Foram encontradas 519 questões.
Sobre o estudo social como instrumento do assistente social, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O Estudo Social é um processo metodológico específico do Serviço Social, que tem por finalidade conhecer com profundidade, e de forma crítica, uma determinada situação ou expressão da questão social, objeto de intervenção profissional.
( ) Tem sido utilizado apenas na área sociojurídica, sendo instrumento fundamental no trabalho do assistente social que atua no sistema judiciário.
( ) A fundamentação rigorosa, teórica, ética e técnica, com base no projeto da profissão, depende de sua devida utilização para garantia e ampliação de direitos dos sujeitos usuários dos serviços sociais e do sistema de justiça.
As afirmativas são, respectivamente:
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Devido ao seu alto teor proteico, o ovo faz parte do grupo de alimentos das carnes, peixes e aves. Não há justificativas científicas nutricionais para limitar o seu consumo. Entretanto, deve-se considerar a forma de preparo desse alimento.
São características do ovo fresco, segundo Ornellas, EXCETO
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O diagnóstico de luxação congênita do quadril pode ser confirmado com o teste de
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1375480
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Observadas as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais de História para o ensino fundamental, entre os objetivos para o final do primeiro ciclo NÃO se encontra:
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Foi prescrita uma infusão de 480 ml de soro para ser administrado em 8 horas.
Como em seu setor não tem bomba de infusão, terá que controlar o gotejamento no equipo em
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo e responda à questão que se segue.
Escola ideal para alunos não ideais
Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. C) Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.
Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo, não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.
Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais — e não imaginários — e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.
Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.
Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real. Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.
Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. B) É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.
Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola?
Claramente, o MEC precisa promover os ajustes dos currículos e ementas. Mas quem esculpirá essa nova instituição? As melhores escolas privadas recebem alunos peneirados e não precisam de muitas mudanças. A quase todos os estados faltam densidade técnica e apetência. D) Uma possibilidade são o Sesi e o Sesc, que operam um conjunto de instituições semipúblicas, têm amplos recursos e flexibilidade para tomar novos rumos. A) Quem sabe, querem ir para a história, embarcando nessa aventura?
Não é só isso. Cura mesmo, só enfrentando as fraquezas das faculdades de educação. Mas só a desobrigação de ensinar um currículo impossível já é uma bela ajuda para os mestres.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Escola ideal para alnos não ideiais. Revista Veja. p. 24, 5 de fevereiro de 2014.)
Assinale a alternativa em que o acento gráfico é justificado pela concordância verbal.
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Os efeitos prejudiciais da radiação ionizante podem ser classificados como
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Paciente do sexo feminino, 52 anos, branca, queixa-se de tosse, surgida há 3 meses, sem febre, sem hiporexia, ou queda do estado geral. Refere cansaço e falta de ar durante o dia, com exacerbação durante noite. Ocasionalmente, acorda com tosse e sibilância. Em sua história familiar, consta pai com histórico de tuberculose pulmonar há 43 anos, falecido devido à insuficiência cardíaca. Mãe hígida. História pregressa de asma persistente na infância. Apresenta um filho com história de asma brônquica. Nega etilismo e tabagismo. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, hidratada, corada, IMC: 21 kg/m2, pressão arterial: 110/70 mmHg, frequência cardíaca: 72 bpm, ausculta respiratória com sibilos expiratórios, eupneica, sem esforço.
Assinale a alternativa que melhor se aplica ao diagnóstico e conduta para essa paciente.
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A vantagem dos contrastes não iônicos sobre os iônicos é que os primeiros
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Um terreno retangular com 30m de frente por 10m de lateral foi vendido por R$ 81000,00. Qual o preço do metro quadrado do terreno?

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