreensão intelectual ou objetiva das coisas anônimas ou materiais. É suficiente para a compreensão humana (2ª parte).
A sentença está:
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Segundo FREIRE, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Educar é substantivamente formar.
( ) Mulheres e homens, seres histórico-sociais, tornam-se capazes de comparar, de valorar, de intervir, de escolher, de decidir, de romper, por tudo isso fazem-se seres éticos.
( ) Transformar a experiência educativa em puro treinamento técnico é amesquinhar o que há de fundamentalmente humano no exercício educativo: o caráter apassivador.
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