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Foram encontradas 241 questões.

312643 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A NAU AVARIADA
LYA LUFT
No artigo anterior escrevi sobre o desejo (ingênuo) de união, uma vez que estamos todos neste grande navio onde nada funciona bem: economia, saúde, educação, infraestrutura, honradez e confiança nas instituições. De vez em quando é bom permitir-se um desejo inocente. A realidade, porém, é outra, disso todos sabemos, sobretudo quem inventa artifícios para se firmar em seu posto, como dizer que está tudo muito bem.
Está tudo periclitando: dois dos pilares de uma nação soberana são confiança e verdade — estas estão gravemente abaladas no Brasil. Agora mesmo começam ___ medidas que, segundo tantos, seriam tomadas pela oposição caso ela vencesse: cortes e aumentos. O povo pobre, cansado, exaurido e iludido, ...... não tinha como prever isso, agora paga ___ alta conta. E diz, suspirando: "Vamos tocar em frente". Também se afirma que puseram fim ___ pobreza no país, a miséria já não existe: um dos recursos foi inventar que todo aquele que ganha acima de 300 reais por mês é classe média. Sem comentários.
Outra base é a liberdade: uma nação não é soberana se os cidadãos não podem se expressar sem medo de repressão. Ofensas graves podem ser cobradas. Porém, a repetida intenção de regulamentar, isto é, amordaçar, a imprensa revela um autoritarismo impensável numa democracia. A esperança é que o Congresso impeça isso a qualquer custo, incluindo aí vozes honradas e fortes de todos os partidos, ou estaremos fora das nações ditas livres.
Mais um pilar desse fundamento de muitas pernas é a educação, ...... falo e escrevo há tantos anos. Raramente comento algum livro: estou do lado de cá do balcão, escrevo livros, não os estudo nem critico, isso deixo para especialistas ou colegas que o saibam fazer. Mas sugiro minha leitura destes dias: As Crianças Mais Inteligentes do Mundo, de Amanda Ripley. Uma experiente jornalista americana acompanhou por um bom tempo três alunos de 2o grau que foram estudar na Finlândia, Coreia do Sul e Polônia. Nesses países estavam os estudantes que mais se destacavam num critério estabelecido mundialmente, o chamado Pisa, que avalia o grau de excelência do ensino em várias nações. O resultado foi que nesses três lugares estavam os melhores alunos, o melhor ensino, os melhores professores, ganhando até de países mais ricos, como os Estados Unidos.
O que os distinguia? Resumindo: rigor. Palavra que nos dá arrepios, nós que somos do "deixa pra lá", "toca em frente", "Deus quis assim", e por aí vai. Rigor significa, nesses casos, primeiro, alta valorização dos professores, muito exigidos na sua preparação, muito estimulados e, consequentemente, muito respeitados e bem pagos. O cargo de professor é tão valorizado como a profissão de médico. Portanto, professores satisfeitos, competentes, que por sua vez vão ser exigentes com seus alunos.
Isso não significa frios, cruéis, carrascos, mas respeitosos: só respeito aquele ...... posso exigir algo dentro do possível. Assim, alunos se esforçam, orgulham-se de suas notas, gostam de estudar e trabalhar. Nessas escolas o aluno mais apreciado não é o melhor esportista nem o mais popular, mas o melhor no estudo e na compostura. ___ uma competição saudável e alegre no trabalho pelo futuro pessoal.
Aqui, ...... o estudo é cada vez mais fraco, um deputado propõe que se retire das escolas o ensino do inglês; uma alta autoridade sugere o mesmo para "matérias inúteis como filosofia e sociologia, pois os alunos já estudam demais".
Um dado surpreende no citado livro: excelência não tem a ver com raça nem riqueza. Mas não se pode aplicar nada disso ...... reinam miséria e descaso, como revelam frequentes reportagens no Brasil sobre lugares sem escola, escola sem assoalho, sem cadeiras nem mesas, sem material escolar e sem comida para as crianças. Perguntaram a um menininho o que ele mais queria poder comer na escola.
Ele disse, baixinho: "Arroz".
___ outros pilares para estabelecer uma nação soberana e livre, enquanto nós aqui afundamos na omissão e na resignada mediocridade. Merecíamos mais.
Revista VEJA, publicação de 19/11/2014, adaptado.

A palavra “avariada” (título do texto) é formada pelo processo de:

 

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4262898 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Analise as seguintes afirmações:

I) É incumbência dos Municípios oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino, qual seja, 25% das suas arrecadações.

II) É incumbência dos Municípios assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual de ensino.

III) O plano de trabalho é tarefa exclusiva do professor. No entanto, mesmo assim, é incumbência do estabelecimento de ensino velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente.

IV) Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de informar somente ao pai e à mãe, conviventes ou não com seus filhos, sobre a frequência e rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica da escola.

V) Os sistemas municipais de ensino compreendem as instituições do ensino fundamental, médio e de educação infantil criadas e mantidas pela iniciativa privada.

Está(ão) correta(s):

Questão Anulada

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4262897 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Analise as seguintes afirmações:

I) Entende-se por educação especial a etapa de educação escolar oferecida preferencialmente na rede especial de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.

II) O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns do ensino regular.

III) O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.

IV) A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a quatro horas.

V) A exibição de filmes de produção nacional constituirá componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola, sendo a sua exibição obrigatória por, no mínimo, 2 (duas) horas semanais.

Está(ão) correta(s):

Questão Anulada

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1462505 Ano: 2014
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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A placa destinada a informar aos usuários das condições, proibições, obrigações ou restrições ao uso da via é a de:

Questão Anulada

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1462504 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Sabendo-se que solecismos são desvios indevidos de regência, concordância e colocação, indique a alternativa que não apresenta nenhum desses desvios, segundo a norma culta:

Questão Anulada

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1462503 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Analise as seguintes afirmações:

I) O ensino fundamental tem duração de 9 (nove) anos, com início a partir dos 6 (seis) anos de idade.
II) As escolas poderão optar ou não pela adesão ao ensino fundamental de nove anos de acordo com o contexto em que estejam inseridas.
III) É obrigatório aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos.
IV) Os estabelecimentos de ensino deverão adotar o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem.
V) O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.
Está(ão) correta(s):

Questão Anulada

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1462502 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

“Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar”.

Assinale a alternativa que apresenta o mesmo tempo verbal do fragmento sublinhado acima.

Questão Anulada

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1462501 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

Acerca das orações apresentadas pelo texto, analise as afirmativas que são feitas a seguir:

I) A primeira ocorrência de “que” (1º parágrafo) introduz uma oração adjetiva que explica a ideia apresentada na oração principal.
II) A primeira ocorrência de “que” (3º parágrafo) introduz uma oração adjetiva que restringe a ideia apresentada na oração anterior.
III) A palavra “que” (5º parágrafo), na segunda ocorrência, classifica-se como conjunção integrante.
IV) A palavra “se” (5º parágrafo, 2ª ocorrência) assinala uma oração que se encontra na voz passiva pronominal.
V) Após o verbo “Desconfio” (8º parágrafo), para fins de atender ao que preconiza a norma culta da língua, pode ser acrescentada a preposição “de”.
Está correto o que consta APENAS em

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
1462500 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere o texto abaixo.

A arte de suprimir
Estava lendo uma longa entrevista com o escritor argentino Julio Cortázar e deparei com sua inspirada declaração sobre “literatura com franjas”, que é aquela cheia de rococós desnecessários. Segundo ele, escritor bom é escritor que se dedica a limpar o texto até chegar a uma estrutura medular. Por isso é tão importante não se dar por satisfeito e reescrever quantas vezes for preciso (para mim, atualmente, tem sido a melhor parte do ofício).
É quando temos aquele monte de palavras na nossa frente e começamos a depurar, polir, retirar tudo o que não agrega, tudo o que não serve. Não raro, é um processo dolorido, pois costumamos nos apegar a uma determinada frase ou a alguma gracinha, mas não devemos mantê-la apenas por capricho: ela pode distrair o leitor e interromper o ritmo da leitura.
É preciso severidade consigo próprio, desapegar daquilo que, mesmo que nos apaixone, compromete o resultado final. Diria Cortázar, e eu humildemente endosso: “Quando corrijo, só uma vez em 100 acrescento algo. Nas outras 99, corrigir consiste em suprimir. Qualquer um que veja um rascunho meu pode comprovar isso: muito poucos acréscimos e enormes supressões”. Faxinar é uma arte. Vale para textos, armários, gavetas, e também para manias, lembranças, rancores.
A maturidade tem muitas vantagens, entre elas a de deixarmos de ser tão sentimentais com nosso passado e promovermos um arrastão em tudo o que é excessivo. Não há mais tempo para delongas: uma vez conhecendo melhor a nós mesmos, hora de priorizar a essência – a nossa e a de tudo.
O que não impede que pessoas mais jovens comecem a se habituar desde cedo a não colecionar inutilidades, como amigos falsos, preconceitos e dramalhões. Hoje, considera-se rico aquele que tem 1 milhão de seguidores no Twitter e curtidas no Face, ou aquele que acredita que um sem-número de sapatos, bolsas e tênis acalmará sua ansiedade, afugentando o vazio.
Será mesmo preciso gastar metade da vida até perder essa ilusão? O que nos dignifica não é um guarda-roupa abarrotado ou uma cabeça lotada de neuras. Simplificar, ao contrário do que se pensa, nunca foi provinciano, e sim um luxo que poucos conseguem bancar.
Acumular é que é provinciano. Nem mesmo quando relaciono esse verbo a afeto e dinheiro consigo dar a ele algum crédito, pois acúmulo nada tem a ver com suficiência. Se tivéssemos afeto e dinheiro suficientes para viver bem, com paz, conforto e alegria, para que correríamos atrás de mais e mais? O excesso pode conspirar contra, nos exigindo um esforço extra para manter a roda girando. O suficiente faz a roda girar sozinha.
Tempo esgotado, hora de enviar o texto para o jornal. Desconfio que ele seguirá com algumas franjas, mas prometo apará- las numa próxima versão.
Disponível em < http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/11/martha-medeiros-a-arte-de- suprimir-4640705.html > Acesso em 18.11.2014.

A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente foi realizada de modo INCORRETO em:

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
1462499 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Silveira Martins-RS
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Acerca do litisconsórcio, o artigo 48 do Código de Processo Civil prevê que os litisconsortes serão considerados independentes com relação à parte contrária. Nesse sentido, considere as assertivas a seguir:

I) Se somente um litisconsorte contesta, os outros aproveitam.
II) Se somente um litisconsorte recorre, os outros aproveitam.
III) Se somente um litisconsorte confessa, os outros serão prejudicados.
IV) Litisconsortes com advogados diferentes têm prazo em dobro para se manifestar no processo.
V) Quanto às formas, o litisconsorte necessário sempre será unitário.
Está(ão) incorreta(s):

Questão Anulada

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